São Fidélis

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Incrível parque aquático construído por Dom Pedro K9BY-58.


São Fidélis, San Fields, São Fifi, para os íntimos, é uma cidadezinha que se encontra com exorbitante dificuldade no interior do estado do Rio de Janeiro.

Povoado[editar]

Família fidelense típica
Estacionamento em "São Fifi", o fusca é o meio de transporte mais moderno dos habitantes

São Fidélis é compostas por 5 sub-roças:

  • A primeira é a própria São Fidélis;
  • A segunda é Ihic-Ipuca ou o mais popular Norte que na verdade fica no leste. É a sub-roça mais próxima de São Fifi, num salto do rio. Resumidamente lá não tem nada, a não ser botecos cheios de cachaceiros que não são muito adeptos ao trabalho e muita gente fofoqueira, começando pelo "Neto Paredão". O mais importante é a famosa ponte metálica prima das de Campos e a outra também prima da ponte do estado de Campos. Anexadas a Ipuca existem outras Sub-sub-roças como Várzea do Brasil (que os moradores chamam de Vargem do Brasil, Santa Rita do Brejinho, conhecida pelos seus contadores de mentiras, Nova Divinéia filial do morro do Borel no Rio de Janeiro, Cristo Rei, Pedreira, e etc.;
  • Pureza é terceira sub-roça, de limpa só o nome, pois esse povoadinho a beira do Rio Paraíba fede a vinhoto que vem da usina falida do lugarejo, a sua população é realmente bem infantil, já que até ha pouco tempo marmanjos ainda brincavam de atravessar o Rio de barquinho de papel. As Sub-sub-roças de Pureza são Piraí, onde fica a boate Luz vermelha muito frequentada pelos caminhoneiros, Dois Rios composta por 3 casinhas, Parque Miragem que honra direitinho o seu nome, Turma, Cabo, Vila e, claro, o centro, onde mora a elite local composta principalmente de aposentados que ganham mais de três salários mínimos e comerciantes falidos e mal-pagos.
  • Colônia é sem dúvida a sub-roça mais nojenta do pedaço, com sua população compostas basicamente por fofoqueiros, suas sub-sub-roças são Valão de Areia, onde ainda tem onças soltas e os besouros são do tamanho de um fusca e Retiro Saudoso que é bom só de passagem, e ainda onde Judas perdeu a bota com o nome singelo de Termópolis;
  • a quinta sub-roça é Cambiasca, todo mundo tem apelido: Zoreia, Passo-triste, Tutti, Pipoca, Preá, Morangão entre outros. A atração daqui é a curva assassina com uma média de vinte e cinco acidentes por dia e a invasão de baratas e morcegos. Ao contrário das outras sub-roças é menos desenvolvida do que suas sub-sub-roças . Um exemplo é Valão dos Porcos tem aproximadamente mil cabeças, onde a média de morte a tiro é de mil por ano! A funerária da região pensa em até transferir a matriz para cá pois o lucro é extenso! e o cemitério de lá já tem nada mais nada menos que três hectares e a prefeitura já estuda a possibilidade de comprar a cidade vizinha para ampliar o cemitério!

Turismo[editar]

A cidade de São Fidélis tem uns dos principais pontos turisticos do Brasil, desde a chegada da cidade temos uma bela vista panorâmica um lixão com 1500 metros de altitude, em atividade dia e noite recebendo lixo de suas sub-roças, ao adentrar na cidade teremos um guia turístico te esperando em cima de uma carruagem movida a burro que te leva até a um lindo matadouro com pequenos "pássaros"(urubus) te desejando boa viagem.

Sotaque Urbano[editar]

Obs: Por questão da defesa da autoridade regional, São Fidélis conserva vários dialetos locais, algo incrível a uma população minúscula. E mais incrível ainda que os dialetos não estão em extinção.

O fidelense gosta de puxar bastante o "S" durante sua fala e de acrescentar sílabas onde definitivamente não existem, como por exemplo:

  • "Lucassss, essstou com uma dificulidade em matematemática."
  • '"Ssssemana que vem tem fesssta em São Fidélisss."
  • "Mamãe comprou um tênisss All Sssstar!"

Sotaque do Interior[editar]

Já o fidelense da sub-sub-roça puxa bastante no "R" durante sua fala, com um sotaque a estilo a la Chico Bento, e também não tem nenhuma noção de gramática:

  • "Eu to ino pra roça trabaiar pra dispois eu comer!"
  • "U sol hoje ta crarim e os pássaro tão cantano"
  • "Nós compra fiada no Seu zé."

Cultura[editar]

A cultura própria de São Fidélis é praticamente nula. Toda ela é importada de diversos locais do mundo através da mídia, que são principalmente a Rede Globo televisão e a internet.

