Ryan Babel

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Ryan Miguel Guno Babel
Dida.jpg
Babel, quando o goleiro do time foi expulso e ele teve que ir pro gol
Apelidos Coadjuvante
Nacionalidade Bandeira dos Países Baixos Países Baixos
Posição Jogador supervalorizado
Destro com 2 pés esquerdos
Clubes Ajax, Liverpool, Hoffenheim, La Coruña e Besiktas
Estilo de Jogo Fazer sombra na ponta
Gols Tá precisando fazer alguns


Ryan Babel é o filho primogênito do goleiro brasileiro Dida, e irmão do também maratonista Kylian Mbappé.

Babel não é um bom cabeceador, nem finalizador e nem marcador, mas come o treinador e por isso costumeiramente é escalado como titular na Seleção Holandesa.

Atualmente, está perdido em alguma equipe de segundo escalão que faz figuração na Champions League.

Carreira[editar]

Ajax

A maioria dos jogadores começa em equipe meia bunda antes de aparecer pro mundo futebolístico, mas esse não foi o caso de Babel. Aos 17 era considerado uma promessa, por isso a diretoria do Ajax resolveu promovê-lo logo para o profissional e dar status de jogador importante, pra enganar a mídia e conseguir vendê-lo por um preço exorbitante pra alguma equipe laranja de sheik árabe ou mafioso russo.

Porém, após algumas partidas, começaram a surgir suspeitas de que a promessa Babel era, na verdade, uma eterna promessa, um novo Negueba.

Não querendo perder o investimento feito no atleta, o Ajax fez de tudo pra vender o moleque o mais rápido possível pra alguma equipe carente de jogador e que quisesse investir em uma furada. Uma dessas equipes era o Liverpool, que acreditando que o garoto era realmente bom de bola, o contratou por um daqueles valores ilógicos que só existem na Europa mesmo. Eles até ignoraram por completo o fato de que Babel só corria e não sabia nem chutar uma bola, mandando a redonda sempre lá no centro de Amsterdam.

Liverpool

No Liverpool, Babel mostrou seu estilo futebolístico, que seria sua marca registrada durante todo o resto de sua carreira: Esquenta banco. Sua função na equipe era algo extremamente complexo e necessário, como o Liverpool não levava terceiro goleiro pras partidas, era de Babel a tarefa de abraçar o treinador quando a equipe fazia gol.

Assustado com a chegada da bola, já que não faz ideia do que fazer com ela.

Na necessidade de poupar jogadores por conta do calendário, logo Babel teve uma oportunidade de jogar na vaga de centroavante, no lugar de Fernando Torres. e logo decepcionou, não conseguindo nem tocar na bola. Mas como ele era brother do treinador, o comandante arranjou uma outra vaga para Babel, com ele jogando pela ponta, quase como um atacante secretário de lateral que não sabe marcar. Apesar de não ajudar muito, Babel sempre entrava nas partidas por ali, fazia o feijão com arroz e deixava que os outros do time o carregassem.

Apesar de curtir viver em Liverpool e ganhar um salário milionário pra fazer nada de relevante, Babel queria resgatar sua carreira, tornando-se titular em alguma equipe, mesmo que pequena, algo que toda eterna promessa faz em algum momento. Assim ele acertou sua transferência para o Hoffenheim, aceitando ganhar um mensal em litros de cerveja.

Hoffenheim

No Hoffenheim, Babel continuou fazendo o que sempre fez, nada. Serviu como atacante quebra galho em algumas ocasiões, fazendo os seus golzinhos em equipes da 7° divisão alemã naqueles campeonatos secundários que nem deveriam existir. Após algum tempo tornou-se titular, até porque não tinha ninguém melhor pra posição mesmo.

Após se estabilizar na equipe, Babel largou ela e voltou pro Ajax, pois o técnico da Seleção Holandesa só iria convocá-lo para a Eurocopa se ele atuasse por uma equipe nacional, mesmo que fosse em uma equipe afundada que vive de passado.

Ajax, de novo

Toda a classe pra errar o domínio de bola.

Ao chegar, Babel veio com aquele papo de amor eterno ao time que o revelou para o futebol, aí animou os torcedores e a mídia, mas isso só durou até ele conseguir a convocação pra Euro. Depois que conseguiu, largou o time, esqueceu o amor eterno e foi tirar férias na Espanha, frequentando o hotel do La Coruña, entrando no caminho para ser um jogador cigano.

La Coruña

Já conhecido como mercenário, Babel pouco fez na equipe espanhola, que como sempre, apenas serviu como saco de pancadas para as equipes maiores da Espanha. Agora já velho e jogando ainda pior do que sempre jogou, ele resolveu ir garimpar o dinheiro dos turcos, lá no Besiktas, pra enfim conseguir se aposentar da vida de enganação.

Besiktas

Agora já em fim de carreira, se antes a única coisa que ele fazia era correr, agora nem isso tava conseguindo mais. Não aguentando jogar de ponta, e não tendo habilidade pra jogar de centroavante ou mesmo de meia centralizado, Babel jogou a maioria das partidas como ponta de lança, aquele cara que fica fazendo sombra entre o centroavante pivô e o camisa 10 clássico. Na real, sua função era nenhuma, ele apenas tava lá no time pra vender camisa e dar lucro pros turcos mesmo.

Seleção Holandesa

Apesar de gostar de estar com a seleção de seu país, pois as estadias em vários países sai na faixa e ele consegue comer a mulher que quiser, Babel nunca teve grande importância em campo. Ele sempre foi o terceiro reserva dos pontas direitas, estando muito atrás de Robben e van der Vaart. Ou seja, ele quase nunca jogava.

Babel jogou na Copa do Mundo de 2010 (na verdade, ele mais assistiu do que jogou) e, como todos sabem, foi vice junto com seus amigos.

Curiosidades[editar]

Por ser um ex-jogador em atividade e ter conhecimento em cheirinhos, por sempre ser vice, Babel foi cogitado no Flamengo, proposta que ele quase aceitou por querer desafiar seus companheiro Seedorf do Corinthians.