São Miguel do Guaporé

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São Miguel do Guaporé é uma cidade de Rondônia, mais conhecida como Babilônia... onde ninguém é de ninguém e todos são de todos...

História[editar]

Centro econômico dessa roça. Dá até para sentir o cheirinho de barro.

Esta vila surgiu por volta de 1984, durante a construção da famigerada BR-429, quando um audacioso projeto do Incra visava a construção da pior rodovia de todos os tempos do mundo. Tal rodovia tinha como destino interligar a Bolívia à Vilhena, mas não chegou em nenhum desses dois pontos, ficando pela metade e portanto considerada a rodovia federal mais inútil de todo o Brasil, por isso não é de se assustar que apenas cidades inúteis existam ali, como é o caso de São Miguel do Guaporé.

Só em 1987 o nome do vilarejo foi decidido, inicialmente todos queriam usar o nome "São Miguel do Oeste", pois soava totalmente rondoniense e ainda corroborava a total ausência de criatividade do rondoniense, imitando na cara dura o município de São Miguel do Oeste-SC. Um consultor do IBGE, portanto, negou este primeiro nome, então logo foi cogitado o nome de "Novo São Miguel do Oeste" que soava ainda mais rondoniense. Então, numa demonstração final de total incultura, decidiram batizar a cidade como São Miguel do Guaporé, mesmo que o tal Rio Guaporé se situasse em outro lugar 500Km de distância dali.

Geografia[editar]

O município é daqueles que possui um falso vasto território, pois 99% de seu território está compreendido no Parque Nacional de Pacaás Novos, onde é proibido destruir, queimar, devastar, cortar as árvores, degradar e fazer essas coisas que os rondonienses amam fazer com seu ecossistema, e portanto não passa de um território ignorado, sendo assim o núcleo urbano forma o restante 1% do território do município.

Economia[editar]

Ninguém sabe até hoje explicar de onde vem o sustento dessa postulante-à-cidade.