Rush

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Palcovazio.jpg Rush já acabou!

Cquote1.png Ah, mas também já tava demodê né, gen-tê? Cquote2.png

Clique aqui pra ver os grupos que non eczisten mais.

"The StarHomer", o grande símbolo da banda

Cquote1.png Você quis dizer: A Santíssima Trindade do Rock n Roll Cquote2.png
Google sobre Rush

Cquote1.png Sou mais ouvir Kiss do que esse trem esquisito aí. Aí, olha essa vozinha aguda. Que merda é essa?!? Cquote2.png
Pessoa comum sobre Rush
Cquote1.png É a banda que tocava na abertura do Magaiver! Cquote2.png
Cara de trinta e poucos sobre o Rush
Cquote1.png Que Magaiver? Cquote2.png
Emo adolescente sobre o Rush
Cquote1.png Eu odeio a hora do Rush Cquote2.png
Estressado sobre o Rush
Cquote1.png Essa velha tem voz de criança! Cquote2.png
Mr Maggo sobre Geddy Lee
Cquote1.png Pai, eu sou bonito como uma borboleta? Cquote2.png
Geddy Lee para Pai de Geddy Lee
Cquote1.png Não, você é feio como um jabuti. Cquote2.png
Pai de Geddy Lee para Geddy Lee
Cquote1.png TOM HANKS!!! Cquote2.png
Você sobre Neil Peart
Cquote1.png Vocês são sem graça Cquote2.png
Os Três Patetas sobre Rush
Cquote1.png A bateria dele tem 4 bass drums, 3 hi-hats, 25 pratos, 16 tons e dois xilofones acoplados, tudo isso sobre uma plataforma rolante que vibra e dá pulinhos em pontos estratégicos das músicas!! Cquote2.png
virgem Fã sobre Rush

Rush foi uma banda de Rock Progressivo formada no extremo norte dos E.U.A (vulgo Canadá) em 1974 por 3 amigos que se conheceram numa viadagem viagem turística para o Suriname.

História[editar]

Eis a primeira formação do trio, com Rutsey no meio.

Tudo começa no fim dos anos 60. Geddy Lindo viaja por uma selva no Suriname em busca de cogumelos da Verdade. Lindo, modelo fotográfico,recupera-se de um acidente em que um homem vestido de Mickey Mouse derrubara-o numa piscina de ácido sulfúrico com tubarões esfomeados, na Disneylândia. Ele almeja encontrar uma solução para sua aparência lamentável e que já se torna um obstáculo para seu trabalho de modelo. É um momento na vida de Geddy Lindo de profunda agonia e reflexão, que transborda nele seu espírito de músico. Escreve portanto sua primeira letra de música intitulada "Finding My Way".

É na mesma floresta e no mesmo dia que o aventureiro encontra Neil Peart, sujeito de estranhas ambições que estava a fazer um curso completo de atabaque e percussão com uma tribo nômade da selva. Neil Peart era um praticante dedicado de macumba rítmica. Sua vida era andar pelo mundo a conhecer diversas vertentes da Filosofia Batuqueira, ler livros de todos os tipos, de culinária à religião e não raro ser abduzido por forças extra-terrestres. Foi logo depois de uma dessas abduções que conheceu Lindo, choramingando na selva num dia triste e cinza. O dia ainda estava ali e eles conversaram muito sobre como recuperar a aparência do então modelo. O chefe da tribo bacumbística Baboojak teve uma ideia e ousou colocá-la em prática: juntos, todos esperaram a noite chegar. Assim que a escuridão avançou sobre a floresta, todos estavam prontos para a purificação da aparência de Lindo.

  • Ali entre ervas raras, o silêncio é necessário para a restauração mística. Mas um sujeito distinto e muito trabalhador, fotógrafo da National Geographic , chamado Alex Lifeson, escorrega no meio dos frangos, charutos e cachaça, arruinando todo o trabalho da tribo, deixando ainda pior a aparência de Geddy.
A nova formação com Neil Peart prometia ser mais fashion do que nunca.
O Rush abriu dezenas de shows para o Kiss no início da carreira.

Mesmo após o incômodo incidente os três edificam uma amizade agradável e de grandes afetos. Ficam a conversar sobre música, Rock n Roll e Beat Generation por semanas, pousando de vez em quando a cabeça nas coxas do outro. Também revelam seus dotes artísticos, sobretudo os relativos a cantos mudos e silêncios sonoros. Finalmente, Geddy e Alex voltam agarrados (eram já grandes amigos) para o extremo norte dos E.U.A, em Toronto, (é quando Geddy escreve a letra de "Here Again") e decidem criar uma banda, pois tinham já três letras de música: "Finding My Way", "Here Again" e "Working Man"Esta última foi escrita por Geddy para homenagear seu novo amiguinho, que trabalhava 16 horas por dia (segundo o próprio Lifeson). Neil não havia ainda acabado seu curso intensivo no Suriname e por isso tiveram que contratar um pseudo-baterista chamado John Rutsey, no qual nem eu, nem você, nem nenhum livro de História, nem ninguém, nem o Google, jamais ouvimos falar.

