Cego Morno

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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Sérgio Moro.

Cquote1.png Experimente também: O Popstar do Tribunal Regional Federal da 4ª Região Cquote2.png
Sugestão do Google para Sérgio Moro

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O Descitações possui citações de/sobre Sérgio Moro.
Batman? Superman? TeamCap? TeamStark? Não, é o Mussolini de Maringá!!

Sérgio Nurem Corre Berg Freisler Moro ou simplesmente Sérgio Paranhos Fleury Moro, também conhecido por jagunço de toga, capataz da 4ª circunscrição da TRF, carola, beato, pai de santo, filho do delegado de polícia e açougueiro de Maringá, é um inquisidor provinciano da República de Coritiba e da Capitania de Todos os Santos, de família aristocrática e tradicional, que bota no pau de arara alguns dos inúmeros políticos corruptos do Brasil, no caso, aqueles com algum grau de parentesco com o Partido dos Trabalhadores, do departamento de propinas da Odebrecht e da direção da Petrobras, mesmo sabendo que pode virar mortadela de protesto. Seu avô foi um famoso líder nazista que lutou na Segunda Guerra Mundial. O juiz é conhecido como o Justin Bieber daqueles que se auto-intitulam "trabalhadores pagadores de impostos", se fazendo aparecer mais que o próprio caso que julga, o que faz dele uma espécie de Joaquim Barbosa da segunda instância.

Sérgio Moro quando viu Lampião e seu bando na República de Coritiba

Segundo conversas grampeadas dos telefones dos guarda-costas do ex-presidente Lula e da ex-presidenta Dilma Rousseff, Sérgio Moro aparece nos pesadelos de Lula com frequência, escondendo suas cervejas, sua pinga e sua cachaça, ou cortando seu outro dedo mindinho. Assim como Mazzaropi, Faustão, Nando Moura e Olavo de Carvalho, Sérgio Moro tem sido considerado um herói para parte da população brasileira, tendo em vista que boa parcela dela é composta por serviçais subservientes, boçais o suficiente para pronunciarem termos ridículos como "Bolsomito", "Isentão", "Foro de São Paulo" e "República de Curitiba". Segundo fontes não confiáveis, ele possivelmente ganhará uma estátua em Brasília, ao lado da estátua de Jô Soares, da Xuxa e do Rei Pelé.

Por estar desmantelando outra quadrilha do Governo, Moro tem sido considerado um herói para a população brasileira, já que que como mafioso ele junta as características de um ladrão (Idolatrados pela esquerda no Brasil) e de um assassino (Idolatrados pela direita brasileira), e qualquer podre sobre sua vida vale mais do que dinheiro. Como resultado, intrépidos vagabundos sustentados pelo Bolsa Esmola começaram a criticar não a veracidade, mas a licitude das provas coletadas, agindo como se o conteúdo das provas non eczistisse, e passaram a fazer postagens com informações falsas sobre a Rede Globo, envolvendo montagens quase tão ruins quanto gostosas de academia que distorcem o espaço e que são desmascaradas sem o envolvimento do Pirulla e do E-Farsas.

Eles também ignoram a prisão de membros de outros partidos e fingem que não sabem que a maioria dos políticos de oposição têm salvo-conduto para roubar à vontade foro privilegiado e só podem ser presos pelo SuperEmo Tribufu Foderal, mas isso é assunto para outro gato artigo.

Biografia[editar]

Moro durante o começo de sua carreira na máfia.
Moro com a sequela do pisca-pisca devido à surra que levou da mãe quando criança.

Nascido na Rússia brasileira, porém filho de italianos, Moro foi inscrito na máfia aos 2 anos de idade. Desde que era um pequeno aprendiz de feitiçaria com ursos grandes, peludos e mansos da floresta de araucária, desenvolveu uma habilidade peculiar de sentir o cheiro de desvios de dinheiro e outros esquemas criminosos, porém tal habilidade foi tratada como hobby para não interferir nos negócios da famiglia. Quando tinha 6 anos de idade, fez seu primeiro julgamento, condenando seu cachorrinho a prisão domiciliar com coleira eletrônica, devido à ração superfaturada comprada por seus pais. Seus pais foram condenados também, mas a pena não surtiu efeito: quando tentou fazer a condução coercitiva de sua mãe, levou uma chinelada na cara que deixou sequelas. Até hoje quando está falando, Moro pisca constantemente devido à sequela deixada pelo reflexo que ele teve quando tomou a bordoada.

