São Francisco de Goiás

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São Francisco de Goiás é um distante curral de Anápolis que acha que é uma cidade. Próximo de tanto lugar melhor e mais desenvolvido (Brasília, Pirenópolis, Anápolis), é claro que só fica em São Francisco de Goiás quem quer (pessoas de pouca visão).

História[editar]

Só em São Francisco de Goiás você encontra essa espécie de carnaval misturada com festa junina e show de sertanejo.

Desgraça já existia em 1740 quando uns fazendeiros de Jaraguá foram dar uma cagada, e acabaram se perderam no mato. Depois de largar o barro, decidiram usar aquela obra como "pedra fundamental" de uma nova cidade que tiveram a ideia de criar já que iriam ter que ficar por ali mesmo.

Com a construção de uma capela de palafita, os vários lavradores, mineradores, viajantes, marginais e prostitutas se reuniam em São Francisco de Goiás aos domingos para movimentar a cultura. Logo em 1911 passa a ser um distrito de Jaraguá, com o nome Chagas, porque aquele bando de fazenda cheia de pobre era uma verdadeira chaga (vulgo câncer anal / doença potencial maligna / peste perniciosa / seta que assola ao meio dia) ao município jaraguaense.

Depois de muito tentar, em 1953 São Francisco de Goiás é elevado a município graças a Vovó Mafalda que comandou a revolução armada e a greve dos plantadores de milho, que gerou um profundo impacto econômico em todo Goiás devido ao aumento do preço da pamonha.

Atualmente é uma cidade bostinha qualquer...

População[editar]

Você pode não acreditar, mas existem naquele buraco mais de 5 mil habitantes distribuídos entre caipiras (35%), agroboys (25%), Cachorros (15%), agropatricinhas (10%), bêbados (5%), miseráveis (5%) e mendigos (5%).

A taxa de natalidade é zero, uma vez que não conta com hospital ou qualquer outra coisa do gênero que possa ser associado a prestação de serviços em saúde.

Economia[editar]

A economia de São Francisco de Goiás é oficialmente inexistente, o pouco do dinheiro que a população ganha sempre provêm da prostituição das mulheres e viadas da família. Esta economia praticamente inexistente é impulsionada sobretudo pela venda de pílulas do dia seguinte, já que a juventude curte uma meteção generalizada sem camisinha.

Existe um ou dois fazendeiros que ganham trilhões vendendo milho, pepino, soja, alho e palmito, e embora o município não seja tão desenvolvido como Pirenópolis, os dois competem em consumo de maconha que acaba sendo muito plantado também, mercado este que possibilitou a ascensão de diversas famílias pé-de-chinelo à nova classe media.

Infraestrutura[editar]

Não há infraestrutura, no máximo existe ali uma igreja que já custou mais dinheiro que os fieis podem pagar ao longo de mais de 20 anos. Fora isso, muitos buracos, muitos meios fios que são pintados uma vez ao ano e algumas praças abandonadas (a população conhece como criadouro de cobras, mosquito e cupim).

Apesar de contar com um bonito centro urbano cercado por pit dogs meia boca e uma boa variedade de prostíbulos, a cidade é dominada por mato e casas gigantes que mais parecem monólitos retangulares sem inspiração, coisa de rico cafona que na verdade é um sem classe pobre que não dá conta de pagar a casa e foge da cidade. O restante do município é constituído de barracos, casebres, bares, igrejas e taperas.

E não menos importante, cuidado para não pisar em merda de cavalos, cachorros ou humanos, parece que a população local não conhece o significado da palavra banheiro.

Transportes[editar]

São Francisco de Goiás está exatamente no cruzamento das duas maiores e mais podres rodovias da América Latina. A BR-153 que liga o Uruguai à Guiana Francesa, e a BR-070 que liga a África à Macchu Picchu. Devido ao intenso tráfego dessas rodovias, São Francisco de Goiás parece que possui apenas postos de gasolina, motéis, cafeterias e puteiros, para sugar assim alguns breves trocados dos viajantes que não tem interesse em permanecer por muito tempo (sugados pelas mais belas travestis disponíveis, como Pamela Pau de Canhão e Amanda Pinta Rôcha).

O tráfego de carroças, bicicletas, biz a gás, jumentos, carros feios rebaixados e trambolhões que em 1900 e Pelotas eram chamados de motos é intenso e ocasionalmente faz vítimas, pois parece que dar seta dói diretamente no cu do habitante local, e pelo fato das faixas de pedestres serem inexistentes por tratar-se de um conceito muito complexo para os aborígenes locais.

Cultura[editar]

O máximo que esta cidade contém de cultural são habilidosas prostitutas que assobiam pela xereca, a existência de "cowboys" forrozeiros, e muita gente que não tem papa na língua pra fofocar. E se você vier à cidade, não deixe de passar direto, pois esse lugar é a puta que pariu, mas se decidir ficar pode aproveitar a prostituição coletiva também conhecida como FESTA DE JUNHO, muitas novinha sarrando e pais de família querendo liberar o girassol pra colheita.