São Gonçalo do Rio Abaixo

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São Gonçalo do Rio Abaixo, também popularmente chamada pelos moradores mais preguiçosos de Sãogonça. Está situada a 84 km da capital Beozontí é a terra da ponte, do rio, da turma dos Pholhas, dos Maidenations, da Viola, do Bar do Chaffaris, do Operario Futebol Clube, das músicas do Pedrico, da Banda Santa Cecilia, do Clube Garimpeiro e de muitas outras coisas banais e chatas como as citadas anteriormente.

História[editar]

O município de São Gonçalo do Rio Abaixo, foi fundado no ano de 1609 D.C., e possuia apenas o no nome de "São Gonçalo". O município foi fundado pela "Liga Desbravadora dos Desbravadores Bravos", que era possuia como integrantes: o navegador português Vasco da Gama, o aviador alemão Manfred Freiherr Von Richthofen(mais conhecido como Barão Vermelho), o cantor jamaicano Bob Marley, o pistoleiro audáz Billy The Kid, os ex-ditadores Augusto Pinochet e Alberto Fujimori.

Tomada aerea atual da cidade. Foto: Barão Vermelho

O emaranhado de cabanas e palafitas situadas a margem do "Rio Abaixo", deu origem a comunidade que cresceu (cresceu?) à beira deste rio. Cada um dos membros da "Liga Desbravadora dos Desbravadores Bravos" pegou para si uma àrea e montou sua fazenda sem nenhum critério.

Com o passar do tempo, a Liga descobriu a existencia de índios localizados em pontos distantes ao povoado, pontos como Vargem Alegre, Bom Sucesso, Mãe d'àgua e Sapo Ronca, que logo passaram a ser habitados por colonos exilados e criminosos condenados, vindos de vários países do mundo. Os indigenas nativos chamaram a atenção pelo seu profundo conhecimento em Pholhas, o que deixou o Bob Marley surpreso e ao mesmo tempo contente.

Sabe-se que numa data bem distante e incerta, num lugar quase deserto um português precisava construir uma ponte. Ela seria primeira Ponte Concreto Pênsil do Brasil, Ela deveria ser construída em São Gonçalo (do Rio de Janeiro), então os portugueses que iriam construí-la passaram por um boteco entre algumas estradas que cortam as Minas Gerais e perguntaram qual era o nome do rio que ali passava, o cidadão disse: "Nois aqui só tem o rio, e se o rio vai pra baixo, intão o nome daqui é Rio Abaixo". Logo pensaram: "Vamos colocar a ponte ali em baixo, e construiremos uma nova cidade, seu nome será: São Gonçalo, que não é do Rio de Janeiro, mas é do Rio Abaixo".

Os justiceiros: da esq. pra dir. Dolph Lundgrën, Steven Seagal e Charles Bronson

Após a construção da ponte a o povoado se tornou vila, a movimentação aumentou, e durante as obras surgiram alguns, furtadores, gatunos, vandalos e marginais. Mas a coroa portuguesa enviou três bravos justiceiros para fazerem a segurança do local: Dolph Lundgrën, Steven Seagal e o temido Charles Bronson.

Os justiceiros expulsaram todos os gatunos, baderneiros, vandalos e caçadores de recompensas, e São Gonçalo do Rio Abaixo voltou a tranquilidade e calmaria.

Incentivados por Augusto Pinochet e Alberto Fujimori, os habitantes desta vila se dedicaram a exploração do ramo agropecuário.'

Em 1850 foi instituida a primeira igreja de São Gonçalo do Rio Abaixo, a mesma foi fundada pelo Frei Truck, que chegou a cidade 5 anos mais cedo, com seu chefe e amigo Robin Hood.

Robin Hood, furtou o Cruzeiro de madeira da cidade de São Thomé das Letras e o levou para São Gonçalo, a afim de ganhar tempo na estruturação da cidade e ajudar o seu amigo religioso Frei Truck.

Em 1879 com a chegada dos ingleses e do café a cidade atingiu seu apogeu. O dinheiro do café incentivou a abertura de zonas, cabarés, puteiros, clinicas de massagem, bares, "butecos-copo-sujo", armazéns, vendas, varejões, alfaiatarias...

