Rondônia

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Percival Farquhar sobre Estrada de ferro Madeira Mamoré em Rondônia
Cquote1.png SOCORRO PELO AMOR DE DEUS! Cquote2.png
Marechal Rondon sobre após conseguir instalar uma linha telefônica em Rondônia
Cquote1.png Uma turma de políticos corruptos vai aprontar altas confusões numa terra pra lá de arrepiante! Cquote2.png
Narrador da Sessão da Tarde sobre Rondônia
Cquote1.png Ah, Rondonópolis!!! Cquote2.png
Pessoas do centro-oeste que confundem uma cidade do Mato Grosso com o Estado de Rondônia

Rondônia é um estado "brasileiro" com crise existencial por não ter uma cultura própria e sólida, afinal o interioRR (puxando o RRR) é composto basicamentes por gaúchos que insistem em tomar a porra do chimarrão mesmo sob um sol de 40º e paranaenses (que sonham em voltar para o Paraná) enquanto a capital é infestada de uma mistura de cearenses com indíginas.

Tabela de conteúdo

[editar] Origem

Rondônia é uma das 20 e tantas unidades federativas do Brasil e possui como DD o número 69.

A par de alguns evangélicos que se arriscavam no século XVIII a ensinar a importância do pagamento do dízimo aos índios, a região do Vale do Guaporé começou a ser explorada por ordem dos Coroas Portugueses em razão da descoberta do ouro, do suco Gummy, do pó de pirilimpipim (na fronteira com a Bolívia), entre outras riquezas da vegetação local.

Com a assinatura do Tratado de Petrópolissshhhh (na linguagem culta dos fluminenses), em 1903, o desGoverno Brasileiro ordenou que fosse construída uma Estrada de Ferro, ligando o Brasil à Bolívia, para fins de tráfico de matériassssh primasssssh com o governo do imperador Morales I.

Muitas dificuldades foram encontradas pelos desmatadores desbravadores da região, principalmente em razão dos ataques dos índios das tribos bunda-lê-lê, xiri-ké-paw e aki-dawanus, além dos próprios ursinhos Gummy que pulavam na cabeça de quem se aventurava pelas florestas e das constantes picadas dos mosquitos transmissores de doenças como febre-amarela, febre-te-foid, dengue, malária, sífilis, gonorreia e viadite (esta última, até hoje sem cura, ainda é considerada uma pandemia de proporções mundiais).

Extintos os ursinhos Gummy e os índios à base da bala, os unicórnios encantados migraram para o Acre e muitas mulheres da vida foram até Rondônia em busca de melhores condições, e a partir daí a região sofreu um considerável 'boom' populacional.

Já durante a Segunda Guerra Mundial, um Decreto-Lei criou o Território Federal do Guaporé, composto por uma partezinha aqui do Amazonas e outra partezinha ali do Mato Grosso, influenciando a maior produção de sucos Gummy, de pó de pirilimpimpim e de balas de borracha a serem utilizados pelas forças Aliadas.

Na década de 50 houve a migração de milhares de nordestinos descendentes de Lampião, pertencentes à etnia dos "cabeças chatas". Com a criação de uma Lei Federal a região passou a se chamar Território Federal de Rondônia, em homenagem ao Marechal Cândido Rondon, que estava perdido na mata, e, na intenção de instalar um telefone na região para ligar pra casa e passar a mensagem de: "Socorro me tirem daqui", teve um surto psicótico e matou em série os milhares de índios e ursinhos Gummy restantes, sendo então eleito o segundo maior serial-killer indígena e gummyígena.

Em 1981 o Território foi elevado à categoria de Estado Brasileiro. Por volta do mesmo período, sulistas pobres e fazedores de churrasco migraram para a região, sobretudo paranaenses, gaúchos e mais um punhado de paranaeneses, com a pretensão de expropriar os indígenas, plantar café e criar bois (elemento "elementar" em sua cesta básica). Estes passaram também tomar posse de cargos nos três poderes, fazendo com que Rondônia adquirisse certa notoriedade, transformando-se em notícia nos quatro cantos do país pela honestidade.

[editar] Principais Cidades

  • Porto Velho do Oeste (capital, povoada por bandidos de todas as etnias e seus descendentes)
  • Ji-Paraná do Oeste (também conhecida como ji-paradise)
  • Ariquemes do Oeste (conhecida por "treme-tremes" em razão da violência e da malária)
  • Cacoal do Oeste (recebeu o nome de Cocôal pela grande quantidade de excrementos, mas na hora de registrar em cartório houve erro de digitação)
  • Vilhena do Oeste (colônia paranaense)
  • Jaru do Oeste (cidade hospício)
  • Rolim de Moura do Oeste (colônia paranaense e terra do imperador Evil Kassolus)
  • Guajará-Mirim do Oeste (bi- sexual -nacional Brasil-Bolívia e principal portal de entrada de tráfico de pó de pirilimpimpim)
  • Guayara-Mirin do Oeste (bi- sexual -nacional Bolivia-Brasil)
  • Espigão do Oeste (conhecida pelas espigas pequenas)
  • Ouro Preto do Oeste (o ouro aqui é preto, não sei porquê)
  • Buritis do Oeste (capital dos fugitivos do Linha Direta)
Típica moradia de um habitante de Rondônia.
  • Alta Floresta do Oeste (construída em cima da baixa floresta do leste)

Entre outras.

