República de Morac-Songhrati-Meads

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Cộng hoà Morac-Songhrati-Meads
Republic of Morac-Songhrati-Meads
República dos Hidroméis (Meads)
Bandeira
Brasão
Bandeira Brasão
Lema: Glória ao capitão Meads!
Hino nacional: Sai daqui China

Localização de República dos Hidroméis (Meads)

Capital Ilha 3
Cidade mais populosa Coral 4
Língua inglês e piratês
Religião oficial Culto ao vento
Governo república absurdista
 - Louco James George Meads
Heróis Nacionais Morton F. Meads
Área  
 - Total 425,000 km² de nada km² 
 - Água (%) 99
Analfabetismo
População 65 algas marinhas 
PIB per Capita
IDH baixíssimo (0% de natalidade) 
Moeda Coco
Fuso horário Acre's Zone Time (AZT)
Clima De guerra
Website governamental Não chegou internet nessas bandas


República de Morac-Songhrati-Meads é, de todas as micronações, a mais oldschool. Muito antes de Molossia, Talossa e outras surgirem do conforto do quarto de algum maluco ou alguém reivindicar um quarto da Antártica pela internet, Morac-Songhrati-Meads estava ditando moda em plenos anos 1870, sendo portanto a bisavó de todas esses paisecos esdrúxulos do mundo.

História[editar]

Como eu não achei nenhuma imagem de Morac-Songhrati-Meads, vou com essa estátua que apareceu quando joguei o país no google.

A história da república (e por conseguinte, de todas as que viriam um século depois) começa em 1870 e alguma coisa. Já que não existem registros desse reino ou melhor, república encantada, vamos chutar o ano de 1870 mesmo, com um certo James George Meads, um serelepe e saltitante capitão da marinha britânica que vinha explorando o auspicioso Mar da China Meridional. Não se sabe o porque de ter se metido nesse hobby ingrato, talvez estivesse em alguma filipina gostosa ou algo assim. Mas nessas suas andanças ou melhor, naveganças, Meads acabou por descobrir as ilhas Spratly, isso mesmo, antes de 8299 países se engalfinharem em disputas por centímetros quadrados dessas ilhotas sem sal: James foi o pioneiro.

Como todo recém descobridor de algo que acha que já vai ficar trilhardário com o achado, Meads já fincou a bandeirinha na areia e reivindicou a soberania do recinto. Mas como o resto do mundo tava muito distraído roubando explorando colonizando outras terras mais afortunadas (aka África) ninguém ligou muito, e o nosso Meads tomou isso com um sinal de aprovação geral e assim foi ficando por lá. O país ganhou assim assado o nome de República de Morac-Songhrati-Meads e pra quem não entendeu Meads é o nome do cara (ah vá, é memo?), só não me pergunte o que é Morac ou muito menos "Songhrati".

Reino da Humanidade[editar]

Em 1914, enquanto o mundo se matava na Primeira Guerra Mundial surgiu a primeira crise da história songhrati e o gópi veio de onde menos se esperava. Nessa ocasião o filho de James, Franklin M. Meads, furioso por não ter ganho o bonequinho do Otto von Bismarck que ele tanto pediu de natal, se rebelou num levante micronacionalista, fundando ali um novo território chamado Reino da Humanidade (ele tava sem ideia pra um nome melhor) que pela sua bandeira psicodélica de tons verdes já se dava pra ter uma noção de como aquilo surgiu. E não deu outra, as microfacções imediatamente se lançaram numa microguerra civil que entrou pros anais da história como a Guerra Civil Songhrati.

O pequeno grande imbróglio se estendeu até a Segunda Guerra, quando enquanto a República de Morac-Songhrati-Meads e o Reino da Humanidade engajavam em mais uma batalha de bolinha de gude pelo destino da nação apareceu o bando de insensíveis do exército japonês e acabaram com a brincadeira. O Reino reunificou com a república em 1963, mas nessa época a piada já tinha perdido a graça e China, Malásia, Filipinas, Taiwan e Vietnam fatiaram as ilhas Spratly, naquela disputa por áreas de pesca do lendário Peixe dentro de outro peixe dentro de outro peixe dentro de outro peixe dentro de mais um peixe que persiste até os dias de hoje.

Política[editar]

A corrente política do governo de Morac-Songhrati-Meads é desconhecida e perdida no tempo, mas pesquisadores da Universidade de Acarajé Feliz especulam que seja o anarcocapitalismo, com base nas cores amarela e preta e o erro de ortografia descarado presentes na bandeira nacional, compatíveis com o QI de quem curte essa ideologia.


Sealand fortress.jpg
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