Na mesma época, durante a pré-escola, deu seguimento à carreira, onde se juntou à um grupo que extorquia balas soft de crianças em troca de proteção. Moro conseguiu subir rapidamente nessa organização e se destacou muito dentre as outras criancinhas mafiosas da pré-escola quando ele sistematicamente usou de birras para persuadir as tias a realizarem os seus interesses, que desesperadas em fazê-lo calar a boca, lhe davam doces, bombinhas, brinquedos, facas e até clorofórmio, aumentando drasticamente a arrecadação de fundos da organização. Além disso, esse complexo sistema permitia culpar uma criança de um grupo rival por algo que elas não fizeram, o que minava o poder das organizações rivais.

Ele também adorava brincar de julgamentos com sua amiga de infância Maria Priscilla Ernandes, que sempre exercia os piores papéis e morria de medo de contrariá-lo e ser condenada também. Numa dessas brincadeiras, ela foi condenada a morte, mas como eram pequenos, ela morreu só nos papéis mesmo... até hoje, sendo que oficialmente é uma assombração e juíza da 4ª Vara criminal de São Paulo. Desde então, nunca mais se ouviu falar na pobre desvalida. Tanto as brincadeiras quanto os resultados das caguetagens com os grupos rivais serviriam de experiência no futuro.

Ascenção, queda e outra subida[editar]

Moro lendo este artigo e entendendo as piadas. Se ele está levando na esportiva, por que você não levaria?

Moro foi ainda mais longe na sua adolescência, quando passou a traficar produtos ainda mais pesados, como cartas do pokémon. Naquela época, foi feita uma pesquisa sobre a droga vendida pelo grupo de Moro, e foi constatado que ela trazia sérios danos ao cérebro de seus usuários. As autoridades passaram a caçar impiedosamente qualquer moleque traficante de cards do pokémon e eventualmente Moro foi capturado, mas foi inocentado por ser menor de idade, como se alguém maior de 13 anos se interessasse por cards de pokémon.

Com o tempo, Moro percebeu que sentenças judiciais teriam muito mais valor do que cartas do Pokémon e, aproveitando-se de sua profunda familiaridade com as falcatruas mais diversas, estudou direito e pedagogia, fez concurso, virou juiz federal e foi recrutado pelo PSDB e José Serra para, através da Operação Lava Jato, tirar a Petrobrás das mãos dos petistas e das empreiteiras e vender por um preço bom para empresas dos Estados Unidos.

Lançamento em DVD e Blue-ray do filme O Pecado é o Moro ao lado.

Após assistir à série da Netflix Demolidor, Moro se inspirou com a coragem dos personagens, incluindo a daquele jornalista que morreu, e ousou liderar a força-tarefa contra a audiência da Record os envolvidos no esquema de desvios da Petrobrás. Devido ao seu treinamento na Universidade de Bagdá, especializada em contra-terrorismo, ele tem caçado os corruptos com um pano enrolado na cabeça, pior que a forma com que a Disney caçou os índios. Atualmente, qualquer político corrupto da chapa governista treme as pernas e se caga de medo ao ouvir seu SOBRENOME, já que o nome Sérgio lembra apenas o Sérgio Mallandro.

Sérgio Moro no DOPS para ameaçar a caravana[editar]

Para bom entendedor, meia palavra basta, mas para a infeliz felicidade da petezada da seção anterior, Sérgio Moro é investigado desde 1997 a.C. e está no rolo do Banco Bamerindus (afinal, gente limpa não ganha benefício, o Japonês da Federal que o diga). Mesmo assim, ele praticamente ri na cara do perigo, armado apenas com seu Código de Direito Canônico, um carimbo molhado, uma caneta Bic, um grampeador sem grampos, uma vassoura, um PowerPoint, uma katana e uma havaiana de pau.

Ver também[editar]