Após 1879, a monotonia tomou conta da cidade e os próximos fatos marcantes aconteceram apenas no período de 2004 a 2006, época de implantação das instalações da Mina de Brucutu. Neste período a cidade contou com a chegada de diversas empresas empreiteiras que trouxeram consigo vários trabalhadores assalariados e intinerantes, mais conhecidos como "Piões Trecheiros". Com essa chegada o lugar ficou bastante movimentado, e qualquer "buteco-copo-sujo" ou meia garrafa de pinga numa esquina qualquer se tornava o "Point da Piaunzada", o que acelerou a economia da cidade, e de quebra trouxe também diversos problemas sociais e bardas oriundas destes seres chamados "Piões Trecheiros de Firma".

Relevo[editar]

Retrato do relevo mais plano da cidade. Foto: Augusto Pinochet

São Gonçalo do Rio Abaixo está situada em uma localização privilegiada, encontrando-se logo acima da terra e embaixo do céu. A cidade está situada numa formação rochosa denominada "Serra do Catungui", que é uma área plana como a Cordilheira dos Andes. O seu solo é extremamente fértil, porém ele é apenas utilizado para o plantio de pholhas, da cana-de-açúcar-mascavo, laranja, plantação de milhão, e também como objeto de exploração da Mina de Brucutu.

Morros, muitos morros e algumas poucas áreas planas que sofrem constantemente com doenças geralmente causadas pelas milhares de inundações que ocorrem no município todo ano. Principalmente nos bairros Patrimônio, Papagaio, Vale do Sol e Santana, são apenas aclives acentuados e íngremes. Na cidade, onde não tem morro tem ladeira imensa, onde acaba uma ladeira começa a outra. Por isso cuidado para não brigar de perna com as moças daqui.

Já os bairros: Centro, Nitéroi, Baixada e Guanabara, sofrem com as inundações, nesses bairros se um cachorro mixar na água ou se um gordo escarrar no rio, os moradores ja são feitos reféns da fúria das águas. Os habitantes desses bairros se desenvolveram geneticamente e esteticamente como Homo-peixens desenvolveram guelras, escamas e nadadeiras. Levando assim uma ligeira vantagem na luta contra a fúria das águas.

Meio Ambiente[editar]

A fauna e flora nessa cidade é de tamanha importância.
Referido rio que corta a cidade. Foto: Vasco da Gama

A fauna e flora nativas, são bem mutáveis, sempre surgem novas espécies de "prantas e bixos" aqui na nossa cidade.

Nas cachoeiras da Mãe d'Agua e do São José, embelezadas por galinhas mortas com sangue escorrendo na água, flores, comida, uma super farofada, para algum ser não identificado ir tentar limpar.

Sem falar no rio Santa Barbára, capaz de conter mais substâncias poluentes que o próprio Tietê, esse fato está contruibuindo para o surgimento de novas espécies de seres "anfibios mutantes". Conta com a maior população de Capivaras, do estado de Minas Gerais.

Ainda temos os "Caçadores de Pacas", "Caçadores de Lobos" e os "Passarinheiros", que fazem do "Passadez" sua àrea de lazer e caçada.

Um certo jardineiro afirmou inúmeras vezes pelas ruas da cidade a uns 9 anos atrás: "Meu pior pesadelo é ter um filho "florzinha" e um filha "trepadeira". Não os quero inclusos na flora"

Costumes[editar]

As pessoas costumam sentar em frente suas casas para tomar um cafézinho com leite, e/ou se debruçar em suas janelas "de front" a rua, para falar (lê-se cuidar) da vida alheia, o que já virou até um esporte típico da cidade.

Sonorizar os seus automóveis pra dar banda pela cidade ou empinar uma moto. Parar na rua Henriqueta Rubin para tirar onda, achar um banquinho estratégico e sentar pra tomar uma cerva ou cachaça (da boa) e cantar as gurias que passam.

Outro divertimento comum do povo são as "Festas no Ginásio Poliesportivo" onde vai um monte de caras que não pegam guria nenhuma e ficam num bolinho de puro homem tomando cerveja. É mais comum do que se pensa.

