Domingos de Gusmão

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São Domingos foi um mendigo por opção, e por suportar uma vida assim foi canonizado santo.

Biografia[editar]

São Domingos cheirando uma erva, na outra mão ele tem uma caixinha cheia de jujubas.

Infância e juventude

Filho de pais que defendiam a fronteira contra a Ameaça Muçulmana liderada por Darth Maul, Domingos estudou num mosteiro todas as noções da Santa Inquisição Espanhola e desde cedo queria embarcar naquele mundo de aventuras para trazer o máximo de hereges possíveis para o Lado Iluminado da Força.

Após sonhar com Mestre Yoda que lhe enviou a mensagem: "Ao lado iluminado da força converter os infiéis deverá!" e assim Domingos adquiriu o desejo de fundar a Primeira Escola Jedi da Europa.

Viagem pela Europa

O excêntrico Rei de Castela solicita que o bispo Diogo raptasse uma princesa da Dinamarca para com quem pudesse casar. O rei de Castela tinha um forte tesão por loiras escandinavas e mandar uma comitiva religiosa seria mais disfarçado. O bispo Diogo tomou nada menos que Domingos como seu carregador de malas.

Durante esta viagem, Domingos ficou impressionado com a grande quantidade de pagãos e hereges no interior da Europa. Ciganos macumbeiros, magos, bruxas, lordes sith e diversos tipos similares criavam várias minorias. Vestiu-se de ninja e com sucesso raptou a Princesa Peach da Dinamarca e a entregou para Bowser rei de Castela, que feliz, recomendou Diogo e Domingos para o seu chapa papa.

Diogo e Domingos foram designados para diversas missões sob ordens do papa, mataram o Drácula na Romênia, mataram o Minotauro em Creta, exorcizaram fantasmas na Germânia. E todo esse trabalho duro e estressante foi embirutando Domingos, que de uma hora para outra decidiu atuar na mendicância, apenas vestido de trapos, o Papa Inocêncio III viu nisso uma boa oportunidade de economizar dinheiro e aprovou essa mania de Domingos.

Aos poucos Domingos foi ficando mais autônomo, até fundou um país, a República Dominicana.

Ordem Dominicana[editar]

São Domingos pedindo esmola para Nossa Senhora do Rosário.

Certa vez, Domingos acolheu umas mendigas, conhecidas na época como cataristas, pelo excesso de catarro em seus narizes, Domingos deu a elas um albergue com uma única condição: se dedicassem à oração e à reclusão, como forma de prevenir que aquilo viesse a se tornar um bordel. Aquela foi a primeira comunidade religiosa dominicana de monjas.

Domingos continuou fazendo suas viagens malucas pela Europa criando um grupo cada vez maior de mendigos que viram em Domingos a esperança de terem uma vida com algum significado.

Domingos esteve em Roma pedindo a aprovação de uma nova ordem, que foi negada, o papa mandou Domingos parar de ser metido, que ele queria fazer a mesma coisa que São Francisco de Assis, só que sem os pequenos felpudos animais. Todavia o Papa Inocêncio III morre vítima de uma maldição por ter recusado a criação da Ordem Dominicana, e seu sucessor, Honório III não pensa duas vezes antes de aprovar a criação da ordem.

Feliz com a criação da Ordem, Domingos manda seus discípulos em duplas para irem estudar nas melhores universidades da Europa, uma vez que os considerava burros demais. Foi também um dos co-fundadores da Ordem de Monjas cegas ninjas tocadoras de piano de Acapulco.

Por ser capitalista, Domingos adotou o modelo democrático para decidir os chefes de suas paróquias, e o único pré-requisito para ser um dominicano é ser um mendigo.

Morte[editar]

Completamente desgastado pelo esforço, Domingos morre 6 de agosto de 1221 vítima da fadiga, em Bolonha. É canonizado em 1234 como padroeiro dos mendigos e mais necessitados.

Rosário[editar]

Embora objeto de debate, o rosário é considerado o instrumento principal dos dominicanos. Acredita-se que um fiel dominicano é capaz de disparar raios laser se orar com ardor junto ao seu rosário.