Rembrandt

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Este artigo legalizou o casamento gay, a eutanásia, o aborto, a prostituição, a putaria, a maconha e o cheiramento de gatinhos. O autor abastece seu carro num posto Shell, tem uma TV Philips, bebe Heineken e come queijo gouda com carne de cavalo.
"Autorretrato com chapéu cafona e cara de peixe esbugalhado", uma das infinitas representações de si mesmo que Rembrandt fez em vida.

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Google sobre Rembrandt
Cquote1.png ... Mostrando, em rembrandtescas telas várias; As incestuosidades sanguinárias; Que ele tem praticado na família. Cquote2.png
Augusto dos Anjos sobre Rembrandt

Rembrandt Harmenszoon van Rijn, conhecido apenas como Rembrandt pelo fato de não haver Cristo nesse mundo que saiba ao certo como pronunciar seu sobrenome, foi um famoso pintor holandês, mas que provavelmente você e cerca de 90% da população brasileira nunca ouviram falar. Rembrandt era provavelmente narcisista, pois mais de 50% de suas pinturas eram autorretratos dele. Rembrandt pintou tantos quadros de sua cara, que é possível avaliar a evolução de sua aparência ao longo de toda vida, já que ele tinha no mínimo dois quadros dele mesmo para cada aniversário que fazia. É considerado como um dos mais influentes pintores da Europa e mais importante pintor holandês por muitos. Isso acaba gerando várias contendas e brigas de bar na comunidade dos desocupados estudiosos da história da Arte, pois há uma grande quantidade de fanboys de Vincent van Gogh que se recusam a aceitar tal afirmação.

História[editar]

Rembrandt nasceu em algum lugar da atual Leida, que na época era um dos buracos mais inóspitos de toda antiga República das Sete Províncias Unidas dos Países Baixos, nação a qual teria sido atacada pelos franceses por sua grande plantação de flores, importante matéria-prima para seus valiosos perfumes. Foi o nono filho da família, e só ficou vivo por nascer cinco minutos depois de seus outros dois irmãos. Estes, por nascerem quase ao mesmo tempo, foram enviados juntos para a fogueira, pois não sabia-se qual ao certo teria sido o sétimo filho, e portanto, não se tinha certeza sobre qual dos dois se transformaria em lobisomem.

Rembrandt no auge de sua juventude, sua época de rebeldia e aventuras impensadas.

Seu pai foi Harmen Gerritszoon van Rijn, que como todo bom holandês, era dono de um campo inteiro de moinhos, além de ser muito conhecido na vizinhança por ensinar elfos perdidos a tocar ocarina nas horas vagas. Já a sua mãe foi Neeltgen Willemsdochter van Zuytbrouck, a maior campeã de trava-línguas de sua época, vencendo todos que enfrentava por ser a única a conseguir pronunciar seu nome corretamente. Tudo indica que Rembrandt nasceu em berço de ouro, já que desde pequeno frequentava as tão cultuadas aulas de latim, que ninguém nunca usava, mas que fazia questão de aprender para se exibir para os amigos ignorantes nos churrascos de domingo.

Rembrandt acabou sendo matriculado na Universidade de Leida, mas até hoje, ninguém sabe direito em que curso. Tudo de que se tem registro é de que Rembrandt costumava desperdiçar o suado dinheiro de seus pais ao matar aula para ir encher a cara no boteco em frente a universidade com seus amigos de má índole. Certo dia, em uma de suas noites de bebedeira, após tomar todas, ele decidiu pintar um quadro da dona do bar, uma velha gagá de caráter questionável que incentivava os jovens a esbanjar dinheiro com bebidas alcoólicas. Entretanto, o quadro ficou tão bonito, que em troca dele, a velha lhe prometeu fornecer bebida de graça para sempre. Vendo naquilo uma grande oportunidade para atrair benefícios para si, Rembrandt passou a pintar retratos de todo mundo e vender a preços abismais, o que lhe rendia muito mais do que a mesada de seus pais.

Nessa época Rembrandt teria criado a primeira versão de sua obra mais famosa.

Certo dia, Rembrandt acaba pintando um retrato para um velhaco local, Jacob van Swanenburgh, que após ter contratado seus serviços, confessara estar mais duro que colunista de revista de filosofia. Em troca do quadro porém, Jacob o ensinaria todas as técnicas mais avançadas de pintura, e com isso, ele poderia maximizar seus ganhos. Após três anos de aprendizado, Rembrandt abre uma pequena galeria de artes na garagem de seus pais, onde todas as obras que teria pintado estariam em exposição, com uma minúscula taxa de 50 dólares a entrada. Sua fama começou a ser difundida por todos os cantos, e em pouco tempo, Rembrandt fidelizou uma grande quantidade de clientes, como Frederik Hendrik, Moe Szyslak e Albafica de Peixes. Nessa mesma época, em virtude dos constantes elogios que recebia, ele começou a desenvolver seu narcisismo, e passou a dedicar várias horas por dia a pintar retratos de si mesmo e admirar seu reflexo no lago.

