Reino de Cinzas

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Este artigo se trata de um LIVRO!

Ele tem dedicatória, uma introdução chata pra caralho e assinatura do autor, que com certeza usa gola rolê e um par de óculos.

Outras obras literárias que você tem preguiça de ler.
20100203221304!5 wikipedia-2-550x550.jpg
Piroca de Vidro: Reino de Putas
Reino de Cinzas.png
Capa do livro
Autor Sarah J. Maas
País Bandeira dos Estados Unidos Estados Unidos
Gênero Fanfic de fantasia
Editora Editora Suruba
Lançamento 2018


Reino de Cinzas é o desfecho supostamente glorioso e épico da saga de livros Trono de Vidro, uma obra que comprova que qualquer escritor de fanfic pode terminar milionário se conseguir conquistar o público certo de gurias retardadas. Tirando uma ou outra morte, o final será absolutamente feliz, permitindo que qualquer fã escreva fanfics eróticas da continuação deste livro, pois todos casais terminam vivos.

Enredo[editar]

Aedion e Lysandra no norte[editar]

O livro dá prosseguimento ao romance entre Aedion e Lysandra, que vão para o norte defender Terrasen de um bando de minion genérico enviados pelo grande vilão da trama. O que poderia ser um grande épico de batalhas torna-se apenas uma novela mexicana quando Aedion e Lysandra mais brigam entre si do que contra o exército inimigo. O plano é disfarçar a metamorfa Lysandra de Aelin e assim manter a moral dos soldados na guerra, enquanto Aedion fica ali de brucutu dando porrada em inimigos, tudo enquanto precisam aturar um velho ranzinza chamado Darrow que na verdade é a pessoa mais sensata desse reino, pois entende que os planos malucos dos protagonistas do livro só podem dar certo numa fanfics e jamais numa guerra real. Até o final do livro esses dois vão estar ali no maior perrengue, não importa quantos aliados cheguem.

Tortura e resgate de Aelin[editar]

Após 5 livros, Aelin Galináceos esgotou todo o conjunto de truques baratos ao seu alcance. Seja o velho truque da bijuteria falsa ou o velho truque da metamorfa em seu lugar, então ela passa um bom tempo sendo torturada por um elfo sádico chamado Cairn, porque Maeve deseja saber onde Aelin escondeu seus dois consolos mágicos (as pirocas de vidro, que dão título à série e são os itens mais desejados por todos personagens). Infelizmente Sarah J. Maas não deseja chocar seu público de garotinhas de 15 anos de idade, por isso não espere detalhes sobre como ela chegou a ter as vísceras penduradas para fora do abdome ou detalhes sobre como Aelin teve ambos ouvidos empalados e a traqueia arrancada a partir da boca, você vai no máximo saber da cena que ela teve o rosto queimado numa chapa de fritar hambúrguer, porque nas demais torturas ela desmaia antes da parte divertida sádica. A sua única companhia era Fenrys, nome bem óbvio para quem tem o poder de se transformar em lobo, um pobre coitado que está tão atônito que vai ficar na friendzone de Aelin que nem consegue falar, fica apenas piscando o olho.

Coube a Rowan, Lorcan, Gavriel e Elide resgatar Aelin, três machos milenares e imortais que mais parecem três marombados burros pra caralho que precisam seguir o plano da mortal humana Elide, que deu errado, e Aelin foi quem escapou por conta própria.

Manon e Dorian na procura das Crochan[editar]

O terceiro núcleo do livro é a jornada do casal mais fofo e depravado da série, a bruxa Manon e rei exilado Dorian. Ao contrário dos outros casais, estes aqui não param de transar, toda noite é noite de putaria, e com sorte as vezes há duas páginas inteiras só de descrições sobre como eles transam, praticamente um conto erótico dentro do livro. Quando não estão trepando, Manon e Dorian estão caçando as Bruxas Crochan, que são as bruxas boazinhas, para fazer acordo de paz, algo que conseguem após muitos problemas.

