Resident Evil 7: Biohazard

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Virtualgame.jpg Resident Evil 7: Biohazard se trata de um jogo virtual (game)

Enquanto você lê, Scorpion esta dando um fatality em alguém.

Resident Evil Seven
Resident Evil VII cover.png

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Capcom
Publicador Capcom
Ano 2017
Gênero Survival horror
Plataformas Preistaichon 4, Xisbox Oni e PC
Avaliação Bom só pra quem gosta de jogo parado e chato
Idade para jogar Livre

Cquote1.png Você quis dizer: Resident Evil: Survivor 2017 Cquote2.png
Google sobre Resident Evil 7: Biohazard
Cquote1.png Ué, cadê o Wesker? Cquote2.png
Fã decepcionado de Resident Evil sobre não ter gostado de Resident Evil 7
Cquote1.png Ué, cadê o Leon? Cquote2.png
Fã decepcionado de Resident Evil sobre não ter gostado de Resident Evil 7
Cquote1.png Ué, cadê a Jill? Cquote2.png
Fã decepcionado de Resident Evil sobre não ter gostado de Resident Evil 7
Cquote1.png Nossa! Tem baús magicamente interligados! Cquote2.png
Fã alegre de Resident Evil sobre ter gostado de Resident Evil 7

Resident Evil 7: Biohazard (se os títulos "Resident Evil" e "Biohazard" já se confundiam, agora que a coisa piorou de vez) é um famigerado jogo de survival horror, e que embora tenha o número "7' na verdade é o 77º jogo dessa franquia visivelmente saturada. O jogo marca a estreia da franquia como jogo exclusivo para a geração PlayStation 4 e Xbox One, sendo também o primeiro da série principal totalmente em primeiro pessoa, sendo o primeiro fps da série.

Produção e recepção[editar]

Embora os Resident Evil 4, 5 e 6 sejam os jogos da franquia mais amplamente vendidos, apreciados e re-jogados, a Capcom decidiu pelo menos uma vez na vida dar ouvidos aos seus fãs mais chatos e acatou a ideia imbecil de fazer um Resident Evil que relembrasse os mais antigos, ou seja, com uma jogabilidade péssima de irritar, pouca variação de cenários, pouca ação e um gameplay curtíssimo que não possui qualquer apelo para um replay, pois pelo visto as pessoas se contentam com apenas cenários sombrios, sustinhos idiotas e o mesmo maldito monstro de fezes que se repete ao longo do jogo inteiro.

A recepção do jogo foi bem dividida. Os jogadores mais saudosistas e puritanos fingiram que gostaram desse Resident Evil 7, uma vez que ele oferece tudo de ruim dos primeiros jogos (jogabilidade travada, munição precária, campanha curta, extrema linearidade), enquanto os jogadores fãs de Resident Evil 6 apenas lamentaram livremente o retrocesso da franquia.

Enredo[editar]

O jogador assume o papel de Ethan, um escravoceta que viaja até o Everglades por descobrir que a sua ex-esposa desaparecida estava por lá por uns longos bons anos. Cansado de só bater punheta dia após dia, ele decide visitar o local onde sua esposa desaparecida estava, sem falar com a polícia, sem levar nenhum amigo, sem levar nenhuma arma, sem consultar o GPS, sem nada, só na cara e na coragem ignorando o que aconteceu em Raccoon City.

Chegando ao local, uma fazenda no meio do nada do pântano, Ethan começa a perambular numa casa aparentemente abandonada fazendo o que se deve fazer em Resident Evil: Xeretar muito! Achando fotos, recortes, bilhetinhos, fitas de vídeo-cassete, ensopados velhos e fuzíveis. Ethan então encontra a sua esposa Mia presa no porão e tenta resgatá-la, porém ela não parece estar bem da cabeça, visivelmente sofrendo de um distúrbio o qual cientistas da Umbrella chamam de "tensão pré-menstrual" que faz a sua personalidade e humor variar, de modo que em um momento ela está doce, em outro ela está tensa e num outro momento está decepando a mão do próprio marido com uma motosserra.

Mia durante um de seus acessos de TPM. Muito cuidado.