Após se cansar de criar suas obras numa garagem, cujas únicas fontes de inspiração eram poeira e teias de aranha, Rembrandt muda-se para Amsterdã, onde passou a atuar como pintor profissional, dedicando-se a retratos de seus clientes nos momentos em que não estava pintando nenhum quadro seu. Começou a faturar rapidamente, e óbvio, aquilo começou a chamar atenção de várias interesseiras em busca de um burro para se escorar. No final das contas, Rembrandt acabou se casando com a filha do prefeito, Saskia van Uylenburgh, que por já ser uma patricinha por natureza, dificilmente lhe daria o golpe do baú. Naquele mesmo ano, Rembrandt juntou-se a uma guilda local de pintores, que premiava seus membros com itens raros e poções úteis a cada quest de pintura concluída.

Embora tivesse dinheiro suficiente, Rembrandt era um conhecido caloteiro, e nunca pagava o aluguel para o senhorio. Como resultado disso, acabou levando um pé na bunda para fora de seu apartamento. Para não ter que dormir embaixo da ponte, ele se viu obrigado a gastar o dinheiro que tanto preservou com sua avareza, e foi morar em sua primeira casa própria, situada num bairro chique da região. Porém, por ser olho gordo, decidiu optar pela casa mais cara, cujo preço ia além de suas economias. Como resultado disso, ficou devendo até o pescoço, e para não falir, se viu obrigado a ler a Bíblia e pintar quadros religiosos para os vizinhos, que eram todos judeus ou católicos fanáticos. Assim, conseguiu se recuperar, e quitar a dívida da sua casa, recuperando-se um pouco. Embora, desse período em diante ele passou a ter grandes dificuldades financeiras,uma vez que sempre que tinha uma boa grana, costumava esbanjar tudo em investimentos mal-sucedidos, tais como granjas de galinha, brechós de roupa íntima e apostas na loteria.

Eventos infelizes e morte[editar]

Além dos problemas gerados pelos constantes fracassos em investimentos, Rembrandt e sua esposa definitivamente eram a personificação do azar, principalmente para filhos. Seus três primeiros filhos não conseguiram sequer atingir a idade adulta. Não sabe-se ao certo as causas para tanta falta de sorte, mas acredita-se que o casal sofrera com mau olhado de uma bruxa das redondezas, que teria ficado insatisfeita com um dos quadros pintados por ele. Entretanto, o casal não pretendia desistir tão cedo, e a bruxa já estava começando a ficar irritada com tanta insistência. Dessa forma, ela decidiu tomar uma atitude diferente: deixou que o quarto filho do casal sobrevivesse, mas atacou diretamente a fonte de todos os males, amaldiçoando sua esposa com uma tuberculose.

Rembrandt já em idade avançada, lembrando uma versão mais velha e menos papuda de Paracelso, porém, com um chapéu tão ridículo quanto.

Com a enfermidade e inevitável morte de sua esposa, Rembrandt acabou entrando em depressão e consequente carência sentimental, o que possibilitou que a enfermeira e babá de seu filho, se aproveitasse para seduzi-lo e depois lhe dar um golpe, obrigando o pintor a lhe pagar uma cesta básica por mês. Posteriormente, Rembrandt encontrou uma propaganda no Mercado Livre, que estava vendendo as joias de sua falecida esposa a preço de banana. Ele então descobre que a responsável pelo anúncio nada mais era do que a enfermeira, que roubava sua mulher na maior cara de pau durante a época em que cuidava dela. Assim, Rembrandt entra com um pedido na justiça, e a enfermeira é enviada para o Asilo Arkham para apodrecer até seus últimos minutos de vida.

Ainda sentindo a ausência de sua esposa, Rembrandt acaba se envolvendo com a sua nova empregada, com quem acaba tendo uma nova filha, sem saber que ela era na verdade uma freira. Isso acaba resultando na fúria dos fanáticos dessa época, que a excomungaram e expulsaram do convento. Como também tinha parte da culpa no cartório, Rembrandt se viu obrigado a se juntar com ela na marra, que trouxe sua sogra para morar junto com eles. Acredita-se que tenha sido um dos maiores arrependimentos de Rembrandt em vida, e o pintor caíra em nova depressão. Para amenizar a tristeza, ele passou a gastar muito além do que recebia, comprando vários artefatos e itens caríssimos, tornando-se assim um gastador compulsivo. Essa foi talvez a época mais difícil em sua vida, já que suas dívidas conseguiram bater recordes, o que o fez pensar cada vez mais em suicídio. A infelicidade seria tanta que ele não conseguia mais nem pintar seus adorados autorretratos. Vendo o buraco no qual seu pai se encontrava, seu filho sobrevivente, Tidus, oferece um emprego para seu pai em sua empresa de artes, prometendo que o ajudaria a pagar todas suas dívidas caso ele voltasse a pintar quadros e vender para ele.

