São Paulo do Potengi

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São Paulo do Potengi era pra se chamar Liberdade mas, para o desgosto dos seus fundadores, tornou-se apenas São Paulo do Potengi.

História[editar]

A maior diversão em São Paulo do Potengi é ficar vendo as obras públicas que nunca ficam prontas.

Tudo começou há muito tempo, cerca de dez meses, quando os legalistas da comunidade rural do Cabaço de Cima se uniram aos anarco-punks do Cabaço de Traz, da união nasceu o ECC, Encontro dos Casais Cabacistas, tendo por meta descabaçar todos os que não fossem puro sangue. Logo, a população do Juremal, por ser totalmente descabaçada, revelou publicamente o seu ressentimentos, visto que preteridos pelos casais cabacistas em suas práticas de swing.

O ressentimento logo se transformou em revolta, que foi engrossada por todas as descabaçadas das comunidades de Curicaca, Quixaba, e Potengi Pequeno, que, uma vez violadas, eram descartadas pelos casais descabacistas, o que denota o mais puro proselitismo, machismo e desconhecimento sobre o sexo gostoso. Surgia, assim, em homenagem aos gregos, a Confederação de Damos Muito, enrabada pelos povos do Vai-Quem-Quer e da saudosa Rua da Usina.

Os confederados de Damos Muito resolveram fundar uma cidade onde prevalecesse o amor livre e prostitutas baratas, mas que, para obter legitimidade, fosse abençoada pelas autoridades eclesiásticas, o que lhes permitiria fazer frente ao ECC. Sendo assim, enviaram correspondência ao maior castrador de bodes e de porcos local, Canô, pedindo que abençoasse o nome escolhido para cidade, que seria Liberdade e que, falsificando a assinatura do Padim Ciço, afirmasse que a benção havia sido dada pelo próprio sacro santo padre.

Tudo corria muito bem, parecia que em pouco tempo tudo se resolveria, só que o pessoal da Rua do Chapéu Cagado resolveu tomar uma meiota de cana sentado no meio-fio e convidaram Canô, tão bebendo até hoje, sendo que o processo de legitimação ficou paralisado. A saída foi aproveitar um bilhete de viagem de Potengi para São Paulo, assim a cidade passou a se chamar de Potengi para São Paulo e, no decorrer desses 10 meses, pelos usos e costumes, tornou-se São Paulo do Potengi, também conhecida com o Mais-Querida do Potengi, a Mais-ABcedista do Potengi, a mais Bacurau do RN.

Com o transcorrer dos dias, conflitos se sucederam e a dialética revelou os seus resultados, hoje, a síntese de tudo isso é uma cidade bela, com um povo em harmonia com a sua história, que produz gente de valor e coração, existem controvérsias.

Sendo assim, enviaram correspondência ao maior castrador de bodes e de porcos local, Canô, pedindo que abençoasse o nome escolhido para cidade, que seria Liberdade e que, falsificando a assinatura do Padim Ciço, o castrador afirmasse que a benção havia sido dada pelo próprio sacro santo padre. Tudo corria muito bem, parecia que em pouco tempo o plano seria executado, só que o pessoal da Rua do Chapéu Cagado convidou Canô para tomar uma meiota de cana sentados no meio-fio, tão bebendo até hoje, sendo que o processo de legitimação ficou paralisado. Por seu turno, Canô mudou de profissão, agora é consinheiro famoso e, juntamente com Cardo e Mundoco, deixou de castrar porcos e bodes para amaciar escrotos humanos, típica conspiração nazista própria dos ECC.

A saída encontrada pela Damos Muito foi aproveitar um bilhete de viagem de Pau de Arará de Potengi para São Paulo, assim a cidade passou a se chamar "De Potengi para São Paulo", o que revelou o oportunismo dos revolucionários, uma vez que não tiveram qualquer despesa, nos termos ensinados pelo mestre Maré Pansa. No decorrer desses 10 meses, pelos usos e costumes, tendo em conta que as palavras evoluem independentemente da evolução dos povos, o nome da cidade transmutou-se para São Paulo do Potengi, também conhecida com a Mais-Querida do Potengi, a Mais-ABcedista do Potengi, a mais Bacurau do RN.

