Roderico

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Roderico indo sentar a porrada nos árabes.

Cquote1.png O meu bisavô pode ter sido um grande Rei, mas piadista ele era péssimo! Cquote2.png
Ali Toledo sobre Roderico

Roderico ou Rodrigo (para os seus intimos), foi o último rei visigodo da Hispânia, de 710 até 711. Com ele terminou o Reino Visigótico de Toledo, onde seus descedentes tiveram que fazer de palhaços para poder sobreviver na miséria extrema que viviam.

A sua breve história[editar]

Eleito em Cortes muito disputadas depois da morte de Vitiza, além de uma grande e gorda propina aos votantes, provavelmente na Primavera do ano 710 virando então um Cortes como haviam falado. Segundo uma tradição seria filho de Teodofredo e neto de Chindasvindo, por eles serem mais nobres e os preferidos do papai também. A Monarquia Visigoda era eletiva, não hereditária, mas os partidários do filho de Vitiza, Áquila, não aceitaram a sua eleição e abriu-se um período de guerra civil, pois todo mundo queria mandar naquela cidadezinha. O breve reinado de Rodrigo terminou com a Batalha de Guadalete, sucumbiu ante a invasão muçulmana para implantar na marra o mulsumanismo por lá, atraída pelos partidários de Áquila, entre os quais se destacava o governador de Ceuta, o conde Julião ou Olião, a quem a lenda atribui a paternidade da ultrajada Florinda, além da criação do terrorismo profissional (apesar deles apenas exercerem uma única vez o seu cargo).

Como o Rodrigo morreu?[editar]

A data da morte de Rodrigo não é certa, já que seus irmãos apagaram para que eles não sejam presos por assassinatos. Mas a batalha de Guadalete teve lugar em Julho de 711, mas ao que parece ele teria sucumbido em Segoyuela (714), pois ele morreu em casa mesmo. Segundo o abade António Carvalho da Costa, na sua "Corografia Portugueza e Descripçam Topografica do famoso Reyno de Portugal, tomo II, Lisboa, 1708", Rodrigo foi expulso da Andaluzia e teria buscado refúgio na Lusitânia, onde poderia ter tentado fundar o seu reino, já que existia em Feital (Trancoso, distrito da Guarda) uma sepultura com a inscrição "Aqui jaz Roderico, rei dos godos, que Deus o trate da mesma forma que a gente o tratou aqui" e que se conservava no século XVIII na igreja de São Miguel de Feital.

Já seus descedentes ficaram na miséria total sem ter um rei para sustenta-los, sendo forçados a trabalharem como humoristas dos reinos, que davam muito, mas muito pouco e que ficaram assim até nas atualidades (ou não).


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Os bárbaros vêm aí... Olê olê olá!