Após a briga de casal nos costumeiros moldes sobre como um moderno casal adquire seu divórcio e divisão de bens, Ethan acaba sendo capturado por uma família tradicional de eleitores de Donald Trump (apelidados localmente de "rednecks") e tem sua mão decepada costurada de volta sobre o cotoco, pulso este no qual alguém coloca também um smartwatch do Ben 10 (mas que patrocinado pela Google não tem poderes, cuja única função é de detectar quantidade de germes na mão). Ao recusar-se comer o BigMac vencido esquentado de ontem (típica refeição desse tipo de família) Ethan consegue escapar daquele jantar horrível de família americana, e agora precisa escapar desse inferno. Ethan então recebe uma ligação misteriosa de uma atendente do tele-sexo chamada Zoe cobrando dívidas atrasadas, e para sanar tais dívidas Ethan precisa encontrar uma cabeça e um braço amaldiçoados para fabricar heroína, e passa então a perambular pelos locais mais macabros possíveis na procura destes dois miseráveis itens.

O primeiro chefe acaba sendo então o patriarca da família, Jack Barker, um velhote caipira com visíveis tendências masoquistas, uma vez que o mesmo adora levar pipoco na cara e sempre ressuscitar para voltar a te azucrinar como numa versão sem graça do Nemesis. É um filho da puta racista, pois é aquele responsável por matar o único personagem negro da história. Após muita perseguição, a batalha derradeira contra ele ocorre num abatedouro de porcos, momento em que ele revela seu principal poder de regeneração no qual ele consegue transformar suas próprias fezes nas partes de seu corpo e se manter teoricamente imortal, mas aí você precisa encontrar a motosserra e fatiá-lo em mil pedacinhos até Jack explodir em fezes.

Posteriormente chega o momento de enfrentar a matriarca da família, a Dona Marguerite Baker, o chefe mais nojento do jogo. Após a família Baker ter sido possuída pelo capeta, Marguerite parou de tomar banho e entrou na menopausa o que acabou com sua libido e vida sexual. Após anos sem realizar higiene íntima, sua vagina começou a produzir chatos, carrapatos e outras nojeiras as quais usa para tentar amedrontar Ethan. Para higienizá-la e esterilizá-la é necessário o uso de lança-chamas para que essa velha nojenta seja limpa e derrotada.

Antes de conseguir reunir o tal braço e cabeça do tinhoso para produzir a heroína da Zoe, Ethan precisa lidar com o filho adolescente possuído do casal possuído, Lucas Baker um cara que assistiu muito Jogos Mortais e American Pie. Após vencer os puzzles idiotas de Lucas, Ethan encontra sua mulher Mia ao lado de Zoe a atendente do tele-sexo, que fabrica apenas duas injeções de heroína, para dar aquele barato, mas antes que pudesse usar as injeções Lucas reaparece em sua forma de Shuma-Gorath-versão-fezes gerando mais uma batalha de chefão, momento em que os frames do jogo caem e percebe-se que a Capcom ainda tem muito o que melhorar. Para derrotá-lo Ethan precisa injetar heroína no corpo de Lucas, dando-lhe uma overdose.

Zoe morrendo tragicamente de lepra após ter bebido muito da água do pântano amaldiçoado onde vive o Fantasma do Petrolão e seus Monstros-de-Cocô ambulante.

Como sobra apenas 1 injeção de heroína, Ethan precisa optar em dar para Mia e acalmar a TPM nervosa de sua esposa ou dar a dose para Zoe que é a atendente do tele-sexo a qual ele está devendo dinheiro após tantas ligações. Não importa a decisão, o final é o mesmo.

Ethan e Mia tentam escapar pelo rio pantanoso em um bote foleiro, quando se deparam com um navio-fantasma abandonado, momento em que são atacados por um tsunami de fezes, uma aberração que normalmente só é avistada no rio Tietê mas que de alguma forma está atuando também no Everglades, o cenário do jogo. Com o bote virado e Ethan capturado pelo Elemental-de-Fezes, o jogador assume o controle de Mia, que ao investigar a embarcação fantasma descobre e relembra que aquilo é um navio-petroleiro da Petrobras no qual ela trabalhava, e que foi amaldiçoado por Lula e Dilma quando estes e sua corja pararam de receber do Petrolão. Conforme pode-se ler nos diversos papéis espalhados pelo navio e algumas gravações sobre o que aconteceu no passado, fica claro que em algum momento, enquanto o navio ia para Pasadena, Dilma cagou num dos tanques de petróleo, gerando uma reação química na qual fezes e petróleo começaram a se reproduzir loucamente, produzindo uma série de monstros feitos de fezes com petróleo, que são os únicos inimigos do jogo, explicando assim a sua origem, e uma vez que o navio foi tomado por estes monstros-de-fezes, ele jamais chegou em Pasadena, assim não havendo provas contra a Dilma sobre suas tramoias, a dona da Umbrella Corporations, e claro a explicação do nome da série "President Evil".

