Ray Bronson

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Ray Bronson é o protagonista secundário dos filmes Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado e Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Vem a ser o namorado de Julie James e assim como ela, passa a vida a ser perseguido por pescadores psicopatas. Sua principal característica durante os filmes é desempenhar o papel de saco de pancadas e apesar de tudo, sempre dar um golpe de sorte que acaba resultando na morte de um dos assassinos. No decorrer da história apanhou de Ben Willis, apanhou de Barry Cox, apanhou de Will Benson e apanhou até mesmo dos caranguejos do porta-malas de Julie.

História[editar]

Ray e sua habitual cara de bobo. Não é a toa que todos se aproveitam de sua bondade para lhe fazer de burro de carga.

Ray desde pequeno sempre foi uma criança certinha e calma, que obedecia seus pais, dava bom dia para as pessoas na rua, ajudava velhinhas a atravessar a rua, salvava gatinhos de cima de árvores e era incapaz de fazer mal a uma mosca. Seus pais tinham muito orgulho de seu filho, que era a típica criança que todo casal sonha em ter. Isso fazia de Ray uma criança adorada não apenas pela sua família, mas por toda a vizinhança. Sempre que ia para a igreja no domingo pela manhã, Ray costumava ser constantemente abordado por tias aposentadas, e suas bochechas viviam a ser afofadas por constantes beliscões e respingos de saliva provenientes das dentaduras vagabundas que essas senhoras usavam.

Como todos que conheciam o pequeno Ray o adoravam até mais do que aos próprios filhos, os demais pais da região viviam citando seu nome em comparações durante chatos, longos e complicados sermões na falha tentativa de botar juízo na cabeça vazia de seus filhos. Cansados de serem tratados como uns completos ignorantes sem educação, as demais crianças passaram a ficar com cada vez mais ódio de Ray, e sempre que podiam, o enchiam de sopapos no meio da rua, acusando-o de ser um puxa-saco que tinha pego toda a atenção que seus pais deveriam dar a eles. Como Ray tinha sido ensinado desde berço que violência gera violência, ele nunca revidou, e assim que apanhava, costumava voltar tranquilamente, com seu olho roxo, para casa.

Ray ajudando um casal de idosos a transportar um galinheiro. Como uma boa ação sempre merece reconhecimento, Ray foi recompensado com uma dúzia de ovos e dois litros de leite.

Assim que alcança a adolescência, Ray não conseguia se enturmar com quase ninguém. Boa parte dos jovens de sua idade encontrava-se perdido no mundo das drogas, e a outra parte era composta por caipiras briguentos, punks arruaceiros ou patricinhas irritantes. Por conta disso, Ray passou a se enturmar com o único grupo em que ele se encaixava: os pacifistas ambientais. Ninguém gostava muito desses caras na época, pois eles viviam a dar sermões para todo mundo, julgando o que era certo e o que era errado, e muitas das vezes, não apenas no quesito ambiental, mas dando conselhos de auto-ajuda em todos os âmbitos possíveis, como desigualdade, preconceito, drogas, álcool, enfim, tudo aquilo que adolescentes mimados costumam ignorar e não gostam muito de ouvir.

Certo dia, Ray e seu grupo de amigos ficaram sabendo que haveria uma briga de gangues na cantina da escola, entre os plantadores de milho e os plantadores de beterraba, que viviam em pé de guerra por conta de um achar que contribuía mais para a economia da cidade do que outro. Então, antes mesmo dos vândalos chegarem e provavelmente destruir toda a escola, os pacifistas montam uma apresentação em datashow no lugar, sobre os males da violência e do bullying e as terríveis consequências geradas na vida dos envolvidos nessas práticas. Quando os brigões chegam, após quase morrer de tédio, eles se irritam e decidem dar uma trégua entre si, e unem-se uns aos outros para meter porrada nos pacifistas inconvenientes. Após alguns hematomas e cicatrizes, Ray e o restante dos pacifistas chegam a conclusão de que seria melhor se ater apenas ás questões ambientais mesmo.

Assim, daquele dia em diante, eles passam a fazer doações para o Greenpeace e estudar livros de biologia marinha nas horas vagas. Ray subitamente tem um grande interesse despertado para o estudo da anatomia dos animais marinhos. Encantado por essas incríveis formas de vida, Ray procura por seu pai, alegando que gostaria de se tornar pescador e estabelecer uma conexão mais aprofundada com a sua fonte de admiração, os peixes. Seu pai fica feliz, pois passou a vida toda esperando pelo dia em que seu filho viesse lhe fazer esse pedido. Então, Ray passa a ajudar sua família na pescaria, sempre respeitando a natureza e pegando apenas o suficiente para sobreviver. Seu pai também deixava Ray ficar com alguns exemplares para dissecar e estudar nas aulas de Biologia da sua escola. Anos mais tarde, uma nova integrante entra para o grupo dos pacifistas, Julie James, por quem Ray se apaixonara perdidamente. Após iniciarem o namoro, Ray é apresentado a dois amigos de Julie, com os quais não vai muito com a cara por se tratarem de uma patty e um playboy, mas que ele é obrigado a aceitar em respeito a sua namorada, por mais toscos que eles pudessem ser.

