Rota da Seda

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Rota da Seda é o nome da milenar estrada asiática que levou anos para ser concluída, e empregou o trabalho de centenas de trabalhadores, escravos e contabilistas. Os chineses criaram grandes quantidades de bicho-da-seda para reunir uma seda especialmente forte necessária para manter a estrada, por sua vez, os árabes construíram ferraduras com cascos mais suaves, de maneira a reduzir o desgaste dos animais ao longo do percurso, enquanto os europeus inventaram a dívida externa e o capitalismo de maneira a explorar, saquear e sugar todos recursos dos países orientais usando argumentos econômicos como justificativa.

Com um tamanho total interligando a Bósnia à Pequim atravessando toda Ásia é a maior mais antiga estrada do mundo. Quando foi finalmente concluída, a Rota da Seda se estendia por toda a Ásia sendo tão árdua de viajar quanto conquistar a Ásia no War (se o jogo de War já tivesse sido inventado para ser muambado nesta rota) e teria sido visível do espaço (se o espaço já tivesse sido inventado nessa época).

Transporte antigo[editar]

Os primeiros povos a se interessarem por estrangeiros foram os egípcios, afinal na terra deles só existiam um rio que os alagavam em toda primavera, areia e pirâmides, é legal de visitar para turismo, mas viver lá era um verdadeiro tédio. Por este motivo os egípcios tiveram a vontade de visitar novos lugares. Só que estamos falando de 4.000 a.C. e eles foram os primeiros a criar estradas para a Ásia Interior, mal sabiam eles que milênios mais tarde usariam estas estradas alguns malucos barbados de turbante empunhando cimitarras invadiriam o Egito no século VI em nome de Allah.

Gregos[editar]

O primeiro homem a modernizar a Rota da Seda foi Alexandre, o Grande durante a expansão helenística. Como todos sabemos, Alexandre era ocidental e portanto gostava de soltar a franga, e achava as rotas asiáticas muito precárias e feias. Alexandre ficou tão fanático em seu plano de tornar a Rota da Seda algo mais fashion, pulverizando purpurina e seda ao longo de toda rota até a fronteira entre Índia e Paquistão, onde elefantes indianos com cara de malvados pararam seu avanço.

Exploração Chinesa[editar]

Um produto exportado na rota: a seda, tecido gostoso e macio que todo velho continente era ávido em experimentar.

Como sabemos, a princesa chinesa lá bebeu chá com bicho-da-seda e percebeu que esse bicho em contato com o chá cagava um fio macio que podia ser teado e fabricar calcinhas de alta qualidade. Como sabemos também, a economia mundial é movida pela calcinha, sejam elas comestíveis ou não. Os chineses prontamente falsificaram a própria seda e agora necessitavam exportá-la, nada melhor do que lotar burros de carga e mandá-los para a Europa na Rota da Seda cada vez mais modernizada.

A Rota da Seda chegou ao seu auge por volta do ano 100 a.C. por proporcionar o transporte rápido e menos confuso de muambas por toda Ásia, não só a seda mas também toneladas de papoulas e haxixe, aumentando substancialmente o comércio e a felicidade da China e Irã, bem como para muitos países menores e menos interessantes ao longo dessa rota como Cazaquistão. Foi esse caminho que Marco Polo iria viajar em sua jornada para encontrar seu amigo Gengis Khan. Estradas semelhantes à Rota da Seda foram planejados na Europa e na África, mas ninguém podia competir com o fervor comunista do esforço chinês.

Romanos e a Seda[editar]

Uma múmia branca foi escavado na Bacia do Tarim em 1910 por Sir Macaca Smith. O tamanho mumificado da piroca da múmia confirmou que a mesma tinha genes europeus, o que veio a provar a hipótese controversa de Sir M. Smith que os brancos já tinham uma vez atravessado a Rota da Seda para civilizar os asiáticos selvagens, mas devido à preguiça de voltar, criaram por lá mesmo o tal de Império Romano do Oriente.

Era Mongol[editar]

O Império Mongol expandiu-se no século XII graças à rota da seda. Há uma crença errada de que eles eram guerreiros implacáveis e militarmente dedicados, mas na verdade não passavam de bons vendedores de calcinhas de seda e guardanapos de seda, ambos produtos essenciais para qualquer país asiático da época, que acabou todos naturalmente anexados.

Exploradores europeus[editar]

A Rota da Seda foi finalmente destruída durante as guerras napoleônicas, quando a seda entrou em declínio devido à antipatia com a crueldade para com os insetos bicho-da-seda do Imperador. Desde então a Ásia caiu em descrédito e depressão econômica do qual nunca se recuperou totalmente.

Em 1958, Emílio Garrastazu Médici, o 33º presidente brasileiro, designada a parte da Rota da Seda como a Transamazônica.