Sem ainda haver nome escolhido, fazem covers de Pink Floyd(banda favorita de Lindo), de Led Zeppelin (banda favorita de Lifeson) e de Kiss(banda favorita de Rutsey). Ficam nisso sem a mínima pressa por seis anos. O irmão de Rutsey, que também ninguém jamais ouviu falar, chegou um dia gripado em casa a espirrar bastante. O irmão espirrava seguidamente a seu modo peculiar: "RUshiimm, RUShiimm, RUSHiiiimmm!". De repente, Alex se recupera de seu coma alcoólico, levanta do colo de Lindo e pede atenção:"Agora me veio à mente um nome para a nossa banda!! Que tal 'Rushim!'?".

  • Após discutirem por horas sob o efeito de entorpecentes e medicamentos para tuberculose gangrenar, decidem que o nome do grupo seria "Haxixe, Meu Bem". Mas o irmão de Rutsey sugeriu que voltassem atrás. E, por fim, decidem juntos que o nome não seria mais que simplesmente "Rushim".

Nome escolhido, músicas prontas, gravaram o primeiro álbum independentemente, pois nenhuma gravadora estava interessada no som do grupo. O primeiro álbum foi denominado - A Hora do Rush (que posteriormente inspirou uma série de filmes de baixíssima qualidade). Tudo ia bem até que veio a notícia de que Rutsey teria que abandonar a banda, segundo ele mesmo, por possuir uma doença rara, destrutiva, denominada Diarreia Crônica Explosiva. Lifeson e Lee lembraram do querido amigo do Suriname no fundo da memória e, sem demora, arrastaram-no de lá para substituir as pseudobaquetas. Logo, o Rush é formado por Geddy Lee, Alex Lifeson e Neil Peart, formação que dura mais de quatro décadas. Assim começa a trajetória da banda, que do Extremo Norte dos EUA parte para conquistar fãs por todo o universo conhecido, inclusive por galáxias ainda sem nome e também a curiosa e primitiva Terra do Brasil (ou simplesmente Brasil, para os mais íntimos), fazendo grandes amigos como Kiko Loureiro, Mestre Yoda e Jackie Chan (fãs de carteirinha da banda).

Após apenas quatro décadas de turnês e dezenas de álbuns gravados, o Rush emplacou nas paradas de sucesso de Porto Rico, Jamaica, e planetas distantes como o Mundo All. Abriram cerca de 60 shows do Kiss em toda a carreira, mas sem muito reconhecimento por isso. Tonaram-se, com o tempo, os músicos mais invejados do mundo em termos de virtuosismo (o Dream Theater admitiu abertamente a sua inveja para com o Rush) e inspiraram uma série de bananas bandas de altíssimo nível técnico como Calypso (viva Chimbinha!) e Mamonas Assassinas. E assim, até hoje, toda vez que McGyver entra em cena nos filmes da Sessão da Tarde, todos nos lembramos da célebre Tom Sawyer, que com a voz afeminada de Geddy conquistou o coração de todos os fãs de rock progressivo do mundo até as pessoas descobrirem que a voz era de um homem, embora o Kiss, os Ramones e outras centenas de bandas tenham roubado a cena quase o tempo todo.

1ª fase: 1974[editar]

Essa imagem retrata o primeiro "show" do trio e o último penúltimo com Rutsey.
Rutsey, uma das figuras mais misteriosas e obscuras da História da Humanidade. Gravou apenas o primeiro álbum com o Rush, tendo tocado alguns minutos em dois shows com a banda.

A primeira fase do Rush ninguém se lembra muito (nem mesmo eles) porque Neil Peart ainda não fazia parte do grupo. Uma coisa que poucos sabem é que o baterista que tocou no primeiro álbum, John Rutsey, largou a banda depois de ter feito o segundo show para se dedicar a nada ouvir Kiss(sua banda predileta), com desculpas de estar adoecido. A banda se viu forçada a procurar Peart após Rutsey desistir de participar da primeira turnê do trio, que era no oeste dos Estados Unidos. As circunstâncias levaram Neil a entrar na banda e mudar seu estilo macumbístico tribal para a bateria acústica que exigia o Hard Rock e O Progressive Rock da época.

Nessa época, o Rush só se tornou conhecido por causa de uma conxavo forte firmado com uma rádio dos EUA. Ray Danniels e Vic Wilson, compadres dos tios de terceiro grau da irmã da vó de Alex Lifeson, levaram o disco com capa rosa-choque (isso tudo era uma estratégia) para um traveco que trabalhava nessa rádio, na cidade industrial Cleveland. 'Ela' adorou a capa e colocou o disco para tocar todas as manhãs, especialmente a canção Working Man. Os ouvintes logo se interessaram pela música e perguntaram onde poderiam comprar o álbum desse tal "Zeppelin Canadense". Assim nasceu o sucesso do Rush e, sem tardar, aparecerem empresários interessados em contratá-los para diversas turnês pelos esquecidos ranchos americanos e eventualmente para as grandes cidades.

Discografia (foi devidamente traduzido aquilo que julgamos necessário a fim de facilitar a compreensão dos queridos leitores)[editar]

A capa do primeiro álbum da banda.
A Hora do Rush (1974)[editar]

Faixas:

  • Encontrando meu Way - 5:06
  • Preciso d'Um Amor - 2:19
  • Pegue um friend - 4:24. Essa canção faz uma espécie de intertexto com a anterior, "Preciso d'Um Amor"
  • Aqui Again - 7:35. Trata-se de um blues distintamente melancólico, uma verdadeira lamentação que faz ecoar por dias nas cabeças dos ouvintes os berros agudos de Geddy.
  • O Que Você Me Fez - 4:22. Aqui temos um riff destruidor na escala pentatônica de mi.
  • No Mood - 3:34
  • Beife, schore Affter - 5:34. Reza a lenda que trata-se de um hino em alemão que ninguém entende.
  • Working Man - 7:10. Sem dúvida, a melhor música do álbum e a mais alta composição rushiana em termos de Hard Rock pentatônico cromático ocupando a oitava faixa de um álbum do RUSH denominado "A Hora do Rush".

