Risco Caído

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Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.


Risco Caído é o nome de uma caverna localizada na ilha de Grande Caralho nas Ilhas Caralho, um antigo local que exibe aos visitantes diversos traços de habitações pré-hispânicas. Quem viveu ali antes dos espanhóis e fez aquilo, ninguém sabe, muito menos como chegaram ali, a teoria mais aceita é que são obra dos oompa loompas que descobriram um portal interdimensional na Papua-Nova Guiné e passaram desde então a utilizar as Ilhas Canárias como residência de verão, mas quando o advento do evento de Tunguska fez com que tais portais parassem de funcionar, a ilha ficou abandonada até ser descoberta pela navegador galiciano Tio1.jpg que demonstrou-se estar cagando e andando para aquelas ruínas velhas, porque nem se interessou em visitá-las, afinal aquilo parecia bem mal construído mesmo.

O nome "Risco Caído" foi adotado por nenhum motivo específico, mas é que sempre na Ibéria existiu essa rivalidade entre Portugal e Espanha sobre quem dá os nomes mais horríveis para suas coisas. Quando Portugal criou "Goa", aí a Espanha decidiu criar o Risco Caído. Não há nenhum rabisco caído na região.

Geologia[editar]

A UNESCO diz que ali tem uma paisagem cultural e sagrada, só não se sabe ainda que cultura é esse e sagrado para quem. O que existe mesmo são ruínas sob uma montanha e restos de uma civilização que parecia estar é entediada de estarem numa ilha sem ter para onde ir, então passavam suas vidas cavando por dentro das montanhas. Como nunca tiveram também aulas de engenharia civil e muito menos arquitetura, é de se perceber como todas essas construções são visivelmente mal feitas, tortas e mal acabadas, tudo explorando a geologia do local, formada basicamente por pedras, montanhas feitas de pedras e cavernas cheias de pedras.

Observatório astronômico[editar]

Interior de Risco Caído, onde um buraco no teto deixa a luz solar passar. Claramente e sem sombra de dúvidas um observatório astronômico alinhado com a Via Láctea, perfeito para gerar um calendário preciso para o povo aborígene local.

Sempre quando os arqueólogos se deparam com uma estrutura antiga e em ruínas, eles tem basicamente três opções de história para inventar. Ou eles dizem que tal ruína é um antigo templo/cemitério de alguma religião desconhecida, ou dizem que é um observatório astronômico que gera um calendário das estações conforme o alinhamento dos astros, ou dizem que são essas duas opções juntas. Para Risco Caído os arqueólogos optaram pela terceira explicação e portanto preferem dizer que são os dois, tudo baseado inteiramente no método científico denominado achismo.

A desculpa para acreditar-se nessa teoria é que nas cavernas do local há buracos disformes no teto por onde entra a luz do sol e essa luz projetada na parede da caverna forma o símbolo do formato do buraco, que é meio redondo, meio retangular, meio pentagonal. Alguns dizem que um buraco no teto de uma caverna não prova nada, mas é bem óbvio que deve significar alguma coisa, afinal, porque seres aborígenes construíram uma caverna numa montanha e não fechariam um buraco no teto da caverna se aquilo não tivesse um propósito? É bem óbvio que é um observatório astronômico mesmo, e a UNESCO confirmou isso em 2019.