Rogéria

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Dark-Art-Grim Reaper 01DesktopNexus.jpg Rogéria já morreu!

E ninguém chorou no velório!

Clique aqui pra ver quem te espera no inferno

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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Rogéria.
Crystal Clear action bookmark.svg.png Rogéria Crystal Clear action bookmark.svg.png
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Cquote1.png Em Cantagalo, nasceu a maior bichooona e sapatão do Brasil – no caso, eu – e o maior macho do Brasil, Euclides da Cunha Cquote2.png
Origem Casa do caralho, Bandeira do estado do Rio de Janeiro Rio de Janeiro, Bandeira do Brasil Brasil
Sexo link={{{3}}} Gay Viadão
Ocupação Drag queen
Profissional
Profissão Anterior Ator
Conchavo Todas as bibas
Maior Escândalo Nunca fez cirugia de mudança de sexo
Perfil
Nível de Inteligência Icon 00 percent.png Morto
Plásticas Nunca. Mas, isso vale também para a mudança de sexo
Vícios Ser gay
Emissora Atual Rede Globo
Preferências
Livro Nuvola apps bookcase.png Rogéria – Uma mulher que é um homem
Música Emblem-sound.svg.png I Will Survive
Prato Cu assado
Filme A Surbuba, com Paulo Silvino (2011)



Rogéria, alcunha de Astolfo Bráulio Pinto, (Cantagalo, 24 de maio de 1924 - Rio de Janeiro, 4 de setembro de 2017) foi um ator gay brasileiro.

Biografia[editar]

Rogéria nasceu no interior fluminense e desde cedo simpatizou com a causa gay, inclusive sendo um torcedor símbolo do Time do Ricky, a mesma cidade de outra figura célebre - como declarou, “Em Cantagalo, nasceu a maior bichooona e sapatão do Brasil – no caso, eu – e o maior macho do Brasil, Euclides da Cunha”. Desde sua infância tinha consciência da bicharia e aos 24 anos virou travesti e assumiu uma carreira de drag queen. Antes disso, virou figura assídua no auditório do Silvio Santos onde dava o cu, particularmente dando o toba nos programas estrelados pela cantora Emilinha Borba e de quem era fan bicha louca.

Ao vencer um concurso de fantasias no carnaval de 1964, tentaram renomeá-la de Astolfo, "que fazia fuder de vez a vida dele (dela, com todo respeito)", para Rogério Ceni, que levou os viadinhos do carnaval a gritos de "Rogéria", inspirando o nome artístico dele(a).

Rogéria se considera drag queen lésbica e confessa nunca ter tido vontade de realizar a Mudança de sexo, declarando-se que quis dar o cu para muitas mulheres vestidas de macho, mesmo ficando puto(a) mandando a fazer a passar por essa cirurgia no período em que morava no Acre.

Carreira[editar]

Trabalhou como travesti, maquiadora da TV Rio, assessor(a) do ditador Clodovil e ator (atriz) pornô, ao lado de nomes como Alexandre Frota e Bruna Surfistinha. Quando visitou São Paulo, Rogéria iria conhecer o seu grande amor: Laerte.

Em 2016, lançou sua biografia Rogéria – Uma mulher que é um homem, de Marcio Paschoal (uma sapatona que se veste de homem).

Com a camisa do seu time do coração.

Já estava na hora![editar]

Em 13 de julho de 1900 e guaraná com rolha, a atriz foi internada devido a uma infecção no piru, permanecendo por mais de 8 mil horas em uma clínica em Campinas, em algum lugar que ninguém sabe. Em 8 de agosto, Rogéria foi novamente internada no Hospital Vão Todos se Fuder, na Favela da Rocinha, por causa do pênis ficar muito, mas muuuuuuuito grande que delícia, cara. E em 25 de agosto foi transferida da UTI mais podre já feita durante o governo Lula do hospital para a puta que pariu. No entanto, seu quadro clínico piorou pra caralho após um sexo anal com Pablo Vittar, seguida de um anschluss feito por Reichtangle, causa de sua morte em 4 de setembro de 2017, aos 666 anos.

Filmografia[editar]

  • 1994A Suruba Secreta
  • 1991A Maldição do Soh Da Ku
  • 1979Rogéria intrometendo Alexandre Frota
  • 1970O Travecão
  • 1968Enfim Sós... Com Vera Verão
  • 1958O Homem Que Dava a Bunda
  • 1957Uma Bicha Muito Louca
  • 1953Balança a piroca

Ver também[editar]

Vídeos[editar]