Desde pequeno, as crianças recebem de seus pais a seguinte regra cultural: "Livro é chato e funk é cool". Regra que, futuramente, os tornam grandes intelectuais totalmente dispostos a seguir a vida na cidade grande, para serem humilhados elogiados culturalmente.

Porém, uma pequena parte da população não segue esta boa regra, estes pequenos grupos acabam sendo perseguidos por movimentos anticultura, como o famoso "NO CURTURA, YES FEISTA", que fora comandado na década de 90 por funkeiros e sertanejos, alienados e altamente renomados.

Música[editar]

A música popular fidelense é indiscutivelmente o funk, em qualquer parte do centro da cidade após a despedida do Sol, principalmente nos fins de semana, pode ser apreciado a "refinada" melodia de seus compositores, a "prazerosa" batida do pancadão e as "belas" letras que encantam os ouvidos fidelenses. Há boatos de que músicas como essas levam os jovens à ruína futura. Mas são apenas boatos, cientistas fidelenses comprovam que tais músicas populares preparam efetivamente seus cidadãos para uma vida sexual extremamente ativa e esporadicamente saudável.

Entretanto, nem toda a população curte as suas tradicional canções, estes que preferem outros estilos musicais:

  • O Gospel, que encanta profundamente os corações dos fiéis, e encantam mesmo. Pode-se ver fanáticos religiosos gritando cantando estas músicas alegremente em seus cultos de garagem.
  • O Sertanejo, que está em alta atualmente graças a um meteorito encontrado próxima a ponte principal, popularmente conhecido como Meteoro da Paixão. Por reações radioativas do meteorito, até mesmo quem era emo, que odiava o estilo sertanejo, se converteu bruscamente para este sem apresentar argumentos.
  • O Emo, estilo que se espalhou espantosamente graças a internet pelos jovens emotivos, hoje tem uma novo conceito em São Fidélis: o Emo 2.0, que veste-se de modo éxotico semelhante a um skatista, diferentemente do visual deprimente de outrora, focando-se principalmente na perfeição facial. Muito preconceito ainda predomina sobre estes tipos de jovens que vivem a procura intensiva de auto-afirmação, no entanto, diversos adolescentes que odeiam os emos acabaram se rendendo a ouvir músicas da banda Cine, chegando ao ponto de cantá-las dentro de um dos ônibus da Prefeitura. Cientistas fidelenses tentam até hoje explicar porque tal fenômeno ocorre, entretanto, até hoje nenhum foi capaz.
  • O Rock e Metal, também com certo preconceito por certa parte da população fidelense. É adorado principalmente por jovens que se rebelaram contra a sociedade. Ocasionalmente, fazem um sinal estranho com as mãos dizendo: "Yeeaahh, Rox", cientistas fidelenses não sabem o porquê. Este grupo costuma a retribuir o preconceito recebido falando mal dos outros estilos musicais, dizendo que todos eles são lixo, e que a verdadeira música são as distorções das guitarras. Costumam, por um misterioso motivo, usar roupas pretas com estranhas pessoas em grupo estampadas no meio delas, enfeitadas com efeitos de Photoshop. Existe também, obscuramente, um grupo bastante alternativo que tem profunda relação social com estes amantes do rock, tal grupo, psicologicamente, acredita ser de outro lugar do mundo como a Europa e o Oriente, injetando culturas imcompatíveis ao restante da população local.
  • O Hip Hop, que na verdade é adorado por ex-funkeiros que procuravam uma forma de mostrar que possuem um bom gosto musical. Ouvindo músicas estrangeiras, de grandes artistas estadunidenses, são capazes de produzir sensações de superioridade comportamental diante de outros indivíduos. No entanto, existe algumas pessoas que também admira a música popular da cidade. Para eles, a música de fora não é a única que deve ser apreciada, reconhecendo o mínimo valor cultural de sua cidade.
  • O Dance e Psy é adorado por pessoas que pensam 24 horas por dia em curtição, para evitar o horário diário de sono tais indivíduos costumam consomir grande quantidade de bebidas energéticas. Constantemente estão presentes em academias, na busca de cultuar um corpo perfeito, necessário para ser admitido em relações sexuais. Para tal grupo, a frase que deveria ser iluminada com lasers de boate é esta: Curta o máximo e foda-se o seu futuro, comportamento que é originado pelo uso abusivo de entorpecentes. Boatos dizem que surgira uma mesclagem deste estilo musical com a música popular fidelense, o denominado Funk-Psy.