O desastre[editar]

Julie tentando convencer Ray a ir até a grande peixada e fingir só por aquela noite que gostava de seus amigos retardados.

Certo dia, estava Ray em seu barco, dissecando uma arraia morta para estudar como funcionava seu sistema reprodutor, quando recebe uma visita de sua namorada, Julie. Por coincidência, eles estavam no dia 4 de julho, que ironicamente era o principal responsável por Ray e os demais pescadores da região ficarem o dia todo retirando escamas de peixes enquanto ficavam impregnados com o cheiro de bicho morto. Cerca de 99% dos peixes eram vendido para os responsáveis pelas festanças, que costumavam organizar uma grande peixada todos os anos, que servia para alimentar praticamente a cidade toda (o que não era muita coisa). Julie queria que Ray a acompanhasse nas comemorações, pois a sua amiga patty iria participar de um concurso de beleza. Como a garota não tinha amigos verdadeiros, e os únicos que provavelmente iriam lá para torcer por ela seriam Julie e Barry, Ray decide fazer uma caridade e ir até a festa, para dar apoio moral e passar a impressão de que a jovem não tinha só duas pessoas próximas (já que nem seu pai e nem sua irmã gostavam muito dela).

Após a festa, Ray não conseguia ter descanso. Isso porquê, sua fama de bobo dos outros o perseguia, e assim que o viam, as pessoas ase aproveitavam de sua bondade e pediam o tempo todo para ele ir buscar bebidas e aperitivos para elas. Como ele era trouxa bonzinho demais, ele não sabia dizer um não como resposta, e ficou quase toda a festa andando pra lá e pra cá como se fosse um garçom. Conforme ia levando a bebida para as pessoas, as mesmas iam ficando cada vez mais batizadas com o álcool, e iam caindo pelos cantos no decorrer do evento, até que quase todos entram em coma alcoólico e Ray consegue finalmente uma trégua. Assim que a barra fica limpa, Ray e seus amigos se mandam da festa e vão para uma praia local contar historinhas para boi dormir. Na praia, Ray e Julie finalmente conseguem ter um momento de privacidade, mas todo o seu fogo apaga quando um grupo de farofeiros se instala no local e começa a ouvir forró por lá. Os jovens decidem ir para casa. Barry queria dirigir, mas como ele já tinha enchido a cara de pinga, Ray acaba tomando posse do volante, pois era o único dali que não bebia (e também não fumava, não usava drogas, não se metia em brigas, enfim, era um típico certinho).

Cquote1.png Tá vendo só a merda que tu me fez fazer, seu pinguço?! Cquote2.png
Ray para Barry Cox

Entretanto, no meio da estrada, o jegue do Barry, claramente alterado pelo consumo excessivo de bebida, tem a brilhante ideia de abrir o teto do conversível do papai e começar a fazer merda, berrando feito um retardado e fazendo um papelão que fez até mesmo sua namorada ficar sem jeito na frente dos amigos. Pra completar, o miserável na largava de sua garrafinha de uísque por nada, até que em dado momento, o jumento derruba álcool em Ray, que perde o controle do carro e acaba atropelando um mendigo no meio da rua. Quando se dão conta do que fizeram, Julie e Ray, que como todo jovem de família iam sempre a igreja, após entrarem em desespero, se ajoelham e começam a pedir o perdão de Deus pelo pecado que tinham acabado de cometer. Barry então dá um sacode nos dois e diz que ao invés de ficarem perdendo tempo fazendo oração, eles deviam fazer algo para encobrir da polícia o assassinato que tinham cometido. Como todos concordam em dar cabo do defunto jogando-o num rio ali perto, Ray acaba sendo pressionado a ceder, e após um juramento, cada um vai pro seu canto. No dia seguinte, Julie teria dado um pé na bunda de Ray, pois ele não tinha boca pra nada e todo mundo o fazia de bobo. Uns dias depois, Ray faz uma visitinha a uma caipira da região, que segundo as más línguas, tinha informações do defunto. Como tanto ele como a caipira tinha sido abandonados na sarjeta por seus respectivos parceiros, num ápice de carência os leva a ter um romance de 2 minutos, mais rápido do que casamento de artista.