É nesta pequena saga que Dorian e Manon encontram uma aranha metamorfa que se chama Cyrene, a quem Dorian mata e simplesmente rouba sua magia de metamorfose, algo extremamente conveniente. Todo roteirista/escritor quer um metamorfo para utilizar num truque barato no final do livro, e adivinhem? Dorian vai usar esse truque barato de transformar a aparência no final do livro.

Chaol e Yrene junto dos mongóis[editar]

Se você não leu Torre do alvorecer (o que recomenda-se não se fazer, afinal quem quer saber a história do personagem mais sem graça e mais sem sal da série, o Chaol), por ser apenas um spin-off da série, então na verdade se fodeu, porque você não vai entender nada do que está acontecendo neste quarto núcleo de personagens, quando um monte de galinha gigante alada e um exército de mongóis está acompanhando Chaol que agora está casado com uma curandeira chamada Yrene cuja principal habilidade é o girl power e o feminismo, capaz de destratar e rebaixar qualquer homem, sendo ela também capaz de exorcizar capetas. Chaol, Yrene e o exército de mongóis estão ali para defender a cidade de Anielle, algo que falhariam se Aelin não chegasse no final e evaporasse uma represa inteira com seu poder OP de fogo, tipo uma Elsa do Frozen, mas do fogo.

Recuperando a última chave de Wyrd[editar]

Após uma última noite de sexo intenso, Dorian e Manon se separam, porque Dorian decide visitar a base do grande vilão Erawan, que como todo bom vilão fica sentado em seu calabouço só coçando o saco, enquanto seus minions ficam já há cinco livros só acumulando mais e mais derrotas. Descobre-se que Erawan é uma entidade de um outro mundo, o rei dos valg, que acabou ali porque procurava sua cunhada, a rainha valg Maeve. Embora seja temido como sendo uma entidade trevosa e altamente maligna, é burro como se nem tivesse milênios de idade e ao invés de estar com a terceira chave de Wyrd consigo, ele deixa tal tesouro de valor inestimável no pulso de uma prostituta em seu quarto, enquanto fica perambulando pelo seu castelo fazendo porra nenhuma. É claro que Dorian consegue roubar o item, a última chave mágica para fechar o portão do caralho a quatro, banir os demônios e salvar o mundo.

O sacrifício de Aelin e das Bruxas Lésbicas[editar]

Uma vez que Dorian e Aelin se reencontram junto com o exército de mongóis, agora com as três chaves de Wyrd em sua posse Aelin pode finalmente se sacrificar e salvar o mundo. Obviamente não é isso o que acontece porque ela usa o velho truque do protagonismo e simplesmente sobrevive ao sacrifício perante as dúzias de deuses que ela ajudou a levar para a Casa do Caralho, que era o lugar onde eles queriam estar e levariam Erawan junto. Mas de última hora Aelin muda o acordo e prefere que os deuses salvam o fantasminha da Elena, deixando todos os vilões ainda vivos.

Se Aelin não se sacrificou direito o mesmo não pode ser dito sobre as 12 fiéis seguidoras de Manon que no melhor estilo kamikaze se suicidam e se explodem para matar a avó maligna de Manon. A bruxa deixa de ser malvada, fria e frígida e decide ser mais amorosa, embora vá ficar de luto até o final do livro, sem mais sexo também.

Batalha final[editar]

A batalha final teve de tudo, com direito até ao Doutor Estranho abrindo portais para fazer surgir lobos gigantes e pigmeus da floresta para ajudar os protagonistas. Ali reuniram-se todo mundo. Só personagens secundários morrem, como um idoso que ninguém nem sabe quem é, um tal de Murthaug, e o pai de Aedion, o leão de Nárnia. Fora esses e as 12 lésbicas de Manon, todos sobrevivem. Um punhado de protagonistas mata Erawan e outro punhado mata Maeve. Todos os pares que foram incansavelmente shippados ao longo dos seis livros então se casam, e pouco se importa o que o imortal Lorcan vai achar da idosa e mortal Elide daqui uns anos, e o mesmo para Rowan sobre Aelin, ou Aedion para Lysandra, ou Manon para Dorian, imortais e mortais se casam e agora os fãs da série podem escrever toneladas de fancfics eróticas sobre esses personagens todos.