Rondonópolis

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Município de Rondonópolis
"Sojalândia"
Bandeira de Rondonópolis.png
Bandeira
Aniversário 10 de abril
Fundação 10 de dezembro de 1953
Gentílico Folgado
Lema Não deixe para amanhã, o que se pode deixar para depois de amanhã
Apelidos Cidade Vermelha, Cidade Inferno
Prefeito(a) Leona Vingativa
Localização
Localização de Rondonópolis
Estado link={{{3}}} Mato Grosso
Mesorregião Goiás Mato-Grossense
Microrregião Favelas de Rondonópolis
Municípios limítrofes Juscimeira, Poxoréo, São José do Povo, Itiquira, Pedra Preta, Santo Antônio de Leverger
Distância até a capital 1.113 km
Características geográficas
Área 10 km²
População 1 milhão de jacarés, 60 mil pés de pequi, 25 mil metralhadoras, 5 mil granadas, 2 mil comunidades LGBT, 10 mil turistas do interior do estado e 210 mil habitantes. hab. est. 2006
Idioma Não disponível
Densidade 7000 hab/km, epa! 6998 hab/km, perai, perai! 6666 hab./km²
Altitude -666 metros
Clima Semelhante ao do Inferno AAAAA!
Fuso horário UTC -4
Indicadores
IDH +-1,9999 PNUD/2000
PIB R$ 000.000.000,00 (usado para a Copa de 2014) IBGE/2010
PIB per capita R$ 0.000.000,00 (foi usado pra fundar Várzea Grande) IBGE/2010

Cquote1.png Você quis dizer: Rodo de Anápolis Cquote2.png
Google sobre Rondonópolis
Cquote1.png Isso é soja moço, não é ouro não. Cquote2.png
garimpeiros de Diamantino sobre Rondonópolis
Cquote1.png Báh Tchê, tri legal isso aí guri. Cquote2.png
Rondonopolitano sobre Rondonópolis
Cquote1.png Finalmente vou morar em uma cidade grande. Cquote2.png
Cortador de cana Jaciarense e futuro morador de Rondonópolis
Cquote1.png Não usamos balas de festim, não brincamos em serviço, ou tem, ou não tem munição Cquote2.png
Polícia de Rondonópolis sobre Munição de festim
Cquote1.png Rondonópolis era verde, antes da nossa chegada. Cquote2.png
Família Maggi
Cquote1.png Meu pai planta soja. Cquote2.png
Rondonopolitano, xavecando uma paulistana
Cquote1.png Rondonópolis fica na Rondônia, né?? Cquote2.png
Paulistana sobre Rondonópolis
Cquote1.png Terra boa demais pra morar. Cquote2.png
Qualquer fazendeiro gaúcho sobre Rondonópolis
Cquote1.png Ah, Rondonópolis? Já vi na tv, não foi lá que a polícia... Cquote2.png
Qualquer um sobre Rondonópolis
Cquote1.png Múúúúúúúúúúú Cquote2.png
boi sobre Rondonópolis
Cquote1.png Copa do mundo tem que ser em Rondonópolis, não em Cuiabá!!! Cquote2.png
Rondonopolitano indignado por Cuiabá ser sede de Copa de 2014
Cquote1.png Ave Maria, Tamô chegano meu rei. Cquote2.png
Bando de baiano num pau-de-arara chegando em Rondonópolis depois do anúncio de empregos no Jornal Nacional
Cquote1.png La tem mais moto que gente, mais gaúcho que moto e mais acidente de moto que gaúcho. Cquote2.png
IBGE sobre Rondonópolis
Cquote1.png A gente também tem uma Av.Paulista! Cquote2.png
Rondonopolitano tentando impressionar
Cquote1.png Vocês tem onça de estimação? Cquote2.png
Paulista sobre Rondonópolis
Cquote1.png Nunca vi, nem comi, eu só ouço falar Cquote2.png
Paulista sobre Rondonópolis

Maggiópolis Rondonópolis é a terceira, ou segunda, ou quarta, ou quinta maior cidade do estado do Mato Grosso dependendo do ponto de vista. Os rondonopolitanos se consideram a segunda maior cidade do estado, atrás apenas da capital Cuiabá porque desconsideram Várzea Grande dizendo que esta é apenas um bairro de Cuiabá. As vezes os rondonopolitanos também gostam de se considerar como a capital do estado, assim como se dizem a cidade que mais cresce no Brasil, a cidade que mais produz soja, a cidade mais bonita, a cidade com mais árvores (sim, mais que Goiânia e Brasília juntas, apesar da família Maggi), a cidade com mais gaúchos (mais que o estado do Rio Grande do Sul todo), a cidade com os melhores times de futebol de estado (juntos somam 2 títulos em mais de 50 anos de campeonato estadual).