Um ano depois, Ray ainda continua em sua vidinha de pescador de sempre, sem maiores expectativas de conseguir algo melhor, afinal, ao invés de dar continuidade aos estudos, assim que completo o Ensino Médio preferiu ficar em sua zona de conforto sem ir em busca de novas oportunidades de vida, e acabou que a pescaria se tornou a única coisa que ele sabia fazer direito. Tinha perdido contato com sua ex, mas ainda assim, era perdidamente apaixonado por ela, já que era a única garota na face da terra tão certinha como ele. Certo dia, quando recolhia algumas sardinhas de sua rede enquanto se entristecia consigo mesmo ao lembrar do chute nos fundilhos que recebera de Julie, Ray se depara com ela e com os outros dois figurantes que o ajudaram a matar o mendigo um ano antes. Eles tinham reunido-se novamente pelo fato de Julie ter recebido um bilhetinho de amor com uma linda ameaça de morte escrita nele. Após ficar a par do que estava acontecendo, Ray muda de assunto, tentando reconquistar Julie, mas acaba levando outro fora.

Ray e Julie no barco do assassino, dando uma breve pausa da briga para observar um OVNI que avistaram passando pelos céus da região naquele dia.

Naquela mesma noite, seus amigos entram em contato, dizendo que um psicopata tinha contratado Christine para assassinar Barry Cox. Na verdade, Ray estava cagando e andando para Barry, afinal, seja lá a burrada que ele tenha feito para sofrer uma tentativa de assassinato, sem sombra de dúvidas ele merecia. Porém, ele vai mesmo assim, pois assim teria uma desculpa para olhar mais uma vez para Julie e babar enquanto a observa. Uns dias depois, Ray se depara com uma cartinha em cima de sua escrivaninha, contendo uma ameaça de morte. Ao se dar conta de que a coisa realmente estava feia, e que de fato, tinha um maluco à solta esperando por ele e seus amigos em algum beco daquela cidade, Ray vai correndo procurar seus amigos para avisar do ocorrido. Porém, assim que os encontra, é recepcionado com uma bela de uma bolacha no meio da cara por parte de Barry, que o acusara de ser o assassino, e por um breve momento, fazendo-o voltar aos tempos de saco de pancadas da escola. Depois que tudo é explicado e resolvido, Barry e seus amigos conversam umas coisas sem importância e cada um vai pro seu canto.

Mais tarde, naquela mesma noite, Ray recebe a visita de Julie enquanto fazia uma fritada (seus outros amigos aquela altura já tinha virado comida de minhoca). Assim que Julie descobre do breve romance que ele tinha tido com a caipira, morta de ciúmes e movida pela ausência da razão, Julie acusa Ray de ser o perseguidor, e sai correndo. Ray tenta segui-la para se explicar, mas é interceptado por um belo soco no meio da fuça vindo de Ben Willis, e cai inconsciente no chão, com uma nova hemorragia interna. Ray entretanto, consegue recobrar a consciência antes o verdadeiro assassino fugir com Julie, bem a tempo de entrar de penetra no barco dele e tentar atrapalhar seus planos. Assim que fica cara a cara com o assassino, Ray decide tomar a primeira iniciativa em toda sua vida, e parte em defesa de Julie na base da violência. Infelizmente, por ser um molenga, ele acaba levando um couro lindo de se ver do pescador, e cai quase inconsciente de novo no chão. Mas, de alguma maneira inexplicável, a dona sorte decide erguer sua mão a Ray, e o assassino, num momento de burrice, tem a capacidade de engalhar sua mão numa corda quando ia matar Julie. Ray aproveita a oportunidade e finalmente consegue fazer algo de útil, puxando o outro lado da corda, levantando o assassino até o alto e supostamente o matando. Julie, impressionada com o fato de que Ray nem sempre era um completo incompetente, fica feliz, e eles decidem voltar com o namoro. Até porque, Julie não conseguiria coisa melhor mesmo, logo, era só o que lhe restava se não quisesse morrer sozinha ao lado de 27 gatos e um corvo velho.

O retorno do assassino[editar]

Ray espantando com sua própria capacidade de apanhar de todo mundo e com o fato de ter aparecido tanto quanto um velhinho macumbeiro figurante no segundo filme da série.