2ª fase: 1975–1981[editar]

Geddy grita para Alex: "Cara! Você também comprou um double neck?!?"

Considerada a fase mais Star Wars da banda, o trio, após se submeter a diversas abduções e contatos com seres estranhos de outras galáxias, executou um som novo, experimental ao extremo, confuso e profundamente matemático. O que a própria banda afirmava ser um som "literalmente de outro mundo". Compraram instrumentos gigantescos, guitarras "double neck", sinos enormes de igreja para o kit de Neil, teclados colossais...O equipamento mudou e a música acompanhou a mudança.

  • Nesse período, os canadenses compuseram bastante. Quase todo ano lançavam um novo álbum. Entre as músicas dessa fase, havia algumas de meia hora capazes de fazer até um monge tibetano perder a paciência. É nessa mesma época que o trio se enveredou nas aventuras intergaláticas com seu novo amigo Mestre Yoda ,que tornou-se logo o conselheiro oficial da banda. A partir de então, Peart se responsabilizou pela maior parte das letras de música, algumas que conquistaram o coração de muitos fãs como "Andem!" "Voando na Night", "Pastilha Dei" e "Cygnus Cheese Burguer Com Fritas Volume I e II"... Vale a pena citar outras de menor importância como "Limão Light" e "Free Willy". Esta última até inspirou um filme que passa diariamente na Rede Globo.

As letras de música nessa fase tinham grande preocupação em embromar qualquer coisa contar histórias do folclore canadenses e de explorar temas complexos da literatura ocidental. Falaram sobre cachorros de neve (Deus ThoTór e o Chihuahua da Neve), romances entre zumbis (The Necro Romancer), deuses gregos (Hermes's Férias), árvores falantes em jogos de videogame (Tetris), Mulheres imortais(Xuxadu)... tudo isso devido ou não aos alucinógenos trazidos de Bangkok que na época "distraiam" os integrantes.

Já em 1981, após ficar preso em uma gruta com centenas de milhares de milhões de toneladas de explosivos e inimigos mortais muito malvados e perigosos, McGyver encontrou um vinil do novo álbum da banda, Movendo Pinturas e, com o auxílio de um chiclete, um barbante e um faca de plástico, conseguiu serrar a parede da gruta e escapar ileso. Assim, enviou uma carta para as emissoras de TV mandando sugerindo que a canção "Tom Sawyer" se tornasse tema principal de sua série preferida, Profissão: Perigo. McGyver, junto com Chuck Norris e Magnum, são membros permanentes do fã clube do Rush.

Discografia (devidamente traduzida em alguns pontos, para melhor compreensão dos caros leitores)[editar]

Voando na Night, o primeiro álbum da banda com Neil Peart.
Voando na Night (1975)[editar]

Tematiza a vida boêmia da banda antes -e depois- de "pisar na estrada"

Faixas:

  • Andem! - 4:22
  • The Best Of You - 3:25
  • Barata, berta e birita - 3:02
  • Deus ThoTór e o Chihuahua da Neve - 8:37
  • I. Nos Tobas de Hades ;II. Acossa meu Styx; III.Cadê minha batata?!?; IV. Acheiii; V. Epílogo
  • Voando na Night - 3:21
  • Fazendo Memórias - 2:58
  • Rivendell - 4:57. Música inspirada por um dos romances preferidos de Neil, "O Senhor dos Anéis"
  • No Fim - 6:47
Carícia de Aço (1975)[editar]
Carícia de Aço, provavelmente o álbum mais ignorado do Rush.

Possivelmente a obra mais experimental e inintelígivel da história da banda. Quase levou o trio à falência.

Faixas:

  • Pastilha dei - 4:37
  • Acho que vou ficar careca, gordo e barrigudo (se eu casar) - 3:37
  • Lakeside Pork' - 4:08. Trata-de um tributo a um rancho onde Neil Peart passou boa parte da infância, junto a um tio de cabelos brancos amante de carros antigos.
  • O Necrófilo - 12:30 ; I. Lord of the Darkness - 4:12
  • II. Lord of the Shadows - 4:25 ; III. Lord of the Rings: Return of the King - 3:52
  • A Fonte de Laminé - 29:59
  • I. Não É Valley - 4:18 ; II. Ditados E Provérbios - 1:00 ; III. Ninguém Na Ponte - 4:19
  • IV. Alguém Na Ponte - 3:13 ; V. Panaca! - 0:01 ; VI. A Caverna De Platão - 3:13
  • VII. The Fountainhead - 3:49. Essa parte nada mais é que um tributo a um romance de Ayn Rand, uma das escritoras favoritas de Neil nessa época.
2112 (1976)[editar]
Um dos álbuns mais célebres da banda, ao lado de "Movendo Pinturas".

Álbum com o melhor do Rock Progressivo. Apresenta todo o folclore e lendas do extremo norte dos EUA, narrados ora em inglês, ora em francês, ora em latim e um trecho ou outro em portugês de Portugal.

