Sacro Império Romano-Germânico

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●Saco de Império Romano
●Sacro Imperio Romano
●Meu Ovo Direito Império Romano-Germânico

Bandeira do Sacro Império Romano-Germanico.png Brasao do Sacro Imperio Romano-Germanico.png
Bandeira Brasão
HRR.gif
O Lado Rosa da Força se alastrando pela Europa
Capital Roma
Língua Latim
Tipo de Governo Eclesiástico Ditatorial
Imperiador Todos desconhecidos
Moeda
População



Sacro Império Romano-Germânico foi um sacro império de romanos e germânicos que durou um bom tempo antes de acabar. O nome foi uma referência ao Império Romano e veio como uma excelente estratégia de marketing pela Eidos Interactive.

História[editar]

Oto I[editar]

Na época, os duques de Ferrara já exibiam seu status nas reuniões de governo.

Carlos Magno estava de saco cheio daquelas centenas de pequenos ducados, reinos, confederações, impérios, e queria unificar aquilo tudo. Daí veio o nome "sacro" da expressão "saco cheio".

Não foi Carlos Magno que fundou o Sacro Império, mas seu neto, o cantor Oto I que unificou o Império Carolíngio e todos domínios situados entre Gondor e Mordor. Otto I aboliu a música a húngara, aboliu os impostos sobre as prostitutas ciganas, demoliu todos os castelos antigos e foram construídos novos feitos com cartas de baralho, aquedutos, estradas e tudo foi construído a partir de genuínas peças dinamarquesas de Lego. Tantas medidas fizeram de Oto I muito popular, o que contribuiu para a grande perduração do Sacro Império Romano-Germânico.

Carlos V[editar]

A Idade das Trevas foi uma medida instituída pelo Sacro Império Romano-Germânico para que a população não tivesse discernimento.

A higiene foi considerada sem importância e abolida, para a felicidade da parcela francesa da população. O cheiro que predominava na época foi descrito por Charles de Gaule como "estrume fresco e aroma de flatulência de porco" e também "arroto abominável de mendigo". Foi nessa época que um brilhante inventor, Armonicus Cádmio, inventou a máscara de gás.

Fernando III[editar]

A escalada social só era possível através do banditismo. Um sistema socioeconômico inventado por Fernando III que de tão bem sucedido é utilizado até hoje no mundo inteiro.

Queda[editar]

A medida que as ceroulas dos nobres foram ficando fora de moda, bem como suas idéias retrógradas e seus chapéus engraçados, o Sacro Império Romano-Germânico foi entrando em descrédito.

O imperador, quando pressionado, gradualmente concedia aos seus vassalos e clérigos muitos direitos, como por exemplo o direito de ter seu próprio exército para reivindicar os seus direitos, liberdade de expressão, e mesmo o direito de sequestrar sua filha e seus primos para barganhar riquezas imperiais.

No final deste processo de desapropriação, o imperador tinha apenas um apartamento de um quarto em Aachen e uma vinha afetada pela filariose em Regensburg. Para conseguir dinheiro o imperador era obrigado a conceder títulos de nobreza e nesse ciclo vicioso o Sacro Império Romano-Germânico entrou em falência.

O nome "Sacro Império Romano-Germânico" soava tão pomposo, épico e legal que ninguém tinha coragem de dar um golpe e desfazer esse império, até o dia em que Napoleão Bonaparte em sua megalomania não se importou com isso e deu fim.

Religião[editar]

Teoricamente o SACRO Império Romano-Germânico deveria ser sagrado, mas na prática era apenas um enorme puteiro de corrupção e joguetes eclesiásticos e burgueses.

As disputas religiosas eram comuns devido à ausência de outros passatempos, como o Playstation 2. Hoje em dia se luta para assuntos mais importantes, tais como, quem é a cantora pop mais ridícula. Em vez disso todo mundo estava obcecado com a religião. Eles discutiram sobre o que era permitido comer, vestir ou transar.

Eles tinham até twitter onde escreviam as suas Reichstag, mas pareciam não usar muito isso.