Riau

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Riau é o nome da província mais desconhecida e desimportante da ilha de Sumatra da Indonésia (competindo com Jambi o alto nível de inutilidade). A ilha de Sumatra já é pequena, e ainda dividiram o troço em 10 províncias, então não sobrou muita coisa para Riau, só um espaço para a sua capital, a cidade de Benganucu. Melhor que pelo menos Riau fica perto de Singapura, o único país realmente bom e civilizado ali por perto (Austrália não conta porque tem muita cobra peçonhenta).

História[editar]

Riau é considerado como sendo um dos lugares mais antigos a ser habitado na Indonésia, com descobertas de fósseis que datam de até 20.000 a.C., muito antes de sequer a língua javanesa ter sido inventada, mas acredita-se que os primeiros riauenses falavam o idioma Ni, o que contribuiu para eles terminarem esquecidos pela história para sempre. Agora o que esses proto-habitantes antigos ficavam fazendo ali, ainda é um mistério, pois não tem nada.

Sabe-se que foi só em 1298 que surgiu o primeiro governo no local, o Sultanato da India Gari, que ninguém deu muita moral, por isso ninguém conhece, nem você e nem eu. Se a Índia já é ruim e suja, imagine uma que seja gari.

O desenvolvimento (se é que isso um dia realmente chegou ali) só apareceu com o domínio do povo Siak, uma tribo de índios-japoneses pigmeus que se destacavam pela sua feiúra e dificuldade de se correlacionar com os povos vizinhos. Foi por se acostumarem a viver isolados que os siaks criaram um grande império especializado em vender palmito de má qualidade como se fosse bom, sendo eles os responsáveis pela invenção dos frascos de vidro para palmito, assim poderiam vender por altos preços unidades de palmito extremamente duras e quase impossíveis de mastigar. Os siaks, todavia, não conseguiram oferecer a menor resistência à ocupação holandesa, europeus que desejavam transformar a Sumatra numa grande plantação de cannabis. Os siaks decidiram não criar muita intriga e firmaram um acordo com os invasores, no qual poderia navegar no Estreita da Meleca, região marítima assim denominada por ser reconhecida como depósito de esgoto de todas cidades da Indonésia.

Tradicional festival na cidade de Selatpanjang, um banho coletivo público para que pelo menos uma vez no ano a província de Riau não esteja fedida.

Invadida em 1942, Riau foi o primeiro lugar que os otakus invadiram durante a Segunda Guerra Mundial. 5 milhões de riauenses foram obrigados a assistir Naruto contra a sua vontade, uma tortura tão grande que obrigou o governo dos Estados Unidos lançar uma bomba nuclear em Hiroshima para que os otakus parassem de se expandir.

Com a independência da Indonésia, a ideia inicial era criar uma província chamada "Sumatra Central", mas Sukarno percebeu que ali haviam vários simpatizantes do PIRIRI (Pemerintah Indonesia Revolusioner Indonesia Republik Indonesia), o partido rival, então com o objetivo de enfraquecer a relevância dos adversários, a Sumatra Central (que já era bem irrelevantes) foi picotada em três províncias: Riau, Jambi e Bengkulu, sem contar que em 2004 um movimento separatista bem sucedido garantiu a independência das Ilhas Riau, cuja capital agora é Tuvalu.

Economia[editar]

Riau é considerada como uma das mais ricas províncias da Indonésia (o que não quer dizer grandes coisas, afinal é só a Indonésia). Um vasto produtor de petróleo e gás natural, não que a venda desse produto ajude a população em si, que parecem um bando de chinesinho com cara de pobre. O grosso da população mesmo se sustenta através da coleta e revenda de palmito de má qualidade.

Turismo[editar]

Considerada a décima terceira mais visitada província da Indonésia, o potencial turístico de Riau é equivalente ao de Laos, só que com praias, tanto que a principal atração na verdade é um último resquício que ficou de fora dos separatistas das Ilhas Riau, que é a Ilha Jemur, amplamente visitada por pessoas que não ouviram falar que nas olucas há praias ainda mais paradisíacas.

A maior atração de toda a província, porém é o ano novo chinês de Selatpanjang, que pode ser comparado ao são joão de Campina Grande em termos de expectativa, pois no dia do festejo a população inteira sia na rua com baldes cheios de água e são todos permitidos jogar água uns nos outros afim de lavar a sujeira acumulada de 1 ano sem banho adequado, espetáculo que atrai muitos turistas.