Rio Afrodescendente Esporte Clube

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Rio Preto Esporte Clube
Escudo do Rio Preto.png
Brasão
Hino "Os unidos da favela do Jacarézinho"
Nome Oficial Rio Afrodescendente Esporte Clube
Origem link={{{3}}} São Paulo São José do Rio Preto
Apelidos Jacaré, Verdão do morro
Torcedores Rio-Pretenses
Torcidas Favelados 100%
Fatos Inúteis
Mascote Jacaré
Torcedor Ilustre Zé Jacaré
Estádio Estádio PC Farias, o Riopretão
Capacidade 700 políticos e 1000 favelados
Sede São José do Rio Preto; Rua Mamonas Assassinas, ao lado da loja "Drag Queen's"
Presidente Verdílio Della Porria Netto (também jogador)
Coisas do Time
Treinador Play Freitas
Pior Jogador Nuvola apps core.png Verdílio Della Porria Netto (também presidente)
Melhor Jogador Crystal Clear action bookmark.svg.png Geraldo Magela (o goleiro)
Patrocinador Drag Queen's
Time
Material Esportivo Deca (a marca de aparelhos sanitários)
Liga Campeonato Paulista
Divisão 2
Títulos Não há
Ranking Nacional 9000°
Uniformes



Rio Preto Esporte Clube é um time pobre sediado próximo a um Sex Shop chamado Drag Queen's, em São José do Rio Preto.

História[editar]

Fundação[editar]

Começou a jogar como um time português, ao lado de uma padaria muito rica, que sustentava o time. E foi fundado por Verdílio Della Porria em 1919, avô do jogador e presidente do time, que era dono de um camelô que vendia camisas baratas de um alfaiate muito conhecido na região. Verdílio esteve com alguns amigos e todos fizeram uma suruba a primeira escalação do time.

Existia nessa ocasião, uma agremiação conhecida por "Esporte Clube", composta por algumas firmas da cidade, que estavam a beira da falência. Procuraram seus diretores e assim, anunciaram a fusão, tornando-se assim o "Rio Preto Esporte Clube", como homenagem ao clube extinto (as empresas se extinguiram pouco depois e se transformaram em lojas e viraram favelas). A primeira aparição do time foi contra um time de Taquaritinga. O primeiro gol da equipe foi marcado por um gandula que chutou uma bola durante o intervalo.

Mil anos na Série A2[editar]

Do ano em que foi fundado até 2007, o Rio Preto disputou a Série A2 do Paulistão sem parar, por ser um time minúsculo e sem qualquer chance de competir com os grandes da capital, sempre se contentou em ficar na A2 fazendo número e achando bom apenas ser um suposto time tradicional do interior. Infelizmente em 20-07 acabou acidentalmente ficando entre os primeiros da A2, algo que jamais tinha acontecido, e promoveu-se para a Série A1.

Campeonato Paulista de 2008[editar]

No Paulistão de 2008 o Rio Preto demonstrou porque não deve jogar a Série A1. Num campeonato que o péssimo Guaratinguetá foi líder, demonstrando o nível fraco do campeonato, o Rio Preto conseguiu ser ainda mais fraco e com avassaladoras 12 derrotas em 19 jogos, foi rebaixado logo no ano de estreia na A1.

Estádio[editar]

Fortim[editar]

A equipe possuía o estádio do Dr. Victor Brito Bastos, mais conhecido como Fortim da Vila Redentora, localizado aonde atualmente é uma favela do Jacarezinho.

A equipe foi demolir o local e as riscas do chão eram tijolos que restaram do prédio demolido, por isso diversos jogadores de times como Palestra Itália, Corinthians e São Paulo da Chapada tropeçaram e tiveram fratura exposta, quebrando a perna de todo mundo. O estádio sempre que chovia (mesmo que fosse um chuvisco) amontoava lixo e então, acumulava muita água, trazendo o vírus da dengue para os jogadores, além de também ter uma grande série de sapos e jacarés nadando no estádio e um tiozinho pobre bêbado pescando tilápias para comer no estádio.

Dr. Anísio[editar]

Em 1965, surgiu o Novo Rio Preto Esporte Clube, com novo estádio, novo presidente e novos jogadores, depois de uma comissão feita pelo jovem Paulo Salim Maluf, que anos depois criou impostos para o time pagar pelo estádio, ainda sendo sustentado pela padaria, na qual Seu Manoel Filho, comerciante gay, havia falido e fundado um sex-shop, que virou patrocínio oficial da equipe. O uniforme era rosa e branco, com detalhes em roxo. O comerciante morreu e a equipe foi sozinha até o sucesso, vendendo o estádio para a Panco.