Søren Kierkegaard

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Cquote1.png Ele não é tão engraçado como eu! Cquote2.png
Oscar Wilde sobre Søren Kierkegaard
Cquote1.png Kierkegaard é de longe o maior emo do século XIX Cquote2.png
Ludwing Wittgenstein sobre Søren Kierkegaard
Cquote1.png Que porra é essa? Cquote2.png
Søren Kierkegaard sobre Os pastores do século XXI

O filósofo playboy.

Søren Aabye Kierkegaard (do dinamarquês Şøöõôřęėĕñń Ķîïǽřķêëğäāãâåŗđð, pronuncia-se "ˈsœːɐn ˈkʰiɐ̯kəˌɡ̊ɒˀ", ou seja, sei lá) (Copenhague, 5 de Maio de 1813 — Sarjeta, 11 de Novembro de 1855) foi o maior, e único filósofo dinamarquês da história.

Desafiou a cultura e regime viking da Escandinávia escrevendo historinhas de amor, paixão e contos eróticos com sua amada esposa Regine Olsen e filosofias inovadoras que liberavam geral os conservadores preceitos da igreja católica do século XIX. A grande características das obras de Kierkegaard são a sua incrível capacidade de explodir as cabeças dos leitores (influência de Heidegger) e também pela grande confusão causada pela existência de mais de 500 pseudônimos de Kierkegaard, cada um com um nome dinamarquês mais difícil.

Kierkegaard é hoje considerado o pai existencialismo e do lema muito difundido e praticado no Brasil: "Deixa a Vida me Levar!" (apesar do Jesus do existencialismo ser Jean-Paul Sartre). Kierkegaard foi um cara muito deprimido e triste, pais estranhos, esposa infiel e uma personalidade atormentada pela própria vida em si. Tentou se suicidar sem sucesso várias vezes.

Gostava de frequentar cafés e vestir calças assimétricas. Também era fã incondicional do Gato do Kiss.

Tabela de conteúdo

[editar] Biografia

Capa do livro "O que diabos é isso?" inspirada nas experiência da infância de Kierkegaard.

[editar] Infância

Kierkegaard teve uma infância difícil, filho de uma mãe excêntrica e um pai doido que nunca acertava seu nome, seus familiares desde sempre abusavam do caçula da família Kierkegaard. Gostavam de tortura-lo murrinhando o queijo, vital para a sobrevivência de um dinamarquês.

Kierkegaard vem de uma rica família de pastores fãs de black metal, aonde os hobbies de seu pai e irmãos incluíam blasfemar, queimar igrejas e xingar o Papai Noel. Fã de contos de fadas, tudo isso serviu para influenciar o pensamento de Kierkegaard, que cresceria como um jovem frustrado com a vida, mas que tem que vive-la.

Este jovem sempre tentou agradar o pai, um velho ranzinza que não gostava de seu filho emo ("uma vergonha", dizia). Kierkegaard chegou a ser ator, trabalhou como contorcionista, atuou como palhaço, tornou-se conselheiro do rei, mas nada que agradasse seu pai, que morreu de pedra nos rins decorrente do mau humor anos mais tarde. Isso tornou Kierkegaard um jovem maníaco depressivo que duvidava dos milagres da igreja.

[editar] Vida

Kierkegaard tomando LSD para escrever seus trabalhos.

Após fumar crack por vários anos, eventualmente e naturalmente se tornou cristão durante a Reforma e passou a dedicar o resto de sua vida se desculpando com Deus. O Todo Poderoso aceitou as desculpas, e deu a Kierkegaard um mapa do tesouro dos piratas, que agora rico, Kierkegaard podia dedicar a sua vida a vagabundar, meditar, filosofar e escrever para sempre, sem precisar trabalhar, coisa que nunca fez.

Como todos trabalhavam, menos ele, Kierkegaard começou a desenvolver uma personalidade fresca, se tornando o primeiro emo da história. As obras de Kierkegaard são todas autobiografias seguidas de pensamentos filosóficos da existência. A sua primeira obra foi escrita quando ele estava lamentando pelo seu pai ateu e sua condição como cristão não-praticante, reparando a ironia, escreveu a obra "Conceito de Ironia e em seguida espancado pelo Sócrates" (Sócrates era o pseudônimo do pai de Kierkegaard).

Ainda muito deprimido, como foi por toda sua vida, continuou a escrever obras tristes de autoajuda, entre as de maiores sucesso, o livro "Cura para a morte", onde Kierkegaard descreve alguns cultos necromantes para se tornar um zumbi.

Quase virou pastor, mas foi expulso do seminário por ser deliberadamente um arruaceiro que deveria ser exorcizado urgentemente. Kierkegaard tinha pavor em se tornar um cristão praticante.

[editar] Casamento

Regine Olsen. A megera que traiu o pobre Kierkegaard.

Casou-se com a bela Regine Olsen, por quem Kierkegaard por anos desenvolveu um amor platônico, e compilava suas aventuras eróticas. Seu romance influenciou muito suas obras existencialistas baseadas no clássico de Sun Tzu, o Kama Sutra.

Depois de anos, Kierkegaard é o último a descobrir e flagra a sua esposa o traindo com musculoso e sem cérebro almirante Johan Frederik Schlegel. Corno manso, Kierkegaard se retira na própria casa para sempre, enquanto sua ex-esposa foge para as Índias Ocidentais Dinamarquesas (atual Groelândia) com o seu amante.

