Sabor

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Sabor é uma ordem neurocerebral daquelas bem traiçoeiras e mutantes, conforme situação ou oque se resolve enfiar na boca. A variedade do sabor das coisa também é grande e, mesmo coisas que nem existem para ser comidas, têm sabor. Os danados sabores, sendo daquelas interpretações cerebrais relativas, a reação que se verá, nunca é certeza: pode mudar conforme a sua fome, falta dela, papilas gustativas precisando de melhor manutenção higiênica, forma de mastigar e insalivar, etc...

Qual a utilidade[editar]

Língua mais adequada para sabores variados.

O sabor, não se pode dizer que faz parte de defesa ou ataque, como o fedor olfato que pode ser usado como auxiliar de sobrevivência em vários casos, inclusive o olfato ajuda na gustação formando o tal do paladar, que é uma junção de você sentir o fedor e degustar: perceba que quando gripado, seu nariz entupido de ranho, a comida fica meio sem graça, isso porque as papilas gustativas sozinhas não dão conta de conhecer a essência toda do que está sendo ingerido, as narinas e fossas nasais também precisam estar ao menos um dos buracos funcionando para que o sabor seja sentido.

Falando em sentido, olfato e paladar não são interpretações tão simples quanto parecem, envolvendo apenas as partes físicas conhecidas: brotejinhas estranhas de cima da língua e o aparelho respiratório periférico: NÃO, o cérebro precisa estar ao menos uns 70% le-gal, sem maiores distrações, sem muita sonolência, sem batida de coco ou bebedeira, também precisa estra ACORDADO, ou seja, em vigília, pois senão seu paladar confunde fronha com pastel de chuchu. Querendo ou não o cérebro tem muito haver com o sabor que se sente, se ele não estiver num dos melhores dias, deve-se redobrar a atenção com o que se põe na boca.

Nenhum bicho selvagem, que são os melhores a se observar pra saber de defesa e ataque, humanos nisso, são os mais fraquinhos, melhorando um pouco quando resolvem mesmo usar o cérebro, mas isso é raro - então os bichos selvagens são o que melhor há para se observar comportamento de defesa e ataque, mas nenhum saboreia pra isso, apenas o nariz, mas ele sozinho não escorre sente sabor, apenas cheiro, então sabor não ajuda nada em defesa, bom, quase nada.

...mas qual a utilidade, mesmo?[editar]

Efeitos de saborear pimenta... ou pepino, vai saber.

Certo: o sabor das coisas não tem utilidade nenhuma, menos ainda senti-lo. Digamos que serve para dar um pouco mais de graça a nossa vidinha, mas nós sabemos que há horas que ele não consola porra nenhuma, mesmo sua avó indo agradar você com aquele seu prato preferido, você continua com aquela cara de mongo choroso até

Um querendo provar o sabor do outro.

que o problema passe e, agradeça se for um problema passageiro. Em todo caso devemos admitir que, sem os sabores e sem ter como senti-los a vida perderia mesmo uma parte da graça, inclusive a hora de encher a pança, não teria mesma graça.

Tá, não se pode dizer que a variedade e alegria dos sabores é uma utilidade tão direta, mas ao menos você sabe se não está ingerindo uma salina inteira ou a fábrica de açúcar toda, bem como sabe o limite da picância, quantidade de pimenta que dá um ar da graça sem queimar seu estômago, oras, sabor picante(já pensou bobagem com essa cabecinha veadesca), já se pode sentir certeiro nem apenas nas papilas gustativas, mas no beiçola e, é mais fácil saber quanto foi o dano do que quando já chegou ao estômago: então evite de dar uma de Chaves, engolindo sem mastigar e insalivar direito, até porque o sabor deve ser sentido no mais alto grau do sentido, bem lentamente, evitando inclusive, dilatação de pança.