As pessoas constumam ir lá no salão de beleza...

Educação[editar]

Até hoje não se consegue distinguir a diferença entre uma escola pública são-gonçalense e uma unidade de detenção para menores. Composta de muros altos, delinquentes juvenis e porteiros carcereiros, essas aglomerações humanas oferecem o ambiente ideal para a proliferação do banditismo mirim. A presença de jovens desocupados a pé e/ou em motos nos arredores dessas escolas é um traço inconfundível da falta do que fazer em São Gonçalo. Bares, botecos e biroscas são um apêndice das unidades educacionais, onde os jovens costumam se reunir para relaxar antes, durante e depois das aulas.

Points[editar]

O mais conhecido “point” da cidade é o "Bar do Chaffary's" situado na rua da prefeitura, local onde as pessoas não vão para tomar sua cerveja, mas sim para exibir o tênis novo que compraram, secar a mulher dos outros, se exibir no seu carro ou no carro de terceiros, ou mostrar seu gosto musical extremamente duvidoso para todo mundo. Há dias em que o Chaffary's consegue ficar mais cheio do que a missa de domingo.

Na mesma rua da prefeitura(uma das únicas ruas da cidade), fica o "Bar do Carioca", buteco/pizzaria que concorre no Guiness Book como a cerveja mais cara do universo. Mas que se destaca pelo atendimento organizado e pelo preço(das outras coisas, porque a cerveja é cara mesmo) e variedade de petiscos. Localizado às margens do Rio Abaixo, o bar é ponto de encontro de torcedores, que se reúnem todo domingo para ver jogos, sendo 46% cruzeirenses, 46% atleticanos, 3% de idiotas paga-pau e times cariocas, 3% de idiotas paga-pau de time paulistas e 2% playboyzinhos que pagam de torcedores do Milan, Barcelona, Bayern ou Manchester , para parecerem mais desenvolvidos que a ralé.

O "Bar do Léo" é um local mais tranquilo( tranquilo até demais, tanto que alguns moradores "alternativos" costumam se trancar lá algumas noites, para desfrutrar de um baile funk regado à solventes, entorpecentes e "ervas finas") e considerado por muitos o melhor bar, ops! buteco da cidade, conta com um excelente atendimento(não vai no balcão não pra ver), Otimo espaço interno,todo ocupado por sinucas e totós, e uma localização boa: Fica enfiado num porão de uma construção histórica, onde mofo e ácaros são gratuitos ao sistema respiratório. Situado próximo a igreja(caindo), o bar está no centro(?) da cidade mas, porem longe da muvucada da rua da quadra. conta com uma variedade imensa de tira-gostos de anteontem e também exibe jogos na tv. Além da vantagem de não ter moleques como frequentadores, só cachaceiros natos, "malucos", e sinuqueiros.


No Adro da Matriz ocorre o lual, formado por um grupo de jovens homens que tocam violão e enchem a cara uns mais que os outros. E acontece sempre e dura a semana toda sempre a partir das 22:27 h, o lual é um reduto daqueles que não conseguem pegar nenhuma mulher e então se afogam no alcool. Moradores próximos ao Adro, relatam que sempre escutam músicas como: Robocop Gay, Vira-Vira, Macho Man, Nx Zero - os Emos, Marlin Manson - um cara que usa sutiã. Além disso o grupo dá risadas estardalhosas e escandalosas durante toda a madrugada. Eles propagam que curtem Black Metal, Power metal, entre outros estilos agressivos(leia-se: músicas ultrapassadas que ninguem mais escuta), para tentar manter a pose de machões.

Atualmente, a cidade vive a explosão da nova MPB Brasileira, o supra-sumo da melodia, o funk carioca e o forró do Deja-Vú. Com a popularização destes estilos musicais na cidade, surgiu na região conhecida como Beira da Quadra e do Rio, situada em frente ao Chaffary's, onde pessoas dotadas de alto nível cultural, ditos “funkeiros” e "forozeiros", se reúnem para apreciar sua a música e dançar com as piriguetes.