Rumiko Takahashi

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Haruhi.jpg

Made in Nihon i_i

Este é um artigo kawaii ¬¬ com tecnorogia japonesa, né? (ou não i-i)
Os otakus adoram falar sobre isso xD
Mas se vandarizar, o Saga vai mandar você MORRER, SEU VIADINHO! i-i

Masashi kishimoto.jpg

Rumiko Takahashi é mangaká
E certamente é do Japão.

Se vandalizar, Kira vai escrever seu nome no Death Note

Cquote1.png Ela deve ter algum problema de dupla personalidade... Cquote2.png
Inuyasha sobre Rumiko Takahashi

Cquote1.png Eu que o diga... Cquote2.png
Ranma Saotome sobre Rumiko Takahashi
Cquote1.png Eita baranga! Cquote2.png
Qualquer um sobre Rumiko Takahashi

Rumiko Takahashi é mais uma daquelas autoras de mangá (mangaká, se você for otaku) com sérios problemas mentais, que desconta suas frustrações e angústias da vida criando histórias idiotas e sem sentido algum, com muito conteúdo sexual subliminar e algum humor para entreter os otários não menos infelizes que ela. Ou seja, praticamente a mesma coisa que nós fazemos aqui na Desciclopédia.

Do nascimento até a morte os dias atuais[editar]

A criança que permanece bela.Parece a Chiquinha

Essa puta velha feia pra cacete jovem senhora nasceu dia 10 de outubro de 1957, na província de Niigata, Japão. Ironicamente, seu nome significa "a criança que permanece bela", mas ela não permaneceu nem uma coisa, nem outra. Convencida de que jamais seria como suas colegas de classe, um bando de japinhas gostosas que certamente se tornariam atrizes daqueles seriados toscusatsu de 1900 e guaraná com rolha, Takahashi decidiu virar mangaká, aproveitando sua cara de manga chupada.

Para atingir seu medíocre objetivo, a então jovem Rumiko se inscreveu no curso Son Goku Sonjuku, uma espécie de escola feminina para mangakás (?!?) cujo sensei era simplesmente Kazuo Koike, o autor de Lobo Solitário. Naquela mesma época, Takahashi tinha recém-entrado na faculdade, então, para passar no curso, ela quis dar para Koike. Mas o cara arregalou bem seus olhinhos puxados e viu o abacaxi que ia levar (afinal, ele também nunca foi nenhuma belezura pra ter mulher querendo dar assim, do nada...), passando sua aluna imediatamente, mesmo sem ela saber desenhar direito.

Aos 21 anos, em 1978, Rumiko-san ganhou o concurso anual de novos talentos da editora Chega com o Cano (que os japas n00bs pronunciam "Shogakukan"), e começou a ter seu primeiro trabalho profissional publicado: Urusei Yatsura, na revista Xô, nem Sundae (ou, para o povo nipônico, "Shonen Sunday"). Claro que, para emplacar, ela foi logo apelando pra putaria, desenhando mulheres seminuas querendo dar pra um tarado punheteiro. Assim, os nerds, digo, os otakus, logo se identificaram com a história e Takahashi pôde relaxar e gozar.

Ou não. E não mesmo. Gostaram tanto de Urusei Yatsura que fizeram a pobre infeliz (já viram pobre feliz?) fazer aquela merda por nove anos e, depois, a fizeram publicar outra joça que durou vários anos, chamada Ranma 1/2. Mas a gota d'água viria em 1997 (mas nem ela sabia disso), com a porra intitulada Inuyasha, que durou "apenas" 11 aninhos! Tudo isso na MESMA revista, da MESMA editora, para a qual a anta da Rumiko Takahashi se presta a trabalhar (e se humilhar) até hoje.

Ah, mas ela ganha dinheiro, né? E bota dinheiro nisso! Essa vaca tá na lista das 10 pessoas mais ricas do Japão! Mas, este ano (2008), ela não apareceu na lista dos 10 mangakás mais amados por lá, possivelmente por causa da sua enrolação em Inuyasha. Bem Feito! MWAHAHAHAHA!

Obras que você conhece[editar]

Inuyasha[editar]

Fanart mil vezes melhor que o desenho original.

