SAP
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| Desciclopédia über alles in der Welt!!! Este é um artigo tipicamente alemão!!!
O autor provavelmente quis comer uma Fraulein e não conseguiu. Este artigo é parte da conspiração germânica para invadir a França por trás outra vez. Cuidado! A qualquer momento um salsichão pode querer te pôr de quatro no muro de Berlim ou no corredor polonês. |
| Este artigo é uma piada de computeiro!
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F.I.M. sobre SAP
Significado: Sem ABAP, para! ![]()
ABAPeiro sobre SAP
Na União Soviética, a SAP implanta e customiza VOCÊ!! ![]()
Reversal Russa sobre SAP
Em Togo, o sistema SAPeca a customização, e vocêiza a implementada. ![]()
Inversão Togolesa sobre SAP
Se eu pudesse, eu implantarra MIIIIIL ![]()
Jeremias sobre SAP R/3
Isso non vai ecsistir! ![]()
Padre Quevedo sobre Projeto de mudança de plano de contas do SAP
É uma cilada, Bino!!! ![]()
Pedro sobre Orientações do funcional SAP FI
Eu estava lá quando foi criado. ![]()
Roberto Marinho sobre monopólio SAP
Eu sou o financiador. ![]()
Silvio Santos sobre monopólio SAP
ROGUE FILHO DA PUTA VAI DAR SAP NA TUA MÃE! ![]()
Jogador de WoW sobre Rogue
Você é a primeira pessoa com mais de cento e vinte anos a entrar aqui em milênios! ![]()
São Pedro sobre Apontamento de horas de um analista SAP recém-chegado.
Não fui eu quem fiz!
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Maluf sobre SAP
Tabela de conteúdo |
[editar] Definição
O acrônimo SAP AG significa “Sistemas Análogos a Partos - Acéfalos e Gorilas”. A empresa foi nomeada assim pela extrema facilidade e suavidade com que seus produtos são implantados, customizados e desenvolvidos e a extrema paz e ausência de stress envolvidos em todo o trabalho, desde a venda até a customização. A segunda parte do nome (“Acéfalos e Gorilas”) expressa o perfil dos funcionários que essa fatia do mercado ERP (“Estraga, Reusa e Programa” ou “Estapafúrdio Rebuliço Permanente”, vulgarizado como “Eta Rebuliço, Peãozada” ) busca.
[editar] Histórico
A SAP AG foi fundada por cinco ex-funcionários da IBM, entre eles o Alencar(Alemão du carai), em 1972, que conspiraram para criar o sistema que mais trouxesse pânico no mercado, processando informações inúteis em tempo (não tão) real. Em 1973, a empresa lançou seu software de contabilidade financeira, o R/1 (“Rouba 1”). No final dos anos 70, o SAP R/2 (Rouba 2) foi lançado, duplicando os ganhos para as empresas clientes (e para a própria SAP AG). Nos anos 80, foi estabilizado podendo fazer isso em várias línguas e moedas diferentes. Frases como “Mãos ao Alto!” puderam então ser traduzidas para outros idiomas.
Os anos 90 viram a introdução do SAP R/3 (Rouba 3), com uma arquitetura voltada para os interesses do cliente (que desejava ganhar três vezes mais do que na época do R/1). O sistema passou a operar em três camadas: Glacê, Recheio e Bolo.
[editar] As Camadas do SAP R/3
A camada “Glacê” é a primeira que é acessada pelos “usuários”, uma vez que contém componentes que causam muita dependência (daí o termo “usuários”). Por isso normalmente usuários que vêm de outro tipo de sistema levam um tempo para se adaptar. Igualmente, usuários que estão acostumados com essa primeira camada do R/3 acabam por ter seus cérebros afetados e têm muita dificuldade para se desprender e trabalhar com outro sistema (o que é comum com “usuários”; um trabalho de recuperação normalmente é necessário). No caso de usuários chave, estes, por causa da dependência química, acabam tendo dificuldade de definir se o que desejam é “glacê” ou simplesmente algum “chantily”.
A camada “Recheio” esconde todas as “aplicações” envolvidas na camada “Glacê”. Normalmente, o usuário não gosta de agulhas. Por isso, a SAP conta com profissionais preparados para desenvolver essas aplicações: Os funcionais, que estudam o que causa mais dependência, e o programador, que na maioria das vezes é muito louco (por que será?). O relacionamento profissional, no entanto, pode por vezes ser um tanto quanto catastrófico.
A última camada, a “Bolo”, é a base para o Recheio e o Glacê. É onde todo o sistema se “sustenta”. Sem o “Bolo”, não se pode chegar a um resultado agradável, e nem cantar o parabéns no final (ainda que pessoas oportunistas se aproveitem deste singelo momento).
[editar] Os módulos do SAP R/3
O SAP R/3 é dividido por módulos, causando vários tipos de dependência química diferentes. Estas são as “aplicações” do recheio.
Segue uma lista com alguns deles:
FI = Função Impossível
CO = Controladoria de Olaria
MM = Mara Maravilha (que tem uma tabela SÓ DELA)
SD = Sangue e Destruição
PP = Procura o Porrete
Há também os módulos novos que estão chegando ao mercado agora:
CFM = Calo Funesto da Morte
RMS = Rápido Martírio de Sangue
QM = Quanta Merda
[editar] Termos do Mundo SAP
1. Exit: Customização realizada em caso de incêndio
2. Field Exit: Customização realizada em caso de incêndio em campo de futebol.
3. User Exit: Customização realizada em caso de usuário incendiado.
4. BAPI: acrônimo para “Bad Answer, Poor Idiot”. Contém alguns processos para fabricação de elementos químicos de alta dependência, e podem ser chamadas de outros sistemas, instaurando uma epidemia.
5. BADI: acrônimo para “Bad Answer, Dumbass Idiot”. Funciona como uma exit, com a diferença de utilizar a programação orientada a obstáculos.
6. Include: Mistureba feita especificamente para que programadores dopados se percam nas aplicações.
7. BDC: acrônimo para “Baita Dor de Cabeça”. Jeito mais fácil de fazer a difícil comunicação da terceira camada com o mundo exterior.
8. MDD4: termo usado pelo consultor quando você não consegue gerar o relatório. Pode também ser usada para lista de necessidade de estoques.
9. BOSTA: campo de status de uma estipulação, conhecido também como produto oriundo da defecação.