História

O vilarejo que se tornaria Rondonópolis foi estabelecido em 1890 por Cândido Rondon, um famoso marechal brasileiro responsável por ter descoberto o Acre segundo alguns historiadores, embora outros defendem que ele descobriu apenas Rondônia que leve seu nome. Foi então construído ali o primeiro telégrafo do Brasil, tecnologia na época responsável por enviar para a capital Rio de Janeiro informações preciosas sobre o Inferno.

Estabeleceu-se como cidade mesmo a partir de 1940, com a chegada de baianos mais pé-rapados que qualquer outra coisa, seduzidos pela oferta de trabalho semi-escravo oferecida por alguns paulistas que também por ali chegaram, perpetuando assim o vilarejo que acabou se tornando uma corrutela.

Geografia

Rondonópolis tem um relevo interessante, são duas subidas e descidas e ambas se encontram nas milhares de pontes do Rio Ararebosta Arareau (um córrego na verdade que Marechal Rondon criou pra servir de fossa para seu acampamento, mas rondonopolitano adora aumentar tudo que é de lá e chama aquele coisa de rio...). Esse "rio" tem diversas pontes espalhadas ao seu redor, o equivalente a uma ponte e meia por habitante.

Umas das subidas, dá acesso à Vila Operária, um lugar fácil de se chegar mas dificil pra sair, pelo menos com o que você chegou. De lá se pode chegar a uns bairros, mas não se tem notícia de nenhum visitante que sobreviveu a uma ida até lá, apenas os nativos são conhecidos e ainda assim são poucos vistos.

O horto florestal é a área com maior concentração de árvores da cidade (uma a cada 27km²) é um dos locais prediletos dos idosos que se reúnem pra fazer uma caminhada de 3 minutos e depois se empanturrar no cais. O mesmo acontece ao redor da Igreja de São João Miguel Arcanjo.

Clima

O clima é tenso... Muito tenso. A cidade é a terceira cidade mais quente do pais, só perde de Cuiabá e Barra do Garças. Assim como Mossoró, Porto Velho, Fortaleza, Teresina, Natal, Rondonópolis é uma das únicas cidades do Brasil que têm as quatros estações bem definidas: Verão, calor, quentura e mormaço.

Economia

Panorama de Rondonópolis e sua meia-dúzia de prédios, o que faz a população nativa crer viver numa metrópole.

A economia é formada basicamente por soja, algodão e qualquer coisa que se possa plantar, inclusive maconha. Gado também dá dinheiro lá.

As madames, esposas dos fazendeiros plantadores de qualquer coisa ou de gados, movimentam o comércio de tudo que seja fútil e caro, quanto mais caro for um produto em relação à sua inutilidade, mais tal artigo é vendido na cidade.

As festa di pião e us rodeiu cauntrin, movimentam uma dinheirama desgraçada naquela porra, por isso que existem mais de um milhão e meio de duplas sertanejas na cidade. Os vilenses (habitantes que só aparecem na cidade para irem ao shopping tirar fotos com a máquina digital da tia rica, porque moram longe de tudo e tem que ir de ônibus porque a bicicleta foi roubada está depenada e não pode andar na cidade senão os homi pega ou os amarelinhos dedam) também movimentam um dinheirinho tentando ficar parecidos com os Agroboys e Agrogirls, mesmo que no final não passem de uma versão bem engraçadinha deles, vale a pena ver.

Existe um mercado onde todo mundo compra no varejo, que se chama Atacadão de Rondonópolis. É normal ver no inicio do mês vários caminhões cheios de índios que não tem nenhum contato com homem branco, ouvindo IPOD, MP4 e também comprando novos jogos para seus XBOX 360.

População

A população rondonopolitana é formada principalmente por índios (que habitam a praça dos carreiros e chegam a chamar o "coreto" de oca), universitários paulistas que ficam reclamando do calor mas ficam alegres ao saber que Rondonópolis é a cidade mais "colorida" do país, onde a quantidade de gays, supera a quantidade de bovinos, caipiras que depois que são mandados embora das fazendas ou vão pra antiga rodoviária tomar carotinho, ou montam uma péssima dupla sertaneja, revoltados, agroboys, agrogirls, paty de vila, boy de vila, policiais, vacas e plantadores de soja de origem sulista, que trouxeram consigo integrantes do MST vagabundos.