Sua obra mais famosa, que conta a história de uma guria retardada consegue a proeza de cair dentro de um poço enquanto procurava seu gato para cheirá-lo (o que a dependência faz com as pessoas...). Detalhe que o poço fica em sua própria casa. Por que raios alguém vai ter um poço em casa?! Bom, deixa pra lá. De tão chapada, ela pensa que voltou no tempo e está no Japão feudal, 500 anos atrás, e começa a ver monstros e um cara com orelhas de cachorro dormindo. Achando que são de gato, ela chega mais perto para cheirar, mas aí ele acorda porque a guria acidentalmente tirou seu lacre. Decepcionada, a versão japonesa da Carla Perez, que se chama Cagou-me, descobre que na verdade ele é um lobisomem malfeito que às vezes ganha orelhas normais e tinge o cabelo de preto (o que acontece é que ela tem essa visão quando não está sob o efeito das drogas, o que é muito raro, portanto é mais fácil pôr a culpa no sobrenatural). Outros personagens bizarros aparecem aqui, como um padre monge tarado que violenta mulheres, uma mulher que caça animais em extinção alegando ser uma exterminadora de youkais, um garotinho furry extremamente afeminado (ou seja, gay), uma gata de dois rabos que pega fogo, cresce e fica dentuça, uma mulher-zumbi que come almas e é feita de estrume... Ah, e não podemos esquecer do terrível vilão que tira aliados do cu e tem voz de locutor de rádio.

=== Ranma 1/2 === Como tem gente ignorante nesse mundo, porque antes de criticar não faz uma obra como Ranma... Esse artigo é lixo...

O cara de verde e a garota de vermelho são a mesma pessoa, e o panda é o pai (?).

Sua segunda obra de maior sucesso, e também a mais noiada. Ranma 1/2/3/4/5/6/7/8 de setembro de 2010 é o nome de trabalho do travesti Ranma Saotome, que desde criança é noivo de uma lésbica só pra disfarçar seu caso com Ronaldo, seu melhor cliente. Quando seu pai (o dele também) descobre a profissão do filho, Ranma inventa que caiu numa tal de fonte mágica que o amaldiçoou e o transformou em mulher. Claro que o véio não acredita, mas aproveita pra usar a desculpa da fonte pra dizer que foi transformado num panda muito escroto (na verdade, ele é um furry em estado terminal e se sente bem usando aquela fantasia ridícula de panda comprada na 25 de Março). A história da fonte logo se espalha e todo mundo começa a usar isso como pretexto para justificar suas manias bizarras. Shampoo, por exemplo, é conhecida por seu vício de cheirar gatinhos, e diz que na realidade ela é que é um gato transformado pela tal fonte! O único personagem cabra ômi que admite que é naturalmente nonsense (tá, ele não admite, mas pelo menos não usa aquela fonte idiota como justificativa) é Happousai, um velhinho tarado que adora roubar lingeries das personagens femininas bonitas da série. OBS: você reparou que eu escrevi várias vezes a palavra fonte?

Urusei Yatsura[editar]

O primeiro trabalho profissional de Rumiko Takahashi. Foi copiado por uma penca de animes famosos, embora tenha uma história mais tosca que sei lá o quê. É o seguinte: uma princesa alienígena vem à Terra e passa a freqüentar a mesma escola que um estudante terráqueo normal pelo qual se apaixona. O cara nunca fez lá muito sucesso com as mulheres, mas isso muda radicalmente. Embora seja muito inteligente, a garota citada anteriormente é extremamente ingênua, já que não é um ser humano, e também sofre bastante por seu amado, que a princípio estava interessado em outra. Claro que não podemos esquecer dos demais personagens, que são muitos e entopem a obra, deixando muitas vezes os protagonistas em segundo (terceiro, quarto, quinto) plano. Como você pode ver, o enredo é muito podre, mas o que não falta aqui é mulher de todas as espécies e com todos os poderes possíveis (literalmente falando). Dizem que Rumiko desenhou em Lum Invader, a protagonista, toda a beleza que jamais possuiu, e deu a ela os poderes que sempre quis ter para poder humilhar as patricinhas e nerds gostosas da época do colegial. Mas Lum não era Rumiko, o que deixou a mangaká neurótica e fez com que ela passasse a odiar sua própria criação. Por isso que Urusei Yatsura se tornou tão sem pé nem cabeça. Atualmente, você pode ver a versão live-action da série, que é exibida à noite pela Record devido a seu conteúdo altamente inapropriado. Puta que pariu! A imagem ali do lado é muito grande e eu vou ter que encher lingüiça falando besteira (^^v) pra não prejudicar o layout do artigo. Acho que agora tá bom.

Obras que você não conhece (e vai continuar sem conhecer)[editar]

  • Maison Ikkoku - Outra comédia romântica tosca e clichezenta.
  • Rumik World - Coletânea de terror (ou terrir, depende o ponto de vista).