Faixas:

  • 2112 - 21:12 Essa música é inteiramente dedicada a Ayn Rand, intelectual americana do século XX.
  • I. Ovar Turius - 4:32 ;II. "Templos da Siringa" - 2:13
  • III. Discovery Health - 3:29;IV. "Apresentando-me aos padres siringueiros" - 3:42
  • V. Oráculo de Delfos - 2:00 ;VI. "Solilóquius nautam spectat" - 2:21---Essa é uma composição de Peart baseada em suas primeiras aulas de latim dadas por Mestre Yoda. Repare que o verbo "spectat" está no fim da frase, como frequentemente ocorre em latim e nas falas de Mestre Yoda.
  • VII. The Grand Anale - 2:14
  • Cogumelo do Bangkok - 3:34
  • A Zona Crepuscular - 3:17. Canção inspirada por um seriado de televisão que já caiu no esquecimento, "The Twilight Zone".
  • Lições - 3:51
  • Lágrimas - 3:31
  • Tudo Por Nada - 3:59
Um Tchauzinho para os Kings (1977)[editar]
Um Tchauzinho Para Os Kings, mais um extraordinário álbum da fase progressiva do Rush.
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Relembra as aventuras do trio em planetas distantes, incluindo o recém-conhecido Mundo All

Faixas:

  • Um Kong Para Os Kings - 5:51
  • Xuxadu - 11:09
  • Pertinho Do Seu Coração Selvagem - 1:53--- Canção inspirada por "Perto do Coração Selvagem", romance de estreia de Clarice Lispector.
  • Cinderella Mãe (letras de Geddy Lee) - 6:21
  • Madrigal - 0:46
  • Cisne Cheese Burguer Com Fritas Volume I - 42:09
Hermes's Férias (1978)[editar]
Hermes Férias, sem dúvida um dos maiores álbuns de Rock Progressivo de todos os tempos.

Apresenta as formidáveis férias de um deus da mitologia grega, Hermes, e suas aventuras com tio Nízio e vovô Apolinário na misteriosa constelação Cyguns. É um grande clássico do trio, incluindo o primeiro instrumental da banda, "La Villa Strangiata"

Faixas:

  • Cisne Com Cheese Burguer Com Fritas Volume II - Hermes's Férias - 38:05
  • I. O Prelúdio de Hermes - 4:27
  • II. Apolinário: Vovô Sabichão - 2:36
  • III. Tio Nízio: Paz e amor - 2:00
  • IV. Armageddon: A Batalha do coração que não mente - 2:55
  • V. Cisne: Bringer of Balance - 5:01
  • VI. A ex-fera: um tipo de Sonho - 1:02
  • Circuncisões - 3:41
  • Tetris - 4:46
  • La Villa Strangiata (Um exemplo de se auto se suicidar-se a si mesmo) - 9:36
  • I. Buenos Nochas, Mein Froinds! - 0:27
  • II. Comer, jogar, comer... - 1:33
  • III. Tema Strangiata - 1:16
  • IV. Lerxst doidão - 2:27 (Nota: "Lerxst" é um dos seis mil apelidos criados pela banda para se referir ao guitarrista de cabelos loiros, Alex)
  • V. Amostras! - 0:26
  • VI. The Ghost of the Aragorn - 0:36
  • VII. Danforth and Pipe - 1:41
  • VIII. The Waltz of the Shreves - 0:26
  • IX. Nunca dê as costas para um Monster! - 0:11
  • X. Amostras! (Reprise) - 0:14
  • XI. Strangiata Theme (Reprise) - 1:04
  • XII. Um alô para os Kings - 0:15
Permanentemente Na Onda (1980)[editar]
Primeiro álbum em que a banda passa a tematizar nas letras o mundo real, embora ainda de forma tímida e discreta.

Um álbum de transição, onde a banda começa a se afastar do Rock Progressivo e a testar um pouco de tudo, de reggae a chorinho,mas sem esquecer de fazer isso tudo com vários teclados e sintetizadores.

Faixas:

  • O Fantasma Da Rádio - 4:57---Essa canção foi inspirada na obra literária de Gaston Leroux, "O Fantasma da Ópera"
  • Freewilly - 5:23
  • A Escadaria De Jacó - 27:53
  • Entre Nozes - 4:37
  • Estringos Diferentes - 3:49
  • Ciências Naturais - 09:16
  • Piscinas E Saunas - 2:21
  • Hiper-espaço-estelar-cósmico - 2:47
  • Permanentemente Na Onda - 4:08
Movendo Pinturas (1981)[editar]
Movendo Pinturas

O único álbum da banda que vendeu 16 trilhões de cópias por todo o universo.

Faixas:

  • Tom Sawyer. Essa música é baseada na famosa obra literária de Mark Twain, "As Aventuras de Tom Sawyer"
  • Barcheta Rosa- 6:10
  • pqrstuvwxYYZ- 4:23
  • Limão Light- 4:20
  • O Olho da Quimera- 10:59
  • Caça às Bruxas(Parte III de Ui, que Meda!)- 4:46
  • Vitão, Sai!- 4:47

Álbuns ao vivo[editar]

  • Num palco do mundo All (1976)- Ao vivo no planeta All, esse álbum reproduz todos os clássicos da banda, incluindo a honorífica 2112). É o primeiro álbum ao vivo da banda, e o também o primeiro álbum ao vivo da história desenvolvido por canadenses.
  • Saia...Para o Palco da Esquerda (1981) - Ao vivo do 'Palco de la Derecha', em Buenos Aires.