Nossas Belas Mulheres[editar]

São Fidélis é a cidade de mulheres bonitas e de homens feios, e por haver tanta beleza gerada em um só lugar, o órgão Soulinda Meadi, responsável pela padronização da beleza da mulher brasileira, que acredita na valorização dos seios e bumbum como o fator potencial do desenvolvimento feminino, classificou as fidelenses em três grandes categorias. As normais, as crentes e as vadias. É importante realçar que os fidelenses acreditam piamente que a virgindade é capaz de rotular uma mulher, por esse motivo o órgão Soulinda Meadi procurou distribuir as mulheres de São Fidélis baseadas na presença ou de um pênis em suas vaginas. As categorias são:

  • As Normais, que em geral evitam perder a virgindade tão cedo, algumas decidem removê-la após o casamento. Disse "algumas", pois a outra parte não suportou a tentação de inserir algum objeto orgânico cilíndrico em seu órgão mais valorizado socialmente. As Normais são mulheres de pudor moderado, tem boas atitudes de moça exemplar e também boas atitudes de piranha, é bastante relativo este tipo de comportamento.
  • As Crentes, que não podem fazer o que as outras mulheres fazem, possuem inúmeras restrições impostas pela sua religião, a mais conhecida delas é não tocar sequer em um homem que não seja seu parente. Isso na frente dos outros, obviamente. Fora de vista alheia, as crentes costumam fazer coisas que até as suas Igrejas não acrescentaram às suas listas de pecados. Maioria das vezes só mantém relacionamentos amorosos com homens do mesmo culto que frequenta, pois apesar desses beberem, fumarem, usarem drogas e se dedicarem suas vidas inteira à inutilidade, são rapazes de bem que sempre estarão nas mãos do Senhor.
  • As Vadias, que sentem orgulho de dizer em público que gostam de ceder-se totalmente aos homens. São popularmente conhecidas como "perdidas na vida", e realmente ficam perdidas no centro da cidade, local onde elas encontram muitas aventuras e diversão enquanto ainda não apodrecem. Muitos afirmam que estas mulheres que são "gente sem cultura", no entanto, estão equivocados, as vadias conhecem bastante a cultura funk, leem Kama Sutra, e tem um superior conhecimento sexual. Infelizmente, os fidelenses, por influências cristãs, veem este tipo de cultura como inutilidade e consideram como o caminho errado de ser uma mulher. As vadias não têm a mínima utilidade intelectual em outras áreas por serem muita das vezes meras máquinas de sexo. Após seus atos sexuais, costumam ser simplesmente descartadas.

Moda[editar]

O senso de moda do fidelense é regular. A maioria da população assemelha o seu modo de se vestir à influências midiáticas. Ou pouco copia, é o caso dos playboys fidelenses, que adotam um estilo peculiar e original: uma espécie de estilo surfista mesclado com o playboy. Usam bermuda tactel e uma camiseta surfista de boa marca, calçam havaianas ou tênis bastante populares, e algumas das vezes, utilizam boné, correntinhas e brincos. Não se sabe exatamente o motivo da escolha do estilo surfista, pois não há praia em São Fidélis.

Já a maioria das mulheres procuram a seguir a moda casual, urbana e minimalista, geralmente impostas por novelas da Rede Globo. Sempre em busca de mostrar o quanto são gostosas belas, costumam usar peças de roupas bastante curtas. As mais discretas, porém, gostam de usar calças justas e pouco decote para tentar dar uma mínima impressão de que são decentes. Por estarem em constante conflito entre a moral e a perversão, são muita das vezes inseguras, o que facilita aos homens penetrações profundas em suas vidas.

Os fidelenses tendem a ser extremamente intolerantes e veem como ridículo todos os modos de vestir que não segue o padrão de moda da cidade. Entretanto, estes vivem alterando o padrão, conforme a novela das oito também muda. Particularmente há algumas adolescentes conhecidas como "patys-funkeiras" que conseguem determinar a moda temporária entre suas amigas. Muitas das vezes, por exemplo, induziram a elas o gosto por serem skatistas, cocotas, dentre outros.

Estilo de vida[editar]

O fidelense sempre tem o pé no chão com um pensamento firme na cabeça: Ser alguém na vida! E eles conseguem, com todo o seu dinheiro esforço e dedicação. Mas não é só o sucesso pessoal que os fidelenses buscam, mas também a perfeição da aparência física e financeira. Grande parte da população possuem uma necessidade compulsiva de se mostrarem superiores, seja utilizando um carro bonito tocando o tradicional funk, ou bebendo doses e doses de caras bebidas para parecerem palhaços descolados diante dos outros. Há diversas formas da população mostrar superioridade, uma mais inovada que a outra, é aí que está presente a grande criatividade fidelense.

