São Gabriel da Cachoeira

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São Gabriel da Cachoeira é apenas mais um fim de mundo em algum local desconhecido do Brasil, considerado a cidade mais indígena do Brasil, fato este alcançado porque essa cidade é longe demais para a civilização chegar, nem mesmo os traficantes da Colômbia conseguem chegar ali< quer dize os traficante são os próprios comerciantes (não generalizando) alguns deles.

História[editar]

uma linda obra de arte e Magnífico monumento feito pelos índios das redondezas de São Gabriel da Cachoeira.

O município de São Gabriel da Cachoeira foi criado em 1935, mesmo sem nunca algum português ter explorado lá, o que o tornou o primeiro e único município indígena do país. Na oportunidade foi criado de qualquer jeito (e ainda continua sem jeito) apenas para definir a fronteira com a Colômbia, pois naquela ano havia sido efetivado a compra do Acre e de Novo Airão, o que atualizou o mapa da América do Sul. Os índios, que nunca foram instruídos sobre mapas, geopolítica, capitalismo, apenas foram abastecidos com galões de pinga e por isso nunca incomodaram o governo nem brasileiro e nem colombiano.

Em 2002 um fato até então inédito aconteceu, quando a língua portuguesa foi banida do município após todos alunos da cidade terem tirado 0 na redação do Enem, pois os mesmos escreviam pior que o mais analfabeto caipira ou a mais analfabeta patricinha de internetês. Foi assim oficializado no município três idiomas indígenas que não possuem forma escrita e são meramente fonéticos e gestuais, o nheengatu, o tucano, e o baníua.

Geografia[editar]

Todo mundo já olhou o mapa do Brasil e estranhou aquela área do noroeste brasileiro que parece um lobo com torcicolo e se perguntou o que será que há ali, e essa resposta é "apenas muito mato e índios deprimidos e bêbados, além é claro da cidade de São Gabriel da Cachoeira".

A aldeia localiza-se na margem do Alto Rio Negro, onde as águas ainda são limpas e ninguém ainda arremessou esgoto no mesmo, exceto garrafas de cachaça 51, uma vez que tudo o que os índios façam tem que ser culturalmente tolerado, e eles tem o estranho hábito de arremessar essas garrafas no rio após se embebedarem.

Destaca-se ainda o fato de no território do município estarem o Pico da Neblina e o Pico 31 de Março, os maiores do Brasil, mas ninguém se importa com isso.

Economia[editar]

São Gabriel da Cachoeira é um dos municípios mais pobres e miseráveis do Brasil, absolutamente nada é produzido lá, afinal só existem índios nesse território. Não que necessariamente índios sejam vagabundos preguiçosos, mas que é de sua cultura ficarem lá na floresta fazendo porra nenhuma e recebendo dinheiro de graça de um tal de governo.

Para não dizer que lá não tem nada, é a cidade do Brasil que mais importa cachaça 51 por habitante, sendo pelo menos 5 garrafas por dia per capta. E para não dizer que não se produz nada, é a cidade que mais produz timbó, planta usada por pessoas que desejam por fim a si mesmo.

População[editar]

De acordo com o IBGE, o município de São Gabriel da Cachoeira é um dos mais populosos do Amazonas com mais de 40.000 habitantes, algo difícil de acreditar quando se visita a cidade e é possível contar os seus apenas 50 habitantes. Tanta gente é porque conta-se todos índios que vivem isolados dentro do mato bebendo sua cachaça.

Lazer[editar]

Este município é tão entendiante, e a velocidade da internet é tão lixo, que lidera de longe a taxa de suicídios per capta do Brasil.

Turismo[editar]

Todo mês de setembro ocorre o Festribal, um grande festival folclórico local que na verdade mais parece uma mistura bizarra de carnaval, festa junina, quermesse de esquina e apresentações indígenas bizarras.

Um ponto turístico é a paisagem da Bela Adormecida, de modo que na orla da cidade ao se olhar para o horizonte, com muita imaginação e forçação de barra, é possível fingir ver a silhueta de uma mulher dormindo na composição de três montanhas no horizonte.

Aliás, teoricamente o Pico da Neblina deveria ser um atrativo turístico, afinal é o ponto mais alto do Brasil e pessoas sempre gostam de visitar pontos extremos, mas na prática não há qualquer estrutura para alpinistas.