3ª fase: 1982–1988[editar]

1982, O início dos "Teclado Years" do Rush.

Quase (ou completamente) surdos dos gritos estridentes de Geddy Lee, a gravadora renovou o equipamento da banda e determinou coisas aparentemente impossíveis. Geddy se tornaria um poliglota dos instrumentos, tendo que tocar o baixo alto(além de cantar baixo), tocar teclado com seus 3 pés e aprender instrumentos virtuosíssimos tais como gaita, flauta doce, ocarina, clarinete, xilofone, cítara, gaita de fole, balalaika e triângulo

O resultado foi algo bastante diferente dos anos anteriores. A banda, que mais parecia uma orquestra inteira, se perdeu no meio dos equipamentos eletrônicos e nos alucinógenos vindos de todo o mundo (Bangkok não era mais capaz de produzir tudo que eles exigiam). Os temas das músicas abordavam finalmente o mundo real, embora com assuntos que ninguém dava atenção como maratonas ,alertas distantes ,homens digitais e outras inutilidades. O que mantinha a banda em alta eram as notícias em vários jornais famosos de abduções nos shows do trio. Curiosidade levou ufologistas de todo o mundo (que na época não eram poucos) a colecionar os álbuns da banda.

Para desespero de vários fãs, os canandeses mudaram o visual. Nesse período, Geddy Lee tosou suas lindas madeixas tipo Maria Bethânia e tornou-se adepto do penteado conhecido por 'Gorro de Guaxinim'. Alex Lifeson começou a se perder em sua paixão por brigadeiros e engordou 70 quilos numa única turnê. Já Neil Peart raspou a cabeleira pois achava que ia ficar careca mesmo.

Discografia (Novamente traduziu-se aquilo que julga-se complexo para o entendimento dos caros leitores)[editar]

Sinais - Abdução final (1982)[editar]
Sinais, um álbum literalmente "de outro mundo".
  • Faixas:
  • Sub de Visões - 5:33
  • O Kid Anal, Lógico - 4:46
  • Eu Odeio Química - 4:56
  • Homem Digital - 6:20
  • Falha A Fala, Fala A Bala (parte II de Ui,que meda!) - 6:22
  • Homem Do New World - 3:41
  • Perdendo it - 4:51
  • Contagem Regressiva - 5:49
Grace, anda depressa!! (1984)[editar]
Mais um álbum "tecladístico" do grupo.

Faixas:

  • Alerta Distante Numa Madrugada Fresca E Bela Mas Todavia Entretanto Melancólica - 4:59
  • Imagens Póstumas de Brás-Cubas - 5:04 Mais outra música baseada em uma obra da literatura ocidental.
  • Pink Sector A - 5:10
  • O Inimigo Interno (parte I de Ui, que meda!) - 4:34
  • O Bode Elétrico - 5:00. O inimigo interno da musica anterior, se mostra um grande filho da puta quando tenta eletrocutar um inocente bode.
  • Kid Groooooooves! - 4:18
  • Blue Lenses - 4:42
  • Rolando Rasteiro Entre As Rodas Rolantes - 5:44 (Parte I de Corrida Maluca)
Janelas Ligadonas (1985)[editar]
Esse álbum só não cheira mais a sintetizadores que o seguinte, denominado "Segure Seu Faro".

Faixas:

  • O Grande Money - 5:36
  • Grandes Desígnios - 5:05
  • Projeto Mahatma Gandi - 5:05. Canção que descreve bem o processo de independência na Índia, além de curiosidades sobre a Segunda Guerra Mundial.
  • Mara, Toma (parte II de Corrida Maluca) - 6:09
  • Territórios - 6:19
  • Middletowns Dreams - 5:15
  • Emo Detected - 5:10
  • Rítmos Místicos 5:54
Segure Seu Faro (1987)[editar]
Segure Seu Faro é o álbum que apresenta o auge dos teclados na música rushiana.

Faixas:

  • Force Dez - 4:28
  • Time Stand Still - 5:07. Uma das músicas mais famosas da banda. O vídeo-clip dessa canção é talvez o mais notável da banda, contando com diversos efeitos visuais dignos de recordação.
  • Abra Os Secrets - 5:37
  • Second Natureza - 4:35
  • Preimer Muver - 5:19 (Parte III de Corrida Maluca, encerrando a trilogia no bom e velho alemão)
  • Essa Chave Fecha Dura - 5:08
  • (de)Missão - 5:15
  • Vira A Página - 4:53
  • Jackie Chan - 4:14---Música escrita em homenagem ao guarda-costas da banda e famoso ator de Holywood.
  • Reggae Water Plus - 5:32---uma música brilhante, com uma incrível levada reggae do início ao fim.

Álbuns ao vivo[editar]

  • Achou a Oferenda? (1988) - Show ao vivo em alguma parte do planeta Terra, apresentando boa parte das músicas dessa fase, o que significa a apresentação de músicas com muitos sintetizadores e teclados em detrimento da guitarra de Alex, já decadente, quase extinta.
No meio do show, um fã dribla Jackie Chan, sobe no palco e começa a cantar uma música no lugar de Geddy Lee.