População[editar]

Por falar em comer, as mulheres de São Paulo do Potengi são o nosso maior orgulho, são gostosas e não são chifreiras. Há teorias que explicam o hábito inusitado das mulheres potengienses não passarem chifre, é que os chifres que em outras localidades são distribuídos por toda a sociedade em São Paulo do Potengi ficam concentrados em umas poucas cabeças, é o caso, p. ex., do Garoto Parangolee, dos mais chifrudos do norte-nordeste, tendo acumulado trinta e cinco pares de galha em um única noite, sendo traído inclusive platonicamente: as mulheres desejam ficar com ele só pra passar um chifre. Ele foi escolhido para receber todos os chifres que seriam de toda uma geração, graças a ele nenhum outro potengiense de sua geração será chifrudo, lhe somos gratos.

Além das mulheres, há uma boa diversidade de jumentas, cabritas e galinhas. O município não conhece o homossexualismo, mas anda de mãos dadas com a mentira.

Cultura[editar]

Cabe destacar que, mesmo já tendo nome, a cidade sequer existe, mas já conta com o único santo genuinamente brasileiro, apesar de não ser potengiense, trata-se de São Monsenhor Expedito, o profeta das águas e protetor dos tomadores de cana. O velho padre consegue, lá do céu, dá ordem a desordem, é por ser um bom protetor sempre manda uma chuvarada no aniversário do seu passamento. Assim, todos bebem e se divertem, o que não chega a ser um milagre.

Ocorre que com o transcorrer dos dias, conflitos se sucederam e a dialética revelou os seus resultados, hoje, a síntese de tudo isso é uma cidade que não exite, mas que se um dia vier a existir será bela, com um povo em harmonia com a sua história, que produz gente de valor e coração.

Mesmo não existindo, lá existe grandes grupos culturais e artísticos, é o caso dos grupos de dança: Cana Dance e Dragon Gays Dance. Estes dançam muito, aqueles não conseguem dançar porque estão sempre bêbados, mas comem todos as menininhas. Existem controvérsias.

Esclarecida a razão de ser do nome do Município de São Paulo do Potengi, é preciso incursionar por sua história como forma de demonstrar que além da ausência de qualquer razão, nada tem sentido.

Karl Marx, ao estudar a formação econômica da municipalidade, desenvolveu a sua famosa Metáfora do É Difícil, destacando que lá, nos tempos áureos, inexistia dicotomia entre trabalho e capital, uma vez prevalecer a preguiça e a busca por roupas de marca.

São Paulo do Potengi se destacava por gerar capital a partir da ausência de trabalho. O sistema é simples, a população procria, consequentemente os repasses para o Fundo de Participação do Município são ampliados, logo mais recursos são destinados a São Paulo do Potengi sem que qualquer cidadão tenho uma única atividade produtiva. Portanto, cumprem-se as palavras do texto sagrado, que dizem assim: "não se preocupem em trabalhar, pois até a pombinha que voa no céu consegue tudo o que quer sem ter que se preocupar".

Entretanto, isso foi nos anos áureos da ditadura militar. Naquela época governava o General Macedo, ruralista ilustrado que certa feita, analisando a folha de pagamentos do município, indagou a sua secretária: "Oh Francisca, quem é esse Tota que ganha mais do que eu?" A secretária, de imediato responde: "Mas Seu Geraldo, tá doido, ninguém aqui recebe melhor que o senhor." No que ele insistiu: "ora mais tá! Tem aqui na folha de pagamento um Tota que ganha mais do que eu." Ao nalisar a folha de pagamentos a secretária esclareceu: "Seu Geraldo, não é Tota que ganha mais que o senhor, é Total, é o valor total da folha de pagamento." "Ah tá, dessa vez deixo passar."

Pois bem, passada a época áurea da ditadura, a democracia azevedista veio infernizar a vida do povo potengiense, que desde então precisa trabalhar em fábricas para sobreviver. Nos tempos áureos o povo apenas pimbava, bebia, baiava, dormia e, as vezes, comia. Agora, além de tudo isso, o povo tem que trabalhar, o que lhes tira o tempo para baiá. Fechando a equação, percebe-se a grande perda: agora a população tem que trabalhar para ter menos do que tinha antes, come mais e fica gorda.

Educação[editar]

A educação também é um destaque na municipalidade, a famigerada casa dos estudantes potengienses em Natal é um mito potiguar, todos estudam muito, mas só aprendem o de sempre: tomar cana, só que com estilo, pois moram na capital. Alguns desses estudantes tem introduzido práticas sodomitas no nosso município, mas é coisa de intelectuais.