São João da Ponte

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São João da Ponte é a típica cidade caipira em que você só pode pensar em três coisas ao ver o estado do município:

  1. O que a cachaça não faz... Cacete! Os Evangélicos estavam certos!
  2. Sério? Isso aí é o Brasil e não a Uganda? Não minta pra mim... Caramba!
  3. Que merda hein?

De cada 10 acidentes de carros com motoristas podres de bêbados no norte mineiro, 30 são de motoristas de São João da Ponte.

História[editar]

A tal ponte que dá o nome ao município. O município é tal como esta ponte símbolo.

Tudo começou quando descobriram uma fábrica de cachaça abandonada no município. Assim nascia mais uma cachaça no Brasil. Outro fato é que a cidade usa muito as estatísticas para mostrar como a cidade é menos pior que as demais nos arredores. Foi essa estratégia a usada para provar que o mandato antigo do prefeito não tinha sido tão ruim quanto o de 30 anos atrás (se bem que ele sempre esteve no poder mesmo).

Cquote1.png Foi comprovado pela universidade municipal de São João da Ponte que o nosso PIB aumentou -0,03% desde que instalamos aquela fábrica de cachaça no centro da cidade e que a quantidade de alcoólatras só diminuiu a -8%, isso é sinal de que podemos construir mais uma fábrica de cachaça no município pois isso diminuirá a quantidade de alcoólatras! Cquote2.png
Secretário de infra estrutura, economia e cachaça do município

Resumindo, a "longa" história de São João da Ponte diz que "Cachaça faz bem pra saúde, reduz o número de alcoólatras e previne Cirrose".

Foi assim que o prefeito do município se casou com uma Vaca, emancipou a cidade e deu o nome de São João da Ponte, em homenagem ao bairro que morava e ao nome do edifício em que morava. Não sua anta são-joão-pontense, ele não morava em um prédio (mal tem prédios aí) ele morava debaixo da ponte como todo bom rico de sua cidade.

Aliás, o padeiro certamente é o com a melhor condição de vida aí pelo jeito. Afinal ele mora em um buraco no chão, a maioria dos pontenses mora no mato mesmo.

Economia[editar]

Adota o modelo Alcoolcentrico. Um modelo que roda em torno da cachaça que se tornou um bom objeto para desviar a culpa da administração bêbada de São João da Ponte. Geralmente, quando o prefeito faz algo como cagar em público e ser limpar com o tratado de emancipação do município ele culpa a cachaça que estava o chamando para beber.

O secretário da educação culpa a cachaça por ter feito ele vomitar na escola que ele estava inaugurando, e foi a última escola que o governo estadual abriu na região do norte mineiro. Como escola nunca fez falta mesmo no norte mineiro todo mundo ficou quieto e hoje é a região com mais analfabetos de Minas Gerais.

Cachaça, cachaça, bar, cachaça... Essa é a economia oficial de todo o norte mineiro mesmo. Não se sabe o que tem de tão atraente em um lugar como esse, vai ver que os habitantes tem que beber para compensar o porre que é viver em uma cidade tão chata e com internet tão lenta que essa página jamais carregaria.

No mínimo deve estar acessando a Desciclopédia de outro lugar. Mas está perdoado já que provou que sabe ler.

População[editar]

Dividido entre os alcoólatras, os ex-alcoólatras e os futuros alcoolatras. Na língua do governo mineiro é "Caipiras" (alcoólatras) que tem que tomar cerveja para não se lembrarem do canhão que esperam em casa e também para compensar o tédio da cidade também são os playboys da cidade, os "Ex-alcoólatras" que são os evangélicos do município e só bebem vinho e os futuros alcoólatras, ou "De menor".

Que bom que há um pouco de senso comum no município.

Geografia[editar]

Do território total de São João da Ponte só 10% dele é utilizado. O restante é um canavial gigante misturado com mato usado pelas fábricas de cachaça fazerem cachaça.

Cquote1.png Aiiii... Nem tudo é cachaça lá! mimimimi Cquote2.png
Habitante de São João da Ponte que não admite que a cidade é a capital da cachaça em minas gerais

Na verdade é sim! Se não for terra da cachaça deve ser a terra do mato, da poeira, do sertão, do fome zero... Como as demais cidades normais do norte mineiro. Enfim, o clima pouco importa, ninguém quer ouvir mesmo sobre isso.