O estilo de vida nunca foi de uma só forma, teve severas mudanças, o grande fator para essa oscilação é a TV, meio de comunicação unilateral e alienante extremamente acessível à população. De um dia para o outro, diversos adolescentes misteriosamente adotaram um estilo de vida muito semelhante ao da novela Malhação, e os adultos, da novela das 8, da Rede Globo. Cientistas fidelenses não sabem o porquê.

Maioria segue um estilo de vida padrão, comum a todos. Porém, pode-se encontrar, em alguns cantos obscuros, pessoas com um tipo de vida alternativa, citadas anteriormente, que foram mutadas pelo meio de comunicação mais moderno da cidade: a internet. Estes indivíduos juram em dizer que não são dali, inventando que vieram de países como a Islândia, Inglaterra, alguns dos Países Baixos e até mesmo de Tokyo. Conseguem iludir até mesmo estereotipamente, com os mais exóticos tipos de penteado e vestimentos, e utilizam meios como redes de relacionamento online para divulgar isto. Mas não se deixe enganar, estas pessoas são mesmo de uma cidadezinha do interior do Rio de Janeiro.

Meio de Compartilhamento de Informação Alheia Natural[editar]

A cidade de São Fidélis é mundialmente conhecida pelo seu incrível meio de compartilhamento de informação alheia natural, capaz de alcançar velocidades superiores a da luz (300.000 km/s): a fofoca.

Este meio de compartilhamento de informação alheia natural tem sido estudado desde 1964 pelos cientistas fidelenses, mas até hoje, nenhum deles conseguiu compreender este fenômeno social por ser muito complexo para eles.

Clima[editar]

São Fifi é uma cidade onde a temperatura varia muito. Nos dias de calor, a temperatura pode chegar até aos 50 graus no centro da cidade e chegar aos 15 graus na Ipuca, por exemplo, que bem próxima. Já nos dias de frio a temperatura no centro da cidade não passa dos 36 graus, e no norte a máxima chega a ser de -45 graus. Em suas sub-sub-roças chega até nevar. De vez em quando a cidade de São Fidélis é citada em algumas novelas da rede Globo como por exemplo: vou te levar para o fim do mundo lá pra São Fidélis.

Enchentes[editar]

São Fifi raramente sofre com enchentes. Com o aumento da produção de lixo per capita, entupimentos em bueiros têm ocorrido eventualmente.

Durante a época de chuva, é comum encontrar alguns cidadãos locais nadando pelas ruas da cidade
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Festas da cidade[editar]

São Fidélis adota o renomado sistema de governo "Pão e Circo". Por causa disso, o número de eventos realizados pela prefeitura é extremamente grande.

Porém, o pobre fidelense chega no final do ano falido porque a prefeitura realiza estas festas todo mês e com uma artilharia de 5 toneladas de fogos por noite. Algumas acabam até extraviadas para outros lugares. Atualmente as melhores festas se realizam na luxuosa Exposição Agropecuária de São Fidélis, já estiveram presentes neste local grupos lendários como: Copacabana Bit (grupo de samba nerd), Gretchen, Rita Cadillac, Village People e até os Beatles! A dupla de maior sucesso da cidade, com nada mais que dois CD's vendidos, é Tony Távio e Zé Rhael.

Transportes[editar]

Um dos piores defeitos São Fifi é o transporte. Com seus ônibus mais velhos que a própria cidade, em péssimo estado de conservação, é necessário gritar para pessoa ao lado para ela ouvir, pelo tamanho o barulho que fazem. Deve-se estar em precaução com as freadas para não cair em cima de outros passageiros com seus porcos, galinhas, cabritos e etc., que desfrutam do "conforto" e "pontualidade" deste meio de transporte uma vez ao dia, exceto feriados. E se você for relativamente rico, você pode comprar uma moto e receber o beneficio de ganhar uma mulher gratuitamente, pronta para o seu exercício sexual.

Cidade do Rally[editar]

Se o transporte é bom as estradas são melhores ainda, e agora a cidade foi batizada de cidade do rally, pelas suas pistas adeptas aos rallys mais emocionantes do mundo. Os moradores adquiriram adesivos para colarem em seus carros e casas. Mais esta semana um ilustre morador da pequena cidadezinha nos disse que as estradas são fidélis só tem um buraco, ou seja,um do início ao fim. Os cientistas da cidade nunca conseguiram explicar o por que desse pensamento.

Os cientistas fidelenses[editar]

Os cientistas fidelenses são conhecidos pelo mundo como "buscadores da verdade" porque até hoje eles nunca conseguiram entender os estranhos fenômenos de São Fifi, citados acima.