[editar] Problemas ambientais

O estado sofre seriamente pela grande população de evangélicos per capita, sendo atualmente a população de evangélicos no estado de 508%. Segundo o CDH, esse número excede em 2120% o limite tolerável de chatos per capita. O estado de calamidade pela qual passa o estado gerou uma onda de migrações de rondonienses para Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins. O número crescente de igrejas evangélicas torna a situação ainda mais preocupante, pois segundo estudos da Human Rights Watch, uma revolução dos cahtos pode estourar até 2020, formando o Estado Independente da Coligação Triangular do Quadrado Redondo do Sul do Oeste de Rondônia, que serviria de abrigo para traficantes de drogas, Diogo Mainardi e (no pior cenário imaginado) mais evangélicos.

Outro grande problema para o estado foi a inserção de espécies alienígenas em seu meio ambiente. Além dos búfalos, o grande número de paranaenses trazidos do sul para povoar o interior do estado acabou gerando grandes danos ao ecossistema local. Devido a falta de predadores naturais (Chuck Norris) os paranaenses puderam procriar em larga escala. Com o crescente aumento da população, eles acabaram por exterminar todos os indígenas no interior do estado para sacrifícios humanos em rituais pagãos de culto a Adolf Hitler, Jorge Bornhausen, Jaime Lerner e Roberto Requeijão Requião]].

[editar] Geografia

O estado de Rondônia está localizado a noroeste do estado de Mato Grosso, ao Sul do Estado do Amazonas, e a leste do "Acre", região mais popularmente conhecida como "o sovaco do Brasil" (e sem desodorante). Possui extensa fronteira com a Bolívia, o que garante ao estado o posto de quinto maior portal de entrada de pó de pirilimpimpim e outras substâncias ilícitas do país (atrás do Amazonas, Paraná, Guarulhos e a sede do PT).

[editar] Clima

Rondônia está pouco abaixo da linha do Equador, e o clima é o Equatorial Úmido QC (que calor), segundo a classificação climática de Köppen-Geiger. Chove e faz calor de outubro a abril. Não chove e faz calor de maio a setembro. As temperaturas médias variam entre 216°C no verão chuvoso e 198°C no inverno seco. A precipitação anual varia de 180.000.000.000 a 240.000.000.000² mm e a umidade relativa do ar é de 150%, de modo que os rondonienses praticamente respiram água e são por isso considerados seres submarinos.

Em junho, um fenômeno natural conhecido por "frieira" abala a região, época em que as temperaturas chegam a glaciais 95°C. Nesse inverno semanal, os rondonienses declaram calamidade pública nas cidades e se vestem como esquimós. Há relatos não confirmados de mortes por congelamento.

[editar] Segurança Pública

Não há. Na época da povoação dos indígenas, unicórnios e ursos gummy não havia violência, e cada comunidade vivia em plena paz consumindo as coisas que a natureza dá. No entanto, após o massacre promovido pelo desesperado Marechal Rondon, que pretendia estender um fio de telefone até o resto do Brasil para pedir que o tirassem dessa terra assombrada (e também ligar para o disque-amizade), e ainda com a chegada de sulistas e nordestinos, entre eles os grandes imperadores Confucius e Evil Kassolus (derrotado num torneio de quebra-cabeças de 4 peças por George W. Bush), Rondônia se tornou um expoente de todas as formas de violência: cultural, mental, sexual, bandidal e policial. O rondoniense, assim, se habituou à violência dos governantes, sendo considerado um povo submisso e humilde, até que apareça uma chance de poder roubar e violentar os conterrâneos.

[editar] Economia

No Estado de Rondônia não há economia, a população vive a base da troca (escambo) de mercadorias naturais e favores. O pouco capital que circula no Estado decorre de doações do Governo Federal e mesadas de políticos e empresários que vieram de outros estados.

Apesar do considerável volume de importação de pó de pirilimpimim, marijuana e outras coisas que "foi Deus quem criou", o capital decorrente dessas transações não fica no Estado, já que essas mercadorias são normalmente enviadas para outras unidades da federação.

Em Rondônia foram construídas diversas usinas hidrelétricas graças à grande quantidade de Peixe Elétrico nos rios da região.

[editar] Esporte

O esporte preferido dos rondonienses é a Sinuca, com o Levantamento de Copo ficando em segundo lugar. Geralmente, as duas modalidades são praticadas ao mesmo tempo e no mínimo 5 vezes por semana, o que torna os habitantes de Rondônia grandes desportistas.

Em Rondônia não tem nada mais pra fazer mesmo.

[editar] O que tem em Rondônia?

Típica Lampada de uma residência Rondoniense

[editar] O que não tem em Rondônia?

  • entrada e saída
  • Time de futebol da série A
  • Time de futebol da série B
  • Time de futebol da série C
  • Clima propício para o desenvolvimento humano
  • Asfalto
  • Energia
  • Gás Oxigenio, as Pessoas que moram Lá respiram apenas fumaça e Poeira
  • Político honesto
  • Polícia
  • Rondoniense bonita
  • Faixas de trânsito
  • Infelizes que não entendem a piada e confundem desciclopédia com wikipédia na hora do trabalho escolar.
  • Internet
  • Civilização
Entrada de Rondônia.
v d e h
RONDÔNIA
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