Roanapur

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เสือหมัดสอยดาว!

Brasao da Tailandia.png
Acidente sagat.JPG


Este é um artigo de humor da Tailândia. Ele escreve com um alfabeto estranho, sabe fazer um Tiger Robocop e provavelmente luta Muay Thai.

Não estrague este artigo, pois Sagat está de olho!

Bela vista da cidade.

Cquote1.png Você quis dizer: Bangcoc Cquote2.png
Google sobre Roanapur
Cquote1.png Experimente também: Verona Cquote2.png
Sugestão do Google para Roanapur
Cquote1.png Caralho só tem mano estranho por aqui. Cquote2.png
Você ao ver Roanapur.
Cquote1.png CABOOOMM!!! TRÁÁÁÁAÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!! Cquote2.png Cquote1.png Relaxa, hoje está tranquilo, ainda não explodiram nada. Cquote2.png
Habitante da cidade comentando sobre um dia tranquilo.

Roanapur é a fictícia cidade do anime pavio curto Black Lagoon, nessa cidade é onde acontece a maior parte das coisas sobre as quais a história gira em torno, como se o enredo fosse algo além de muito tiro e o shortinho curto da protagonista, elementos essenciais num anime/mangá de sucesso, sangue e sexo, os "esses" do sucesso de uma graphic novel japa.
Mulher de Roanapur, note como é tortuoso o relevo dela, faz muito sucesso com os otakus punheteiros que acompanham a série.

Geografia[editar]

Roanapur está pessimamente localizada, em local onde nenhum corretor conseguiria vender um apartamento popular sequer, fica na Tailândia dos anos 90, ou seja, num local pobre, devastado pelo processo imperialista na região, onde acabou de sair de uma das trocentas guerras da região, tudo graças à maldita guerra fria e seus efeitos nada gelados sobre o Sudeste Asiático.

Situada em algum ponto do litoral tailandês Roanapur não apresenta praias exuberantes, pois senão com certeza o autor já teria feito um capítulo extra com os personagens na praia assando marshmallow à noite, pois esse tipo de clichê sempre assombra qualquer obra japonesa, o que significa que logo os personagens de Black Lagoon irão parar num conjunto de fontes térmicas ou irão fazer um número musical.

O terreno da cidade sofre constantes mudanças, em sua grande parte ao fato das pessoas viverem explodindo a cidade, isso gera deformações no solo e acarreta sérios prejuízos ao habitantes que a cada dia vêem a sua frente uma nova subida ou um buraco similar àquele que outrora brotou em São Paulo na construção do metrô.

Habitantes[editar]

Sempre há a opção de seguir a vida religiosa.

Existem os mais variados tipos dentro da cidade, há pessoas de todos os lugares, afinal ao longo da história é comum ver bolivianos nas ruas de Roanapur, além do fato de que lá tem de tudo, menos tailandeses, mas se tratando de uma obra de ficção é natural que os dados não batam com a realidade. A seguir os principais seres encontrados na cidade:

  • Mafiosos — Uma vez dentro de Roanapur a pessoa se fodeu. Isso porque a cidade ganha de Moscou e do Congresso Nacional no número de mafiosos filhos da puta por metro quadrado. A cidade é completamente dominada pelas máfias, poranto, nada mais normal do que se afiliar a uma para sobreviver, só que todos pensam assim e a cidade resume-se, praticamente, a mafiosos, sendo um ótimo lugar para o Martin Scorcese rodar seus filmes, já que ele adora esse tipo de coisa.
  • Prostitutas — Se você for mulher e não tiver a habilidade da Two hands ou vocação para freira cega ninja tocadora de piano de Acapulco o seu destino na cidade é mofar num prostíbulo fedorento, onde você será obrigada a dar para os caras mais toscos e bizonhos que a sua limitada mente imagina. Prostitutas em Roanapur são uma coisa extremamente natural, numa cidade onde todo mundo se mata por dinheiro o meio mais seguro de arranjar algum é cedendo temporariamente a retaguarda para quem queira, por alguns trocados.
  • Mercenários — Os poucos que se mantêm à parte das gangues do local são obrigados a entrar no esquema também. se está na chuva é para se molhar, se está em Roanapur você é obrigado a carregar uma pistola e ganhar dinheiro com ela. Assim vivem os mercenários da cidade, fazem os trabalhos mais nojentos para a máfia e ganham dinheiro, simples. Essa depois de capataz de mafioso é a profissão mais comum para os homens de Roanapur e de algumas mulheres também, mas para elas ainda é mais seguro ir para um puteiro.
    Dados do último censo do IBGE em Roanapur, 90,78% do dinheiro circulando na cidade fica com a máfia russa, a loirinha fica feliz com isso.
  • Traficante de armas — Profissão menos comum, mas muito respeitada em Roanapur, pois o que seria da cidade sem os fuzis e canhões trazidos por essas pessoas, de uma forma geral esse pessoal se aproveita do fim da URSS para trazer o "material" e revender na região para a manutenção do completo estado de guerra.
  • Trabalhadores Assalariados ou Autônomos legalizados —Em Roanapur ninguém sabe o que é isso, lei de lá é algo como o código de Hamurábi, olho por olho, dente por dente. Ninguém tem profissão digna na cidade, além do mais, se alguém fosse padeiro não teria a menor graça para a história, afinal em Black Lagoon o que importa são os tiros.