Um fato intrigante, na verdade perturbador, sobre os homens rondonopolitanos, é que quase todo habitante tem uma dupla com quem faz música sertaneja, todos horríveis e tentando imitar a dupla do momento.

Já as mulheres rondonopolitanas são consideradas as mais bonitas do pais e uma das poucas que não são interesseiras por quem tem carros, mas sim por quem tem o pênis maior.

Transportes

O trânsito de Rondonópolis é um caos, só tem moto, carro de burguês e ônibus pra todo lugar que se olha. Tem mais moto do que gente, mais moto-taxita do que moto e mais ônibus do que rua e mais semáforos do que poste, apesar de rondonopolitano não saber ler semáforos pois passam o dia inteiro ignorando sua sinalização ou buzinando para quem para no sinal vermelho.

Ônibus existem aos montes, mas não nos horários que a população precisa. Alguns trajetos de ônibus fazem um nó ou seguem por caminhos desconhecidos em horários não determinados ou sem qualquer importância.

Fora as carroças que aparecem com mais uma dupla sertaneja (ou puxando a carroça, ou sobre ela) bicicletas e skates que já frequentam as ruas na forma de meio de transporte.

A maioria da população, porém, anda a pé mesmo, porque não possuem dinheiro para comprar uma bicicleta moto financiada em 600 prestações!!

Cultura

Em Rondonópolis são praticadas diversas vertentes de cultura como: suinocultura, agricultura, piscicultura, apicultura, e a classe médiacultura que é a mais curiosa de todas.

Em Rondonópolis existe um pequeno-grande grupo de pessoas que são chamados pelos vilenses de "aquele lá tem dinheiro", a famosa classe média rondonopolitana que faz questão de mostrar para seus amigos também pertencentes do grupo, o novo apartamento de 500$ mil reais em frente ao shopping, o amigo que não é nada besta compra um apartamento no andar de cima ou então uma luxuosa mansão financiada em 600 meses no Village o Cerrado, tudo para se sentirem poderosos e influentes diante a familia Maggi, grupo de caldos de galinha que dominam a cidade. A classe média rondonopolitana adora exibir sua vida pomposa mostrando suas festas caras, seus carros importados e gente famosa no único centro de eventos da cidade Centro de Eventos Ipê e o novo Centro de Eventos Millenium, cujo estacionamento de ambos ficam abarrotado de Land Rover, Fusions, Hillux, Mercedes, Camaros, Dodge RAM, enfim tudo 150% financiado. É comum na classe média o programa Tela Vip (onde tem um apresentador babaca e que ganha 2 mil por mês que se acha rico andando no meio da "high society") que sempre mostra um novo bar ou restaurante caro (que fecha em três meses por causa dos tiros), a dona do programa uma afortunada socielite adora exibir sua Land Rover (do marido) de 400$ mil na Avenida Lions Internacional (uma avenida onde ficam as pessoas retardadas e sem dinheiro admirando os caros luxuosos que passam e ficam se embebedando), sempre com os vidros abertos, ar condicionado ligado e um cigarrão do lado de fora. A classe média rondonopolitana faz parte de mais de 90% da população, o número é alto por que desses 90%, 100% são fazendeiros. Basta você morar em um apartamento financiado na Vila Aurora ou em uma mansão no Village do Cerrado e ter um Corolla ou uma Hillux prata (também financiado)que você ja faz parte desse invejado e invejoso grupo da high society.

Quanto aos costumes da classe baixa rondonopolitana, além de falar mal de Cuiabá ou tentar fugir, o rondonopolitano tem hábitos curiosos. Nos fins de tarde, os crias sempre colam na casa (leia-se mansão de soja, ou algodão...bom deu pra entender) do mais chegado (na grana) pra tomar um téres, bater um pôquer ou truco fumar um narguilé, beber uma vodka ou qualquer coisa que o papai deixou em casa, isso tudo ao som do hit do momento que é tocado no mp4 do carro que os pais deram para ele por passar em algum curso do Cesur. Esse hábito é repetido (de uma forma mais loser) pelos vileiros, que tomam uma latinha de Crystal ao som de carros da década de 90 comprado com o dinheiro das compras de casa de 3 meses. As amigas, sempre vão nos barzinhos da moda (aqui não é citado nomes, porque estão em constante "mudanças") desfilar as roupas compradas na Multimarca e lojitas para madames e filhotas, depois acentuam suas qualidades corporais deixando metade da cidade com vontade de levar uma gracinha daquela para cama, mas se você não tiver um S10, Corolla e afins, se fudeu, ela vai dar pra outro.

