Rhapsody of Fire

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Cquote1.png Três vezes por semana eu tiro a poeira da minha Emerald Sword Cquote2.png
Luca Turilli sobre seu artefato
Cquote1.png Eu assisto mais Senhor Dos Anéis,por isso substituíram o Cristiano Adacher por mim Cquote2.png
Fabio Lione sobre Great Metal Interview
Cquote1.png For the king, for the land, for the moooooouuuntains... Cquote2.png
Fabio Lione sobre Emerald Sword
Cquote1.png Eu queria jogar D&D com o Christopher Lee narrando!! Cquote2.png
Nerd sobre Rhapsody
Cquote1.png Nossa turne incluira Narnia, Mordor e Acre Cquote2.png
Fabio Lione sobre Turne do Rhapsody of Fire
Cquote1.png As forças cósmicas conspiram para o nosso justo, glorioso e imortal sucesso! Cquote2.png
Luca Turilli sobre Great Metal Interviews
Cquote1.png Somos atemporais, nunca assistiram Star Wars?!? Cquote2.png
Rhapsody of Fire sobre Radio Metal Revelations
Cquote1.png É verdade...fantasiamos empunhar instrumentos de batalha em nossos shows! Mas fazer o quê? Nunca se sabe quando um Dragão está por perto. Cquote2.png
Alex Staropoli sobre Radio Metal Revelations
Cquote1.png Amadores... Cquote2.png
Hansi Kürsch sobre Rhapsody of Fire
Cquote1.png Hum...pessoalmente não acho que a defesa com as mãos nuas seja uma técnica equiparável a do peitoral enrijecido. Inclusive temos uma música inédita, The Power Of My Muscles, que aborda esse tema e deverá sair em algum álbum no futuro, tamanha a sua complexidade musical e lírica. Cquote2.png
Luca Turilli sobre The Future of Metal Article

Rhapsody of Fire
RhapsodyBandPic.jpg
True Nerd Force
Origem Itália
País itália
Período 1995 - atualmente
Gênero(s) Cosmic Dragonic Extreme Nerd Metal
Gravadora(s) Wizards of The Coast
Integrante(s) Fabio Lione
Oliver Howlzwarth
Alex Staropoli
Tom Hess
Roberto de Micheli
Alex Howlzwarth
Ex-integrante(s) {{{exintegrantes}}}
Site oficial {{{site}}}



Rhapsody of Fire é uma banda italiana e maior expoente do Nerd Metal. Seus fãs são os mesmos da nata do Blind Guardian, sendo difícil encontrar alguém que não goste de ambas as bandas. Em sua esmagadora maioria (99%) são nerds com mais de 20 anos que possuem sérios problemas de relacionamento e são virgens. Antigamente, a banda se chamava apenas Rhapsody, mas já existia uma banda com esse mesmo nome e Luca Turilli foi obrigado a adicionar o "of Fire" para parecer diferentão e mais nerd. Suas músicas tratam de temas épicos, como guerras, dragões, guerras, espadas, guerras, dragões entre outras nerdices como matar dragões, e tudo isso, claro, com a voz aveludada de Christopher Lee, o Morgan Freeman do mundo nerd, narrando as passagens em que os heróis enfrentam os dragões e entram em cavernas escuras para praticar você sabe o quê.

Perda de Tempo História[editar]

Rhapsody estreou com o álbum Legendary Tales, em 1997 Eternal Glory em 1995. Os co-fundadores da banda, Patricia Pillar Fabio Lione e Alex Staropoli criaram um som épico para essa banda, tanto que as músicas do Rhapsody servem como fundo musical de RPGs, ouvidas por nerds anti-sociais que passam mais de 18 horas por dia na frente do computador, e que as únicas mulheres que já tiveram intimidade tinham .JPG ou .GIF como sobrenome. Esse novo estilo mescla heavy metal, música erudita, nerd metal e toques de celular.

A banda também se caracteriza por suas músicas de nomes gigantescos e adjetivos desnecessários super épicos e nerds, como Triumph for My Magic Steel, Beyond the Gates of Infinity, The Mystic Prophecy of The Demon Knight, Sacred Power of Raging Winds, The Abyssal Gates of The Fucking Cosmic Hell... bem coisa de quem curte uma sessão de D&D mesmo. Essas músicas contém solos poderosíssimos de guitarra, baixo, teclado, bateria, flauta e berimbau.

Uma fato interessante é que após os shows os membros da banda se reúnem com alguns nerdbangers para fazer sexo jogar uma aventura de RPG, onde é bem capaz que saia uma ideia para novas músicas ou um novo álbum.

Cquote1.png *rola o d20* Tirei 2. E agora, mestre? Cquote2.png
Nerdbanger durante a sessão
Cquote1.png E agora a profecia de Dar-kunor se cumpriu. Você será condenado a desinstalar o Tibia, pegar mulher e acabar com sua virgindade de uma vez por todas! Cquote2.png
Christopher Lee sobre o resultado dos dados
Cquote1.png NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO!!!! Cquote2.png
Nerdbanger sobre a profecia de Dar-kunor

Daí, nasce um trecho narrado pelo Christopher Lee (com um coral e um acorde de teclado no fundo) para uma música do próximo álbum.