Depois que Mia é capturada pela Menina Fantasma do Corredor nesse navio amaldiçoado, você reassume o controle de Ethan que desce numa mina de sal cheias de Monstros-Cocô para você torrar todas suas parcas munições, até finalmente chegar ao chefe final que é a vovó esclerosada caduca que se transforma numa piroca de 40 metros de altura na batalha de boss final considerada a mais chata e fácil de todos os tempos. O combate final é o maior anti-clímax possível que se possa imaginar, confirmando que roteiro nunca foi o forte da Capcom e seus jogos mal feitos.

Então o Chris Redfield aparece, mas aí o jogo acaba.

Jogabilidade[editar]

Um dos cenários convidativos do jogo.

Ethan pode usar pistolas, espingardas, lança-chamas e explosivos para matar os monstros-de-fezes que existem aos montes. A variedade de inimigos é nula, e como esses inimigos são feitos apenas de fezes, eles não dropam itens ou munição que devem ser bem administrados. Além disso o jogador pode se curar tomando banhos com álcool etílico ou mascando ervas, aumentando ainda mais a falta de sentido do jogo.

Resident Evil 7 traz de volta para a franquia a existência dos famosos baús mágicos interligados nos quais você coloca seu excesso de itens numa sala, e esses mesmos itens aparecem magicamente no baú de outra sala a quilômetros de distância. Os fãs da série nesse momento gostam de alegar o argumento "mas é só um jogo" como solução mágica para todos os problemas.

Outro elemento muito comum presente no jogo, é que como matar o mesmo monstro-de-fezes pode ser tedioso demais, ele oferece mais puzzles

O grande destaque, porém, é que o jogo é compatível com o PlayStation VR, aqueles óculos de realidade virtual desenvolvidos para fazerem os jogadores se vomitarem e se cagarem de verdade, por enjoo mesmo e não por medo (que deveria ser inexistente, pois é "só um jogo" como dizem quando perguntam sobre baús interligados).

Personagens[editar]

  • Ethan - Protagonista do jogo é somente um pobre coitado escravoceta que decide viajar para o fim do mundo para obedecer o chamado de sua ex-esposa desaparecida, Mia. É lento, burro, medroso e preguiçoso, o que gera extrema empatia com os jogadores de videogame (os chamados "gamers") que possuem esse mesmo perfil de pessoa derrotada.
  • Mia - Putinha salafrária que trabalhava como tesoureira trambiqueira nos esquemas dos propinodutos do Petrolão, mas que não contava com a Operação Lava-Jato cujas investigações começaram a se aproximar gerando vários esquemas de trairagens entre os corruptos. Numa dessas trairagens o navio-petroleiro em quer ela estava transportando toneladas de petróleo para Pasadena foi sabotado e tomado pela Menina Fantasma do Corredor e seus monstros-de-fezes, de modo que ela ficou presa no interior da Flórida trancafiada no porão de uma família de eleitores do Donald Trump, os Baker, e precisou pedir ajuda para o namoradinho que ela sabia ser um escravoceta e veio logo vir resgatá-la sem nem pensar duas vezes. Apesar disso tudo volta e meia tem crises de TPM e tenta serrar o braço do esposo em acessos de fúria.
  • Eveline - A grande cagadora do jogo, uma patricinha mimada que bebeu algo da Umbrella que não devia e começou a ter uma caganeira brava. Como era uma forever alone rejeitada pela própria família, começou a desenvolver amizade com as próprias fezes, as quais ela deu vida e transformou em todos monstros do jogo. Morre de overdose no final após tomar uma injeção de heroína.