Rembrandt teria recuperado novamente a vontade de viver, e após suas últimas dívidas quitadas e a morte súbita de sua sogra, ele continuou a pintar grandes obras para playboys e demais riquinhos de sua época. Entretanto, várias desgraças tornaram a acontecer: além da guilda na qual ele trabalhava proibir qualquer um que em algum momento de sua vida tivesse uma dívida tão grande como aquela de participar das quests, tanto sua esposa como sua filho acabaram morrendo antes dele, triturando de vez toda a sua vontade de viver. Um ano depois Rembrandt teria morrido de desgosto em algum lugar de Amsterdã, e enterrado onde hoje encontra-se um complexo aglomerado de bordeis.

Técnica[editar]

Embora a cor dourada tenha sido utilizada para realçar a sua expressão, nesse quadro Rembrandt chama mais atenção por estar parecendo um goblin.

Renomados vagabundos pesquisadores da história da Arte costumam afirmar que a obra de Rembrandt (que muitos afirmam pertencer, de maneira geral, ao barroco) podia ser dividida em duas etapas muito bem distintas entre si. Na primeira etapa de sua obra, suas pinturas eram caracterizadas por serem extremamente ricas em detalhes, porém, tristes e depressivas, cheias de sombras que davam ao cenário todo um ar de lugubridade. As pinturas dessa fase de sua vida não eram recomendadas para pessoas muito sentimentais, pois por elas criarem um clima de desgraça completa, podiam induzir muitos de mente fraca ao suicídio. Após a morte de sua primeira esposa, Rembrandt muda bruscamente seu estilo artístico: ele começa a relaxar mais em seus detalhes, e para mascarar toda a sua falta de capricho, ele passou entulhar seus quadros com borrões dourados. E claro, como qualquer coisa pode ser chamada de arte, ainda assim ele fazia sucesso, embora tudo não passasse de uma tentativa desesperada de enganar a si mesmo e fingir que estava tudo bem.

Não apenas pintura, mas Rembrandt também era conhecido por suas gravuras. Suas gravuras eram estampadas em placas de metal feitas a partir da fundição de panelas velhas que ele tinha em sua casa. Uma vez feitas as placas, com o auxílio de ácidos corrosivos que ele adquiria ilegalmente com traficantes locais de itens para alquimia, o pintor desenhava gravuras em tais placas. Por fim, com a ajuda de prensas, Rembrandt estampava suas figuras nos mais variados tipos de material, como madeira, papel higiênico e abóboras de Halloween. Inclusive, acredita-se que em dado momento de sua vida, com o intuito de pagar suas dívidas, Rembrandt abriu um pequeno estabelecimento no centro da cidade, onde atuava como tatuador profissional, empregando para tal fim o mesmo estilo artístico que tinha desenvolvido para criar suas gravuras. Ele teria tocado o negócio até o dia em que a polícia bateu nas redondezas e fechou as portas do lugar, afirmando tratar-se de um serviço clandestino.

Temática e origem dos talentos[editar]

Rembrandt era conhecido por muitas vezes adaptar suas obras para as crianças.

A temática de Rembrandt pode ser dividida especificamente em três assuntos distintos: autorretratos, arte sacra e pinturas de tiozinhos barbudos aleatórios com roupa negra (muitos preferem usar a expressão "retratos grupais"). Rembrandt em sua época entrou para o Guiness em virtude da grande variedade de pinturas de si mesmo que costumava fazer. Inclusive, muitos psicólogos chegaram a investigar o caso, e tudo indica que o problema de Rembrandt ia muito além de um mero narcisismo, podendo ser considerado algo crônico. Rembrandt também adorava pintar quadros bíblicos de forma inexplicável, o que levanta duas hipóteses: ou ele tratava-se de um exímio papa-hóstias, daqueles fanáticos que chegam a dormir na porta da Igreja; ou ele cometeu tanto pecado em vida que procurava desesperadamente uma forma de se redimir por meio de bajulações à Bíblia. Por fim, Rembrandt costumava pintar quadros de sua guilda sempre que ao lado deles, concluía uma campanha grupal em alguma Dungeon no nível expert, como maneira de registrar os grandes feitos e guardar como recordação em sua casa.

Apesar de tudo, até hoje se pergunta de onde Rembrandt teria tirado tanto talento artístico. Toda a sua capacidade sobrenatural de criar obras de arte com uma habilidade incalculável motivou inúmeros pesquisadores a procurar uma resposta para essa dúvida cruel. De acordo com o famoso geneticista do Instituto Xavier para Jovens Super-Dotados, situado nos Estados Unidos; Dr. Charles Xavier (popularmente conhecido como Professor X), Rembrandt não era um simples humano. Ele seria na verdade um Homo sapiens superior, atingindo um grau de evolução acima de qualquer outra criatura da família. Toda a habilidade em criar obras desse calibre estaria em um gene especial, que permitia a Rembrandt ver o mundo em duas dimensões, conforme sua vontade. Dessa forma, Rembrandt podia ver o mundo tanto em 3D como em 2D, e isso fazia com que se tornasse mais fácil captar um retrato e transportá-lo para uma tela. Ainda de acordo com Professor X, há uma grande possibilidade de Rembrandt ter sido o primeiro mutante da história.

Obras[editar]

A seguir, uma lista das obras do pintor e seus respectivos significados.

Ver também[editar]