Rosenery Mello

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Aff amaury.jpg Este artigo é sobre uma subcelebridade

e já foi figurante em programa de auditório.

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Loser 2.JPG Rosenery Mello já morreu!

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Capa da Playboy com a Fogueteia na capa. Mais de sete exemplares vendidos.

Rosenery "Fogueteira do Maraca" Mello do Capitão Nascimento Barrichello Barcelos da Silva (Complexo do Alemão, 1 de janeiro de 1966Ostracismo, 5 de junho de 2011), conhecida simplesmente como Rosenery Mello foi uma torcedora de futebol, capa da Playboy e subcelebridade brasileira. Considerada por muitos a primeira Geisy Arruda da história, fez fama meteórica (ou seria foguetórica?) num tempo em que ainda não existia YouTube, nem BBB.

É comum confundir Rosenery Mello com Rosane Collor de Mello, ex-primeira-dama ex-gostosa do Brasil, ex-mulher de Fernando Collor de Mello, até porque ambas são contemporâneas. Collor se elegeu em 15 de novembro de 1989, derrotando o então barbudo comedor de criancinhas Luiz Inácio Metalúrgico da Silva, atualmente conhecido como Lulinha Paz e Amor. Tal troca mostra-se um equívoco, principalmente por que, ironicamente, a ex-primeira-dama era muito mais gostosa, e muito menos capa da Playboy que a fogueteira.

Nota-se o grau de subcelebriedade de Rosenery pelo simples fato de que, três parágrafos depois do início desse artigo, as melhores referências à fogueteira são coisas que não dizem respeito à ela.

Fama[editar]

Rojas: Bem que eu sabia que ia precisar desse bisturi algum dia!

Rosenery "Fogueteira" fez fama por, em 3 de setembro de 1989, no Maracanã, supostamente acertar o supostamente goleiro supostamente chileno Roberto Rojas (também chamado Rojão) com um artefato militar, um sinalizador da Marinha do Brasil, durante jogo entre Brasil e Chile pelas eliminatórias para Copa de 1990, na Itália.

À essa época, era perfeitamente aceitável o porte de material militar, garrafas de cerveja de vidro, baterias anti-aéreas e outros apetrechos bélicos em estádios.

Na maior inocência, a jovem fogueteira apontou o sinalizador na direção de Bebeto, atacante bom moço da seleção canarinho. A ideia brilhante da maria-chuteira, segundo a própria Geisy dos anos 80, era chamar a atenção do jogador.

O rojão caiu perto de Rojas, que por acaso tinha um BISTURI escondido na luva, caiu no chão, cortou o próprio supercílio, e fingiu ter sido atingido pelo sinalizador e pediu pra sair, junto com todo elenco chileno, que na ocasião perdia por 1 a 0 e tentava evitar vexame maior.

O juiz, argentino é claro, acreditou!

Rojas esqueceu-se, no entanto que estava na Globo, sendo narrado por Galvão Bueno, e que obviamente a tv de Roberto Marinho ia sugar até a última gota de sangue tudo o que pudesse transformar em "matéria" para o Fantástico. Numa das mais de 8000 reprises, alguém acabou notando que:

  1. Rojões não fazem cortes, mas queimaduras
  2. Não havia cabelos queimados
  3. O delay entre a queda do rojão e a queda do Rojas foi de 5 minutos

À Fifa, Rojas justificou que o bisturi era para, caso necessário, realizar operação de emergência em algum jogador chileno ou brasileiro, caso, por algum motivo óbvio e bastante comum, alguma torcedora com minhocas na cabeça e portando um sinalizadora da marinha, resolvesse acertar alguém com o foguete.

Cquote1.png Sempre carrego esse bisturi, desde o início de carreira. Foi com ele que passei em minha primeira peneira, ameaçando o técnico, e foi com ele que cheguei à Seleção Chilena. Cquote2.png

O Chile foi banido de jogos oficiais por 4 anos, não participando da Copa da Itália nem da seguinte, nos Estados Unidos. Não que fossem se classificar para esses campeonatos, mas ao menos a suspensão serviu de pretexto, sem necessidade do vexame de perder as eliminatórias.

Rojas também foi banido do futebol, mas, anistiado, entrou para o departamento médico do São Paulo Futebol Clube onde, com seu bisturi mágico, realiza cirurgias diversas nos atletas são-paulinos. Desde implantação de próteses mamárias, até mudança de sexo.

Já a fogueteira aproveitou os instantes de fama e faturou US$ 40.000,00 posando para a Playboy. A revista masculina apostava em um estouro de vendas, mas deu chabu.

A morte[editar]

Rosenery Mello morreu em 5 de junho de 2011. Segundo o boletim médico divulgado, a causa da morte foi ostracismo cerebral.

Ver também[editar]

Vídeos[editar]

Ligações externas[editar]

Jogadora de futebol cosplay.gif

Rosenery Mello é uma Maria Chuteira!

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