Rede de Proteção Social

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A Rede de Proteção Social foi um juntado de programas lançados no desgoverno Fernando Henrique Cardoso (e terminados ali mesmo) que consistiam numa séries de políticas assistencialistas em seus estados mais brutos. São programas que depois se tornaram uma caralhada outros programas no governo Lula, muitos deles apenas renomeados, o que ajudava a transmitir aquele ar de algo novo ao gado brasileiro que dependia daquelas esmolas governamentais.

História[editar]

Logo pais sem popresa.jpg
Os programas que integram essa suposta rede de proteção, ou melhor, rede de segregação social, começaram a surgir em meados dos anos 90, quando o então eleito presidente Fernando Henrique Cardoso tinha acabado de ser eleito usando o Real como moleta política, o que deixou um barbudo e seus asseclas com o cu ardendo de raiva. A classe média na época tinha eleito FHC por causa do que ele dizia ter feito, enquanto a plebe mais humilde o tinha eleito pelo que ele disse que ainda iria fazer.

Quando os mais fodidos se deram conta que foram ludibriados pelo charlatão do Real, logo partiram para o confronto. Como na época não tinha como dar deslike no post do presidente nem hashtags "ofençivas" como forma de mandar o presidente ir tomar naquele lugar, aquele povo foi partir pro arrebento literalmente, com muitos deles entrando pro mundo sem volta dos movimentos anti-sociais. Então como forma de acalmar aquele povo, o presidente da época achou por bem criar formas de amaciar todas as massas que serviam de manobra aos pelegos sindicalistas.

Foi então que em abril de 1995, o presidente Fernando Henrique convocou algumas ONGs e algumas personalidades como sua concubina Dna. Ruth Cardoso e doutor Clóvis do Barro, chamando inclusive alguns que estavam secas de fome ou na hora da morte, como o pobre do Betinho que mal conseguia andarcoitado... e o arroz-de-festa peessedebista, o sr. Mont. Burns. Juntos eles bolaram um plano para tratar as "vitimas da sociedade" de forma diferenciada. Ou seja, ao invés de incluí-los, o governo queria de fato excluí-los, continuando assim desde os dias de hoje.

Os programas fizeram um sucesso tão grande -- no ponto de vista eleitoral -- que vários representantes de países da áfrica subsaariana, oriente médio, América central, caribenhos e asiáticos vieram conhecer de perto como funcionava essa Fantástica Fábrica de Votos.

No que consistia[editar]

Para conseguir o benefício, o indivíduo tem que provar que é um fodido pela vida. Quando menos tiver e mais burro for, melhor pro governo que poderá usá-los em terrorismos pré-eleições. Com os programas da Rede de Proteção Social não havia dado muito certo, já que todos os programas em geral, eram uma grande bosta, mas hoje em dia, com a versão 2.0 deste programa, os beneficiados não pensam duas vezes antes de ver algum anuncio com FIM DO <DIGITE_PROGRAMA_DO_GOVERNO_AQUI>!!!! CORRA PARA SACAR SEU BENEFÍCIO11!.

Enfim, os programas eram pagos iguais é hoje, numa lotérica lotada de pedintes e baianos que pediam àquelas funcionárias: Cquote1.png Ei moça, da pa saca deiz conto ai Cquote2.png

A principal diferença para os bolsa-votos de hoje é que aqueles de antigamente era pagos cada um num cartão diferente. O bolsa-escola era pago num cartãozinho transante e maneiro, o vale-gás era pago noutro, o bolsa-alimentação em outro e assim por diante. Quem tivesse a proeza de ser um completo cigano e tivesse direito a todos os benefícios de uma vez, tinha que fazer mais de trezentas transações de uma só vez, o que travava de vez a fila das lotérias -- que já eram poucas.

Por fim, quem recebia qualquer um dos benefícios, tinha o nome inserido no "Cadastro Único" do governo federal, mas não se engane com o nome, os infelizes tinham que se recadastrar em tudo quanto era órgão do governo cada vez que quisesse se candidatar à algum novo programa lançado pelo mesmo governo.

Estrutura[editar]

Os doze programas que integram a Rede de Proteção anti-Social que tira lixo das ruas e os colocam de volta em suas respectivas casas, eram:

Programas extintos ou fudidos[editar]

Um dos programas dessa rede. Atualmente é parte do famigerado bolsa calça adolescente.
  1. Bolsa-Alimentação – Programa que oferecia às crianças pobres e vagabundas parideiras com até meio salário minimo da época (R$ 50,00) o valor de R$ 15,00 por cabeça (ou sem uma);
  2. Bolsa-escola – Um programa bizarro onde as famílias ganham dinheiro apenas por colocar o(s) pirralho(s) para estuda(rem). Cada cabeça custava R$ 15,00 ao governo.
  3. Auxílio-gás – Esse programa destinava míseros R$ 15,00 pra cada família juntar até poder comprar um gás de cozinha para a prática da afixia, já que comer não iriam poder mesmo...
  4. Programa Brasil Jovem – Um programa onde alguns aspirantes a sem-terra no futuro ganhavam R$ 65,00 de bandeja apenas por serem jovens pobres.

Programas ativos até hoje[editar]

  1. Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) – Programa que tira crianças e jovens do trabalho honesto e remunerado e os levam para a cidade para que possam cometer crimes. Além disso, elas garantem no mínimo R$ 25,00 para cada pai e mãe de familia (nas áreas rurais) para que possam comprar tudo de pinga ou R$ 40,00 às familias dos faveladinhos para que os pais possam queimar um caminhão de crack;
  2. Abono salarial – Um programa pra qualquer um que já foi trabalhou como escravo contemporâneo em algum fast-food ou supermercado, no período de um mês. Ou seja, se você trabalha com carteira assinada em um lugar diferente todo mês, parabéns, já tem direito de sacar seu abono, vagabundo!
  3. Bolsa Qualificação – Outro programa bizarro onde o trabalhador ganha apenas por estudar...
  4. Auxílio-desemprego – Salário de 9/10 favelados. Consiste no pagamento de uma salário por um período temporário de 6 meses variando o valor de acordo com o salário do indivíduo em seu antigo emprego. Até 2016 bastava assinar carteira assinada e ficar de migué por 6 meses pra poder ficar os outros 6 coçando o saco. Hoje é necessário pelo menos 1 ano de labuta ao infeliz que quiser viver disso.
  5. Garantia-Safra – O bolsa-sojeiro é um benefício pago a qualquer azarado do nordeste, já que apenas lá o agricultor não ganha dinheiro. O governo paga R$ 100,00 por 6 meses ao infeliz que for sorteado pela loteria do clima.
  6. Aposentadoria e Pensões Rurais – A previdência social dos caipiras.
  7. Benefício de prestação continuada – Esse é um benefício pago a qualquer velho ou aleijado que comprovar que ganha menos que 1/4 do salário mínimo. Ao fazer isso, os felizardos estarão ganhando um salário minimo sem o menor esforço.
  8. Mamata vitalícia – Um valor pago a qualquer velho que tenha broxado na sua última vez, aqueles que foram tão filhos da puta durante toda a vida que até os próprios filhos passaram a odialo ou simplesmente aqueles idosos do Retiro dos Artistas. A eles são pagos um salário mínimo durante todo o restante das últimas semanas que eles tiverem de vida.

Ver também[editar]