A galerinha alternativa (estudantes da UFMT, revoltados e afins) se juntam em churrasquinhos, pra fumar um, falar mal da cidade e da falta de cultura, apesar de ninguém saber o que é isso, reclamar que não pega mulher (bonita) ou reclamar que estão vivos.

Outro costume que está se tornando tradição graças aos gaúchos e seus Centro de tradições gays Gaúchas, os CTG'S, a cidade de Rondonópolis conta com umas das mais modernas boates gays da América Latina, voltada para o público mais delicado, as mais de 1699 festas G, como são chamadas, acontece analmente anualmente. Ao custo de 0,20 centavos, a entrada , as festas G, são o que mais moderno se encontram hoje no hall de festas eletro-music-gay do pais. O que mais chama atençao nessas festas é a enorme quantidade de pessoas bonitas que ali frequentam, o que levou até os representantes do guinness book, verificarem se o record de mais pessoas bonitas por metro quadrado era daquele lugar.

Esportes

A cidade possui três times de futebol que são a tristeza e vergonha da cidade.

O mais tradicional e também o mais derrotado é o Rondonópolis Esporte Clube (REC, por que ninguém perde o tempo pronunciando esse nome inteiro e chamar só de Rondonópolis é queimação de filme). O REC, tem um monte de cor, e sua torcida é formada por moto-taxistas cansados de sofrer por todos aqueles sulistas torcedores dos outros dois times e sempre se sentiam deslocados.

O União Esporte Clube (colorado, time antigo de 36 anos de existência que é 35 vezes vice-campeão do estado), time que ganhou um título conquistado com muita garra, suor e um "incentivo" do governador ao time do Operário de Várzea Grande. Sua torcida é formado por imigrantes sulistas torcedores do Internacional de Porto Alegre, por isso as cores do time são vermelho e branco.

O Sociedade Esportiva Vila Aurora (Vila Aurora é bairro de burguês e habitado por imigrantes sulistas torcedores do Grêmio) é o time com as cores branco e azul, sendo detentor de um título estadual e um da Copa do Governador (o que o faz recordista de títulos disparado na cidade) e é patrocinado por todos os rivais empresariais patrocinadores do União.

Em Rondonópolis se praticam outros esportes além do futebol, há até atleta campeão para-panamericano e para-olímpico residente na cidade, mas ninguém se importa.

Arremesso de peso (gordinhas encontradas facilmente em qualquer lugar da cidade), empilhamento de latinhas (há uma casa feita inteiramente de latinhas), corrida com obstáculos (as centenas de ladrões que fogem da cadeia tem os muros das casas como obstáculo) são outros esportes muito praticados.

Lazer

Todo rondonopolitano adora falar bem do Cais, um amontoado de lojinhas de souvenirs prestes a declararem falência, bares fedidos e caros e o camelódromo da cidade. Localizado às margens do Rio Vermelho (vermelho porque é sujo pra cacete), o Cais é o principal ponto de encontro dos índios mais moderninhos que se encontram todo fim de tarde para andar de skate e fumar um <s<baseado</s> cachimbo da paz. Lá estão os índios da tribo Babakana, que sempre reúnem a galerinha para comer lanches maneiros e super higiênicos ou ir para o bar do momento enquanto é tempo (eles costumam falir depois de 4 meses de atividade, se bem que ultimamente eles estão durando, graças a UFMT que fez com que estudantes de todo pais se mudassem pra Rondonópolis e fumar maconha escondido dos pais é, obviamente, frequentar os barzinhos alternativos do Cais)

Alguns moradores mais antigos preferem um passeio na Praça Brasil (inicialmente chamava-se Praça Bolívia, devida à dúvida da localização exata da cidade).

Os agroboys e patycows frequentam os bares mais caros, enquanto os hipsters rondonopolitanos estão fazendo festas em lugares novos pseudo-cults para tomar café na cidade e ouvir The Drums e Metronomy.

A cidade possui um shopping, construído inicialmente como esconderijo do dinheiro sujo, quer dizer, mal lavado, opa... enfim do padroeiro da cidade. Mas foi descoberto que era tudo intriga, o dinheiro dele estava em Miami em paraísos fiscais.