É a partir de 1974 daí que o Rush começou a ser visto erroneamente como uma banda de duas pessoas: Geddy Lee e Neil Peart. Todos se esqueciam do lugar honorário LUGAR?? QUE LUGAR?!? de Alex e os fãs se acostumaram com isso até hoje. Isso gerou, nos anos seguintes, tensões sérias entre Alex e os teclados. Os teclados, por sua vez, utilizando sua magnânima inteligência artificial, também venceram lutaram por seu lugar nas mãos de Geddy Lee, almejando também a extinção do baixo na banda já em meados daquela década de 80.

Similarmente e, ao mesmo tempo, o kit de bateria de Peart já se constituía por metade de "bateria bip-bip eletrônica" e outros pequenos botões para sons prontos. Era a tecnologia assumindo o controle da banda, cada vez mais presa a esses computadores sem alma.

O resultado desse quadro sinistro seria inevitavelmente a Revolução Lifeson de 1991, como o próprio Alex a chamou, que a partir daí enterraria os teclados no cemitério das máquinas de uma vez por todas. Essa revolução, diga-se de passagem, ainda está em andamento. O guitarrista do trio prevê que a liberdade absoluta ainda virá nas próximas décadas. De fato, pode-se perceber os resultados da Revolução Lifeson ao ouvir o último álbum da banda, "Anjos do Tique-Taque", em que grande parte das músicas não utiliza o teclado, mas sim uma orquestra inteira atrás da banda. Vez ou outra, ironicamente, quem toca os teclados nas apresentações ao vivo é o próprio Alex, que ao final dos shows faz o favor de atear fogo nos malditos, além de quebrá-los por inteiro, peça por peça.

4º fase: 1989–1997[editar]

A banda já admitiu que o verdadeiro sonho sempre foi largar a música e criar uma inteligência de espionagem independente, a qual seria chamada "THE RUSH FORCE". O projeto, para o bem de todos, jamais saiu do papel.

Cansados de jogar Pac Man o dia inteiro, a banda novamente se reune para gravar alguma coisa. Alex Lifeson decide por toda a banda a extinção dos teclados. "Aí galera, essas porcarias estão roubando a atenção de meus suaves arranjos guitarrísticos. Proponho que façamos algo a respeito ou eu casco fora da banda!". Ao ouvir a declaração de Lifeson, a gravadora logo o apoia, pois há muito gastava o olho da cara com inovações tecnológicas. Neil por tabela adere às boas novas e larga 88% da bateria eletrônica. Geddy Lee cai em prantos, uma vez que se achava mais belo atrás de todos aqueles teclados e por vários dias se recusou a falar com qualquer pessoa.

O resultado de tais medidas foi o retorno da banda a um som mais próximo do rock, o de uma verdadeira banda "power trio", o clássico esquema "Guitarra, Baixo e Bateria". Os teclados, entretanto, continuaram a aparecer nas canções, mas em segundo plano. As letras das canções, mais do que nunca, retratavam o mundo real: condutores, anagramas, cromossomos sexuais, cicatrizes...Algumas são verdadeiramente visionárias, como "Virtualíssimo" e "Olha a Onda Vermelha". Enfim...Eles chegaram a ganhar alguns discos de ouro em Moçambique e na Ilha de Páscoa. Após testemunharem a miraculosa 394º ressureição de Mestre Yoda decidiram fazer composições solo e sacrifícios de animais (principalmente coelhos) em sua homenagem. O som a partir daí fica mais pesado, flertanto com o metal diabólico de bandas como o Black Sabbath.

Em entrevista exclusiva para a Desciclopédia, Geddy explica: "Tudo era à moda antiga quando voltamos a tocar pesado e a única coisa nova foi eu colocar dois ou vinte e cinco baixos simultaneamente em algumas canções desse período (como no caso de 'Driven' e 'Virtualíssimo'), para evitar de colocar algum teclado, como suplicava o Alex. Mesmo assim, um dia antes de lançarmos os álbuns, eu sempre arrumava um jeito de colocar algum sample tecladístico no fundo de boa parte das canções, só para preencher um pouco os espaços mais vagos. Isso gerou algumas brigas entre nós dois, o que foi um dos fatores para ele largar a banda em 1996 e gravar seu próprio álbum solo. Em resposta, também gravei meu álbum solo em 2000. Fiz questão de colocar vários teclados e pianos nele, só para magoar o Alex. Hoje, ainda bem, nos amamos loucamente. OH, OPS! Faça o favor de não esquecer de cortar essa última fala...Que cheiro é esse?!? Esse lugar cheira mal. Posso ir agora?"

Alex gravou um cd de música brasileira com um colecionador de suas palhetas jogadas nos shows chamado Kiko Loureiro (talvez o maior fã da banda de todos os tempos). Os dois se tornaram tão amigos que Alex contratou-o posteriormente como o "Pick's Keeper" (guardador de palhetas) da banda. O álbum solo de Alex consistia numa mistura gloriosa de MPB e Metal. É possível escutar toda sorte de instrumentos de corda nesse álbum e apenas uma passagem ou outra apresenta teclados.

Nesses tempos de briguinhas e rancores, ao qual historiadores chamaram posteriormente de "Período Sabático Rushiano", cada integrante foi se distrair com alguma coisa. Alex encontrou amor nos brigadeiros, fonte de alegria e satisfação até hoje para ele. Geddy voltou a ter aulas de afinação e meditação com Mestre Yoda e Neil Peart voltou a praticar magia negra e dar aulas de atabaque e percussão em centros de Umbanda.