"Então, depois de tanto tempo, depois de tantos anos caminhando por essas terras enegrecidas pelo ódio dos Deuses, nosso tão amado herói, que outrora fora considerada a esperança para o povo de Andor, falha em sua missão."

Receita Infalível para Músicas do Rhapsody[editar]

Então você é um nerd punheteiro tibiano que curte power metal, mas não tem ideia de como criar sua própria música? Foda-seSeus problemas acabaram! Aqui, na Desciclopédia, você aprenderá a fazer isso da pior melhor maneira possível!


Pra começar, pode ser um nome que pareça bem clichezão, mas que soe épico e diferente. Lembra que eu disse ali em cima dos nomes exagerados? É claro que lembra, seu idiota, você leu isso há cinco segundos.

The Mighty Dragonslayer of the Red Mountains of Death

Não foi difícil! Agora temos que introduzir nosso personagem em nossa história. Podemos, aqui, ter um verso em latim. Mas ninguém sabe falar em latim nessa porra, então pode ser em inglês mesmo. Não se preocupe, um coral entoará a passagem enquanto o baterista espera o momento certo para entrar com o guitarrista.

He's the dragonslayer
He's the chosen one
He'll save our world from darkness
He's the chosen one
He'll save our world from darkness
And decay

E repita.

He's the dragonslayer
He's the chosen one
He'll save our world from darkness
And decay

Pronto, já temos a introdução. Faça isso em todas as suas músicas que nunca dá errado!

O herói precisa ser foda e ter um nome diferentão, porque ele é foda. Pode ser um nome que você viu no Senhor dos Anéis, preferencialmente. Ou não.

Ele também precisa de um motivo para viver, algo que o faça querer buscar justiça.

Pedrinho is his name
He's the chosen one
His sword is made of fire
His penis is too long
He needs to defeat the dark lord to bring peace to our lands again
'He's the mighty one

Faça uma punheta mental com o personagem, pois o mundo precisa saber como ele é foda.

Mas não basta só o personagem. Você está em uma banda de nerd metal. Onde estão as criaturas mágicas de seu conto erótico heróico? Elas precisam da ajuda do herói para restaurar a paz.

The fairies on the misty valleys of dawn'
Are calling his name
The elves want revenge
They're killing the little beauty fairies! Oh no!

E nessa parte ocorre o silêncio. Uns segundos depois, começa um solinho de teclado, e então entra ele, o nerd da guitarra, o manjador das escalas, o punheteiro virtuoso. Começa então um solo de guitarra que alterna com o teclado e o baixo.

À partir desse momento, sua música deve estar pelos cinco minutos de duração. Se não, então continue com os solos. Lembre-se: sweeps, sweeps e mais sweeps!! A música deve parecer um jogo de Atari.

Os solos param, tão de repente quanto começaram. E então, entra o narrador pirocudo, com voz aveludada que nunca desafina. Ele narrará a quest do herói onde ele enfrenta um poderoso dragão, como nas suas outras 57415852795 músicas.

There, across the sea
Came our hero
With his fire sword and his godly semblant of victory
He's prepared to face the black demon of eternal and hellish nights
He carry the hope of our people, may the force be with him

For the sake of these lands!'

Deve haver também partes em que a música fica mais lenta, onde o ouvinte pensa que vai acabar, mas ledo engano! É só uma passagem. O silêncio se quebra com trovões triunfantes e uma orquestra trevosa, como se seu personagem estivesse enfrentando o monstrengo que cospe fogo. E então,começa mais um solo estroboscópico foderoso de guitarra, com escalas maiores e menores tocadas na velocidade da luz misturadas com sweeps, arpeggios, ligatos, tapping, sweeps, tapping, licks satânicos de pentatônica, sweeps, alavancadas, wah-wah e mais sweeps. Mas não deve durar muito, afinal esses momentos servem para o guitarrista se aparecer. O solo termina tão abruptamente quanto começou (de novo), e então entra o baixo. Dudududududum dudududum, uns slaps aqui, outros ali, dududududum e o teclado termina com um acorde. Silêncio novamente.

O vocalista deve voltar a cantar agora. Seu herói enfrenta o poderoso dragão negro do Inferno. Ele deve ser enaltecido, elogiado, chupado deve carregar consigo a esperança de seu povo. Muitos depositam fé nele, e acreditam que ele vai derrotar o mal e trazer a paz eterna para o mundo. Tipo Jesus.

"Oh, dragon, I will kill you!", the young man said
"No, you don't" he answered
"Yes I will!"
The dragon unleashed fire, red hellish fire of death!
The fire burns, burns so much
But he's strong, he's the mighty one

Mais uma pausa abrupta. O coral entra aí, majestoso, cantando "ooooooooooh" ou "aaaaaaaaah" por uns trinta segundos até que guitarra, baixo e bateria destruam tudo. Silêncio novamente. À partir daí, sua música já deve ter uns sete minutos. Se não, mais silêncio. Com uma melodiazinha bem baixa de teclado ao fundo, ou algum efeito tipo chuva. Sério, os nerds adoram isso.