Economia[editar]

Toda a Economia de Roanapur gira em torno do tráfico de armas, de drogas e no saqueamento alheio. Roanapur é o tipo do local onde a mercadoria contrabandeada chega e é repassada, a cidade vive disso, todos tiram sustento da morte de africanos naquelas guerras tribais, já que o destino dos armamentos geralmente é esse, perpetuar chacinas ao redor do mundo, convém lembrar que é o sonho de qualquer AK-47 fuzilar meia centena de capitalistas burgueses, elas saem da fábrica com esse pensamento e o mantém até o dia em que vão para o ferro-velho, ou para a reciclagem, caso seu dono seja um ecochato.

Como local de repasse de mercadoria Roanapur vive do lucro do mercado ilegal, só que a cidade sofre com a desigualdade social, todo o dinheiro acaba indo para as mãos dos mafiosos e deixa a população chupando dedo, o que seria palco para mais daquelas revoluções, mas não há quem se meta nessa luta, pois todos já estão em estado de selvageria tamanho que nem daria para organizar todos por que na primeira discussão já sairiam todos na bala.
Destino de um idiota em Roanapur.

Fator importante na economia do local é o porto, por onde tudo chega e por onde tudo sai, tal qual um cnidário. O porto da cidade é o local onde a maioria dos mercenários tenta arranjar algum trabalho, sendo, portanto, o local onde grande parte da população economicamente ativa de Roanapur fica moscando.

Turismo[editar]

Turista que acaba de chegar em Roanapur para passar as férias.

Qualquer um que venha passear em Roanapur tem sérios problemas mentais, sérios. A cidade é conhecida por ser um dos maiores barris de pólvora do planeta e o cara querer fazer turismo num lugar desses no mínimo tem um déficit no número de neurônios ou é um suicida potencial, existe a opção de ser, ainda, um daqueles riquinhos que praticam esportes radicais, mas uma prova de 100m à bala não é algo que possa ser denominado esporte.

Mas caso você acabe caindo de pára-quedas no local você precisa conferir o bar do Bao, um local onde você pode encher a cara, mas é bom tomar cuidado, pois o local tem o péssimo hábito de ser explodido ou ter seu interior fuzilado por uma empregada colombiana highlander, coisa muito comum na cidade.

Outro ponto a ser visitado é a Igreja da região, onde as freiras irão arrancar suas calças pelo dízimo, local das simpáticas irmãs traficantes de armas, Igreja governada por uma madre que mais parece o capitão gancho, o interessante é que nesse lugar já apareceram diversas freiras, mas nenhum padre, o que leva a cnclusão de que o local é regido por sacerdotisas e que a fachada católica é só para polemizar com a Igreja Católica, afinal uma obra de ficção sem polêmica não tem respeito algum ds leitores.
Em média as crianças de Roanapur não chegam a adolescência.

Indicadores sócio-econômicos[editar]

A cidade é uma merda, o saneamento não presta pois os canos sempre acabam explodidos, a distribuição de água e energia elétrica, também, sofre muito com a condição de guerra permanente, e se você pensa em Internet por lá é bom se acostumar a linhas discadas que levam um dia para abrir a página inicial do navegador.

Os governantes da cidade não foram eleitos democraticamente.

A questão mortalidade infantil é preocupante, muitas crianças morrem, isso porque elas desde cedo já brincam com armas e acham que são o Rambo, a expectativa de vida é de menos do que as pessoas de lá gostariam, mas boa parte das pessoas é alfabetizadas, ou pelo menos sabem o suficiente para vender armas e dorgas a quem queira, já a renda per capita é alta, visto que a alta taxa de violência mantém o denominador população em um número baixo.

Política[editar]

A cidade é conhecida pela sua instabilidade, o que reflete-se, também, na política já que quem manda lá é quem tiver o gatilho mais rápido, olha que eles nem estão no faroeste, mas um dado interessante é que em nenhum momento na história foi citado a existência de um prefeito ou político da cidade, não aparece nem xingando o coitado.

Na prática quem manda por lá é o Hotel Moscou, a máfia russa, eles mandam desmandam, explodem o que querem, o que inclui diversas vezes o bar do Bao, o point de Roanapur. Não há legislativo e o judiciário tende a ser o humor dos russos, num regime que pode ser chamado de totalitário ou classificado como pura anarquia mesmo.

Ver também[editar]