Discografia (Mais uma vez foi devidamente traduzido aquilo que poderia gerar dúvidas aos adoráveis leitores)[editar]

Peste (1989)[editar]
Peste, o primeiro álbum com a "Revolução Lifeson" em andamento.

Faixas:

  • Mostre Mas Não Fale - 5:01
  • Fale Mas Não Mostre - 4:33
  • O Pass - 4:51
  • Mostre E Fale - 5:24
  • Scars - 4:07
  • Peste - 5:45
  • Superconductor - 4:47
  • Analgrama (para otários) - 4:00
  • Olha a Onda Vermelha - 4:29
  • Rende Over Fiste - 4:11
  • Disponível Light - 5:03
Rola de Osso (1991)[editar]
Rola de Osso, o nome já diz tudo.

Faixas:

  • Dreamline - 4:38
  • Gravata - 4:35
  • Rola de Osso - 5:30
  • Face Up - 3:54
  • Where's My Thing? (Part IV, "Gangster Of Boats" Trilogia) - 3:49
  • The Big Wheel - 5:13
  • Therezinha - 5:26
  • Ghost de uma Chance - 5:19
  • Osso de Rola - 4:40
  • Você aposta seu Life - 5:00
Conte As Partes (1993)[editar]
Conte As Partes, um álbum que buscava músicas mais simples e mais próximas do rock.

Sem dúvida, o álbum mais pesado da banda. Os produtores avaliaram mais de 50 kg no disco.

  • Faixas:
  • Animado - 6:05
  • Enfia isso fora, homi! - 4:30
  • Corte para a Perseguição - 4:49
  • Nobody's Home - 4:54
  • Entre O Sol e a Lua - 4:37
  • Alien Shore - 5:35. Trata-se de uma recordação de um planeta distante e de suas belas fêmeas.
  • The Speed of Love - 5:03
  • Double Agent - 4:51
  • Leave That Thing Alone - 4:06
  • Fogo Geladinho - 4:27
  • Everyday Gory - 5:10
Teste o Foreco (1996)[editar]
Teste O Foreco, quase tão pesado como Conte As Partes.

Faixas:

  • Teste o Foreco" - 5:56
  • Driven - 4:27. Eis uma reinterpretação sistemática da trilogia "Corrida Maluca" de álbuns anteriores.
  • Half, the World - 3:43. Recordações do maravilhoso mundo Half, frequentemente visitado pela banda nos intervalos das turnês.
  • The Bill of Rights - 4:49
  • Time and Motion - 5:01
  • Tu tem - 4:58
  • Anos de Dog - 4:55
  • Virtualíssimo - 5:44
  • Resisto - 4:24
  • Limbo - 5:29
  • Cave Away the Stones - 4:05. Uma crítica negativa ao som da banda inglesa Roling Stones

Trabalhos solos[editar]

  • Ache Minha Cabeça Preferida (Trabalho solo de Lee que vendeu 4450 unidades em todo o mundo e 3028 no mundo All)
  • Vitamina Menina (Trabalho solo de Alex que vendeu cerca de 2 milhões de unidades no Brasil e nada mais no resto do mundo).

Última fase[editar]

Falta menos de um século para 2112.

Nos seus últimos anos, o trio passou por uma situação sentimental muito sensível com a perda (realmente definitiva?) de Mestre Yoda. Nota-se que isso ocorre sobretudo com Peart, que praticamente só vinha escrevendo letras depressivas, como "Far Cry" (não confundir com o jogo de mesmo nome),"Faithless", "The Main Yoda Bussines", "The Way Yoda Made Blues"... Alex expressou a esperança de uma nova ressurreição de Mestre Yoda com a música "Hope". Geddy nunca pareceu cantar "Limão Light" tão triste. Os fãs da banda também estão comovidos com a perda de Yoda. O som do grupo estava cada vez mais sombrio e pesado. Apesar da idade, Geddy cantava notas cada vez mais agudas, alcançando eventualmente frequências de ultra som.

Discografia[editar]

Vá Porteiros! (2002)[editar]
O primeiro álbum da banda após "O Período Sabático" do Rush.

Faixas:

  • One Little Victory - 5:10
  • Ceiling Unlimited - 5:28
  • Motoca Fantasma - 5:43
  • Peaceable Kingdom - 5:23
  • The Stars Look Down - 4:30
  • Como It Is - 4:07
  • Vá Porteiros! - 4:59
  • Toque Secreto - 6:35
  • Earthshine - 5:40
  • Sweet Miracle - 3:42
  • Nocturne - 4:49
  • Freezer (Parte IV de Ui, que meda!) - 6:23
  • Fora do Credo - 5:03
Fiz de beque (2004)[editar]

Apenas covers da banda Beijo, seus eternos ídolos

Cobras e Lagartos (2007)[editar]

Trilha sonora de uma novela qualquer da Rede Globo

Faixas:

  • Choradeira Distante - 5:21
  • Entre A Cruz E A Espada - 6:36
  • Bom Dia pros anjinhos - 4:47
  • The Larger Bowl (A Pantoum) - 4:07
  • Spindrift - 5:24
  • The Main Yoda Business - 6:01
  • The Way Yoda Made Blues - 6:28. Uma bela música com uma pegada blues logo na intro, para o verdadeiro criador do blues no universo relembrar, Mestre Yoda.
  • Hope - 2:02
  • Incredulamente sem fé ou ateu se quiser chamar - 5:31. É mais uma daquelas 25 músicas ateístas do Rush.
  • Bravest Face - 5:12
  • Boas Notícias First - 4:51
  • Narcisismo Malignante - 2:17
  • We Hold On - 4:13
Anjos do Tique-Taque (2012)[editar]

Álbum baseado nos devaneios de Peart acerca da obra literária de Júlio Verne e outros autores, além das próprias experiências de vida do baterista.