A batalha acabou. Ninguém sabe como, mas o nosso herói Pedrinho foi vitorioso (tem que ser), e agora as criaturas mágicas entoam canções sobre ele. E isso, claro, é narrado pelo Christopher Lee ou outra pessoa com voz aveludada.

Then the battle has come to an end
Peace shall reign on the earth, Jesus is great, praise our savior Jesus Christ
The elves, the fairies, the trolls, the ents and whatever of J.R.R Tolkien's books are singing endlessly
On the highest mountains, where the sun always shine

E aí sua música acaba. Com uns treze minutos, mais ou menos. Se menos, então coloque as tais canções dos elfos, fadas, trolls e etc. Foda-se se ninguém entender o idioma que você inventar na hora, ninguém se importa mesmo.

Pronto! Você tem meia dúzia de nerds pobres baixando o mp3 da sua música para usar na sessão de D&D.

Discografia[editar]

Uau! que espada! (se você também se encantou com a espada, você é realmente um fã de Rhapsody of Fire.
  • Eternal Gloria Menezes (1995): Fala de uma paixão que Luca Turilli teve por Glória Menezes, mas claro, não vingou - era melhor cantar sobre matar dragões. Deixa esse tema para outra galera...
  • Legendary Fails (1997): Luca Turilli conta, nesse álbum, histórias épicas e legendadas, com guerras, heróis, poderes, e claro, dragões.
  • Cacophony of Enchanted Lands (1998): álbum experimental. Turilli e seus colegas de banda misturaram álcool, cocaína e músicas do Candlemass e deu no que deu.
  • Download of Victory (2000): as músicas desse álbum falam sobre o quanto Turilli estava irritado por ter suas músicas sendo baixadas em mp3. O pior é que tais músicas também foram muito baixadas em mp3.
  • Holy Thundercats (2000): canções sobre o desenho favorito de Fabio Lione, em especial a sua musa inspiradora, Cheetara.
  • Rain Of A Thousand Gays (2001): esse disco nasceu de uma aventura de D&D onde os integrantes da banda estavam em uma balada gay.
  • Power Guido of the Dragonflame (2002): músicas que falam sobre Sodoma e Gomorra.
  • Tales from the Everaldo's Suor Saga (2004): álbum ao vivo com participação de Everaldo, o Dotado. Nada mais.
  • The Dark Victoria's Secret (2004): o tema lírico das músicas é mulheres gostosas só de sutiã matando dragões.
  • Cacophony of Enchanted Lands II (2004): álbum experimental, agora com uma presença maior do vampirão Christopher Lee.
  • The Magic is the Card Game (2005): Turilli se orgulhava tanto em ser o campeão de Magic de seu condomínio (era o único jogador) que criou um álbum inteiramente para se gabar.
  • Orgasm or Agony (2006): músicas sobre estupro. E dragões.
  • The Frozen Sperm of Angels (2010): O ato de congelar o próprio esperma já é bem conhecido, mas nunca fizeram músicas sobre isso. E com dragões.
  • From São Paulo to Eternity (2011): O último álbum com Turilli na banda. Quando pisou em São Paulo, viu que estava fodido demais e decidiu se trancafiar no quarto e jogar RPG pelo Skype com os amigos. Rhapsody nunca mais. As músicas desse disco falam sobre poluição, pegação no Ibirapuera, os emos da Galeria do Rock...
  • Dark Penis of Steel (2013): Álbum com o novo guitarrista, Roby de Micheli. Conta a história de quando Fabio Lione foi para um motel na Italia após o fim do expediente em sua pizzaria. Lá, encontrou uma mulher com pele de ébano, linda como a noite, mas que quando a porta do quarto se fechou, surpreendeu-se, pois a mulher gostosa na verdade era um negão com um pênis tão enrijecido quanto aço.
  • Into the Legend (2016): O mais novo álbum dos trutas nerds, onde o guitarrista se tocou que estava em uma banda de nerd metal e começou a fazer solos com sweeps satânicos. As músicas falam sobre a preferência de Fabio Lione e seus amigos por filmes legendados à dublados.

Integrantes[editar]

Fabio Lione - atriz global, cantor castrato e tapa-buraco. Paladino lv. 43.
Alex Holzwarth - cover do The Edge, batereiro e tocador de bongo. Druida lv 48.
Roberto de Micheli - substituiu o Luca Turilli desde sua saída. Guitarrista de sete dedos, fritador compulsivo (mas não tanto como o anterior) e amante de arpeggios. Bardo lv. 44.
Oliver Holzwarth - irmão de Alex. Baixo de 4, 5 e 6 cordas e mestre de RPG. Careca como o irmão.
Alex Staropoli - bombado maníaco, maestro e sonoplasta da banda. Bárbaro lv. 46.

Ex-integrantes[editar]

Luca Turilli - nerdinho fritador, conhecedor e manjador de todas as escalas, arpeggios e sweeps. Saiu da banda por frescura achar que sua história com o Rhapsody of Fire já estava completa, mesmo tendo criado outra banda com o mesmo nome.

Ver também[editar]