Anos mais tarde, Julie vai para a faculdade, enquanto Ray ainda permanece em sua vidinha medíocre e entediante de sempre, catando peixes e lendo sobre biologia marinha nas horas vagas. Entretanto, enquanto Julie sonhava com pescadores assassinos disfarçados de padre, Ray sonhava com casamento, e até tinha comprado uma aliança de latão numa lojinha de conveniências de sua cidade (o máximo que tinha conseguido com o seu salário miserável de pescador). Ray decide ir até a nova moradia de Julie fazer uma visita surpresa, e como o novo 4 de Julho estava chegando, aproveita para convidá-la para mais uma peixada anual. Porém, Julie, que já estava cansado daquela cidadezinha com fedor de peixe, inventa uma desculpa para não ir, dizendo que a cidade lhe fazia ter pesadelos. Puto da cara, Ray volta imediatamente para sua cidade, deixando Julie falar sozinha. Enquanto isso, sua melhor amiga aproveita para soltar o veneno fazer a cabeça de Julie, dando a entender que ela deveria largar Ray de vez por este ser chato e sem-graça.

Ray chega em casa, e como não tinha mais nada para fazer, decide ir matar tempo dissecando alguns tubarões enquanto conversa com seu amigo figurante, David Strohmenger. Julie então liga, dizendo que tinha ganhado uma viagem grátis para as Bahamas após vencer o Show do Milhão e queria que ele a acompanhasse. Como ainda estava puto da cara com as desculpas esfarrapadas de Julie, Ray inventa que tinha que ajudar seu pai a pegar Moby Dick e que não poderia acompanhá-la. Julie então fica entristecida, e pra variar, sua amiga, cobra como ninguém, expele mais um pouco de peçonha, fazendo propaganda negativa de Julie e ainda por cima convidando um chato apaixonado por ela para ir junto na viagem, só para gerar mais dor de cabeça.

Ray, na maior felicidade, conduzindo o caminhão de mudanças para seus vizinhos enquanto esses ficavam coçando o saco e caçoando de sua cara de bocó.

Entretanto, naquela mesma noite, Ray muda de ideia, e se dá conta da burrada que fez: deixar de ir a uma viagem chique com a namorada para ficar em casa tirando escamas de peixe. Aproveitando que ainda dava tempo, Ray toma um rápido banho para retirar o cheiro de podre impregnado no couro, e parte até a casa de Julie. Porém, no caminho ele se depara com um bêbado morto, e decide sair do carro para ver como estava o estado do defunto. Porém, ele descobre que na verdade era um boneco de posto fantasiado com roupa de pescador, e assim que se dá conta, seu amigo figurante acaba levando uma ganchada embaixo da garganta por Ben Willis, que tinha dado uma rasteira na morte no filme anterior. O psicopata começa a perseguir Ray dentro do carro, mas Dona Sorte novamente dá sua bênção ao jovem, que mesmo após desviar de um caminhão, rolar morro abaixo e ficar jogado semi-morto no chão após bater a cachola na terra, sobrevive. Ray é levado até um hospital, onde toma uma poção de cura, restaura um pouco de sua life, e foge do lugar saltando pela janela.

Assim que escapa, Bronson se dirige até uma loja de penhores localizada em uma favela e troca seu anel de latão por um revólver, e parte rumo as Bahamas, onde ameaça um velhinho de 90 anos com a arma caso ele não o leve até seu destino. Como de costume, Ray chega bem em tempo de novamente interromper Ben Willis de assassinar sua namorada, que novamente estava em maus lençóis. Ray, como sempre, tenta bancar o herói, se opondo aos seus instintos naturais de jovem certinho criado pela vovó, e parte pra porrada pra cima de Will Benson. Antes é claro, ele ameaça o assassino com sua arma, mas devido ao fato de nunca ter apertado um gatilho antes, se atrapalha todo e o tiro não sai, e acaba jogando a arma fora feito o tonto que é. Como era de se esperar, Ray faz o que ele sabe fazer de melhor: apanhar. Após levar um especial de porradas de seu inimigo, Will o segura para que o assassino dê o golpe de misericórdia. Porém, assim que Ben Willis se prepara para dar cabo definitivo de Ray, novamente Dona Sorte passa sua mão sobre a sua cabeça, e lança em Will Benson uma dor de barriga tenebrosa. Novamente aproveitando a única oportunidade que tinha para fazer algo de útil, ele acerta uma cotovelada no filho de Ben Willis, que estava atordoado pela dor de barriga, esquivando-se do golpe e fazendo com que o próprio Ben Willis, matasse seu filho. Por fim, Julie pega a arma que Ray, por pura incompetência, tinha deixado cair, e atira em Ben Willis, mandando-o definitivamente para o colo do Capeta. Um tempo depois, Ray e Julie atravessam clandestinamente a fronteira, se casam e vão morar em algum lugar longe daquele país, para se certificarem de caso Willis conseguisse novamente passar a perna na Dona Morte, ele não conseguisse achá-los jamais.


v d e h
Eu nunca deixarei de saber o que vocês fizeram no verão passado.
The Fisherman Scooby-Doo.jpg