[editar] Morte

Réplica do túmulo de Kierkegaard em Copenhague (o original foi profanado há muito tempo pelos vikings).

Em 1855, Kierkegaard cai na rua sofrendo grave intoxicação por ingestão de queijos. No hospital seu amigo Emil Boesen injeta um pouco de morfina em Kierkegaard semi-morto, terminando o serviço matando o filósofo dinamarquês de overdose.

Suas últimas palavras no leito de morte, foi a célebre frase:

Cquote1.png Aquele Hegel é um idiota! Cquote2.png
Kierkegaard

O velório e túmulo de Kierkegaard foi invadido por cristãos católicos praticantes fanáticos, que odiaram a criação do fundamentalismo. O corpo de Kierkegaard foi profanado e hoje resta apenas um memorial no cemitério.

[editar] Pensamento

Kierkegaard foi o inventor do existencialismo. Era muito fresquinho, e seu passatempo era ficar discordando dos outros por pura birra. Colecionou inimigos por causa dessa sua maneira de filosofar, sendo uma espécie de personalidade odiada da época. Seus arqui-inimigos mortais eram Friedrich Nietzsche, Jean-Paul Sartre e Georg Hegel. Era muito comum ver Kierkegaard duelando com sabres de luz contra esses expoentes da filosofia.

Após ficar farto da igreja e de Hegel, re-inventa o existencialista baseado nos contra-pensamentos de outro homem atormentado Jean-Paul Sartre, finalmente se liberta ao descobrir o LSD e inventa o estilo de vida que o consagrou como filósofo modernista: "sexo, drogas e rock n' roll".

Gostava de escrever sobre o inferno, mas sua principal temática era a fornicação e as diferentes formas de vivencia-las intensamente. Viver intensamente e poder fazer a merda que quiser que Deus não se importaria também tem muita presença no pensamento de Kierkegaard.

Um dos manuscritos de Kierkegaard. Já podemos notar como seu pensamento é difícil, se o próprio rasura até o título.
Os 4 Estilos de Vida

Kierkegaard desenvolveu 4 tipos diferentes de estilo de vida. Esses pensamentos são aclamados nos bordéis de Copenhagen, e rendeu à Kierkegaard o título de pai moderno do romance erótico. Ele categorizou a fornicação em 4 estilos de vida: Estética (cujo prazeres são meramente carnais e presentes em 90% das fornicações); Ética (fornicação cuja prática não passa de protocolo de casamento); Religiosa (abstenção da fornicação); e Profissional (passeie de madrugada pela cidade que você pode encontrar esse tipo de fornicação).

O Anarquismo Cristão

Kierkegaard foi o precurssor da libertação do povo da igreja. Inventou a expressão "cristão não-praticante", cujos adeptos são aquelas pessoas que fazem merda e esperam ir para o céu. Depois de Kierkegaard, esses seres podiam ficar de consciência limpa, porque a espiritualidade estariam acima da religião. Kierkegaard provava isso sendo a favor do uso da camisinha.

Emologia

Kierkegaard foi o inventor do estudo antropológico dos emos e emices. Considerado o "Pai dos Emos", foi um dos poucos homens que ousaram tentar entender essas mentes distorcidas da realidade. Seus estudos falam do chamado "Estado Emo", e tenta provar que todos os seres são formados por personalidades emo, em genes recessivos, alguns dão azar em querer questionar o mundo, outros não...

[editar] Principais Obras

Estátua em homenagem ao filósofo. Daquelas que são vandalisadas nas praças...
  • Diversos Manuscritos Eróticos
  • Conceito de Ironia e em seguida espancado pelo Sócrates
  • Eu duvido
  • O que diabos é isso?
  • Repete outra vez que não entendi!
  • Diário de um Emo Angustiado
  • Migalhas Filosóficas
  • Caminho para o Estádio de Futebol
  • Pós-escrito final não-científico anexo e esclarecimentos gerais às Migalhas Filosóficas (aquele livro que ninguém entendeu)
  • Construção Civil do Amor
  • Ponto de vista explicativo da minha obra como escritor visto de minha própria perspectiva de vida
  • Desepero Humano -Cura para a morte
  • Blá blá blá
  • Estética (obra pela metade - Kierkegaard morreu antes de concluí-la.
  • Cartas de amor para meu amigo emo gostoso
  • Como sacanear sua esposa num casamento que você ficou angustiado e casando de comer sempre a mesma mulher.

[editar] Curiosidades

  • Todo emo metido a filósofo cita Kierkegaard.
  • Søren Aabye Kierkegaard, por ter um nome complicadíssimo de se escrever, a igreja dinamarquesa mudou seu nome para Hamlet.
  • No livro "Migalhas filosóficas" Kierkegaard por acidente publicou uma das receitas de canja de galinha da mãe.
  • Kierkegaard era realmente cristão.
  • Kierkegaard era realmente bom de cama.
  • O cortejo do funeral de Kiekegaard foi acompanhado por um show de My Chemical Romance ao fundo.
  • Diz a lenda que Kierkegaard escrevia suas obras com seu próprio sangue como tinta.

[editar] Ver Também

  1. Existencialismo
  2. Jean-Paul Sartre
  3. Cristianismo
  4. Sexo
  5. E daí?
Prince machiavelli.jpg
Filósofos, autistas e outros maconheiros pensadores
v d e h

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