Faixas:

  • Caravana do Amor - 5:40
  • Fui Levado A Crer Em Papai Noel - 5:10. Trata-se de uma crítica à sociedade moderna, que insiste em criar mitos para as crianças acreditarem.
  • Anjos do Tique-Taque Boom - 7:31
  • The Antichrist - 6:52. Música inspirada num livro do filósofo alemão Nietzsche.
  • Carnes - 4:52. Ótima música para se ouvir num churrasco com a família.
  • Halo Effect- 3:14
  • Sete cidades de Gold - 6:32
  • The Wreckers - 5:01
  • I Had A Long Fight - 17:20. Uma das músicas mais longas do trio ternura
  • Biu tu Viu pt II - 0:38. Trata-se apenas de uma reprise forçada do refrão da segunda música deste álbum. Curiosamente, é a canção mais curta do trio.
  • Wish You're Here - 5:25. Trata-se de uma reinterpretação de uma música famosa do Fundo Rosa
  • Il Giardino Del Mago - 6:59. Eis outra reinterpretação. Entretanto, esta é de uma banda italiana de rock progressivo qualquer, que caiu no esquecimento.

O fim[editar]

Em 2018 Alex disse que ele e os outros membros da banda estão que só um bagaço e por isso não tem mais energia para tocar músicas de 20 minutos com várias escalas como antes, simbolizando assim o fim do Rush (ou não)

Membros do corpo[editar]

  • Geddy Lindo(+- 3000 A.C - 2018) - Baixo, vocal, trumpete, trombone, tabaco, Mini Moog, Ultra Moog, all star preto(...) e mais 25 teclados.
  • Alex Filho da Vida (1945 - 2018) – Guitarra, violões, caretas, brigadeiros e cogumelos.
  • Neil Preta (????- 2018)– Bateria, charuto, aguardente de cana, velas, literatura braba e nave espacial.

Outros e suas paticipações[editar]

Da banda por muito tempo Yoda conselheiro foi.
Jackie Chan, guarda-costas da banda por aproximadamente uma década.
  • John Rutsey – Bateria, barba, cabelo e bigode (1974 - 1974), 'participando' de dois shows e gravando o primeiro álbum com a banda R.I.P
  • Jackie Chan – Mesa de som, guarda costas (1987 - 1996)
  • Ana Maria Braga - Cafezinho e brigadeiros(2002 - 2018)
  • Mestre Yoda - Conselheiro oficial (1976 - 1996 D.C) R.I.P
  • Pedro e Bino - Transporte de cogumelos (1976 - 2018)
  • Kiko Loureiro - Afinação de guitarras e responsável pelas palhetas de Lifeson (1994 - 2002)

Bandas influenciadas pelo Rush[editar]

Curiosidades[editar]

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Tua mãe desencoraja seções de curiosidades, mas nós não ligamos a mínima! Sob as políticas da Desciclopédia
Mas bem que esta seção pode ser aproveitada integrando-se piadas decentes às seções mais adequadas.
Cada curiosidade pode render uns bons parágrafos, então faça direito!
Poucos sabem que o Rush lança álbuns exclusivos para outros planetas.Este aqui é um exemplo.
  • A maioria dos virgens que apreciam o som não consegue cantar e muito menos executar uma música sequer do trio em qualquer instrumento.Nem mesmo na balalaika
  • Segundo ufólogos, boa parte das canções se baseia nos virgens nas viagens intergaláticas que a banda faz nos intervalos das turnês.
  • Geddy Lee tornou-se o ser homem que toca mais instrumentos musicais simultâneamente do mundo: 413! Está no Guiness Book desde 1981 e confessa ter membros estranhos invisíveis (e visíveis) por todo o corpo desde que deixou de ser modelo fotográfico, após série de acidentes que envolveram seu corpo na Disneylândia, em 1964, e no Suriname, em 1968.
  • Neil Peart foi considerado o melhor baterista do mundo de 1975 a 2010. Desde então foi considerado o melhor batuquista batuqueiro bananeiro bonapartista budista boxeador bailarino burguês (brasileiro?) da história do Paraguai.[Esta informação necessita fontes mais confiáveis.]
  • O Rush recebeu muitos prêmios do próprio território "canadense", entre eles:
  • 1714-1974 Banda destaque (por ter sido a única nessa período)
  • 1975-1977 - Único e Melhor grupo
  • 1978-1991 - Único e Melhor grupo
  • 1991 - Melhor (e único) álbum Prog-Chorinho-Reggae do milênio
  • 1991 - Melhor (e única) arte de álbum (Peste) dos últimos dois anos
  • 1992 - Melhor (e único) álbum de Hard Rock nos últimos 14 anos

Galeria[editar]

Ver também[editar]