Rialma

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Rialma é um pseudo-município de Goiás que quer ser como Ceres quando crescer. Possui completa irrelevância para o mundo. Ninguém em plena e sã consciência conhece esse lugar, as vezes nem mesmo seus próprios moradores conhecem Rialma.

História[editar]

único acesso à cidade pela moderna ponte sobre o Rio das Almas.

"Cidade" criada em 1940 através da Colônia Agrícola Nacional, um projeto criado pelo governo para expulsar a população para o longínquo interior do Brasil em troca de falsas promessas de riquezas em ouro e produtos agrícolas. Depois que o povo chegava por aquele lugar, depois que descobriam na roubada que caíram, devido a ausência de mapas era impossível retornar a suas cidades natais.

A promessa de lotes gratuitos atraiu grileiros de todas partes do Brasil, principalmente de Minas Gerais, que adquiriam o lote de graça e depois vendiam, conseguindo lucro de 100%, como pode-se notar os primeiros habitantes de Rialma eram compostos por antas, bestas e corruptos, exatamente o tipo de pessoa que hoje habita aquelas paisagens.

Ao contrário da organizada Ceres do outro lado do rio, Rialma crescia desordenadamente com várias barracas cheias de barbeiros, o que garantiu o nome de Barraca para a cidade, e o povo conhecidos como barraqueiros eram famosos por lavar roupa suja no rio.

Barraca cresceu de forma impressionante após a criação da BR-153 que liga Analpolis ao cu do mundo. Até que em 1953 é elevado a status de município com o nome idiota de Rialma, e desde então luta para ser um dos piores lugares de Goiás para se morar.

Geografia[editar]

Cidade próxima ao Rio das Almas, onde ocorre a lenda que ali mora o Gasparzinho. O rio é o responsável pelo nome criativo da cidade "Rialma", o rio é responsável também pela proporção de 750 mosquitos transmissores da febre amarela por habitante.

Economia[editar]

A economia de Rialma baseia-se nas vastas plantações de espigas de milho, a matéria-prima essencial da pamonha um dos principais combustíveis do estado de Goiás.

População[editar]

Cidade com pouco mais de 10.000 caipiras, subdivididos em agroboys, agrogirls, velhas gordas fofoqueiras, velhos cachaceiros e crianças com o nariz escorrendo. Todos ganham 1,5 salário mínimo para passar a manhã catando milho na plantação.

Transportes[editar]

Há apenas uma ponte de concreto, madeira e palha que liga Rialma ao mundo exterior.

O interior da cidade é conhecido pela não existência de carros, o povo todo anda de montaria de cavalos, bois e porcos, além de charretes e carroças.