Safo

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Greece-flag copy.jpg "ΑΝΕΓΚΥΚΛΟΠΑΙΔΕΙΑ Η ΘΑΝΑΤΟΣ!!!"

Re, este artigo é grego! Ele come churrasco grego, joga tudo na janela do carro quando acaba e gosta de ganhar de Portugal na Eurocopa, além de estar endividado pra caralho.

Lesbianr2.gif Este artigo pode levar-te para o Lado Azul da Força!

Este artigo contém fatos sobre sapatas e calça 44 bico largo.

LesboKiss.gif


Safo tocando Siriryka, seu instrumento preferido

Na mitologia grega, Safo foi uma poeta que viveu na Antigüidade mais antiga, na ilha grega de Lesbos, famosa por botar as aranhas para brigar (ela, não a ilha; mas quem leva a fama é a ilha).

O nome lésbico deriva da ilha, o que é uma injustiça filha da puta, porque tinha sapatão pra caralho na mitologia grega, e a ilha de Lesbos não era especial nisso. Aliás, se era para esculhambar uma ilha, deviam chamar as sapatões de lemnitas e não de lésbicas, porque na ilha de Lemnos as sapatões tomaram o poder e mataram todos os homens.

Mas voltando a Safo (você não quer saber de mitologia, né, você quer saber de putaria), ela ficou famosa por seus poemas para sua namorada Atis. Safo, que não era burra, fundou uma escola só para moças, uma precursora do que Xuxa fez quando criou as Paquitas, mais de 2.600 anos depois.

Biografia[editar]

Seus pais morreram de cãibra no cérebro quando ela ainda era bebê e, por causa disso, ela foi criada por uma família de aranhas. Desta forma, jamais chegou a ser registrada em cartório e tornou-se conhecida apenas como Safo de Lesbos.

Safo teve uma infância feliz e sadia na gruta estreita em que vivia com sua família aracnídea. Desde cedo, gostava de meter-se fundo na gruta de safiras (adorava a umidade lá do fundo) e de tocar siriryka, um antigo instrumento grego de cordas.

Devido ao preconceito que sofria no continente por seu gosto de brincar com aranhas, Safo exilou-se na Ilha de Lesbos, onde rapidamente tornou-se líder local por espalhar a boa nova, e assim formou a primeira escola de entendidas da humanidade onde as alunas eram chamadas de hetairai (amigas). Nessa escola lecionava poesia (contos eróticos), dança (strip-tease), música (dança do creu) e dicas de como um dildo e uma língua feminina poderiam ser quinhentas vezes melhor que um pênis.

As safiras de Safo[editar]

Com o passar do tempo, a ilha de Lesbos ficou pequena demais. Safo, safa que era, queria sair dali e conhecer o mundo. Na época, seu passatempo era apenas colher ostras na praia (as quais lambia com muita avidez). Pensava em escrever poesias, mas como jamais tinha pegado numa caneta, não poderia dedicar-se a isso.

Assim, numa manhã ensolarada de março, Safo despediu-se de suas mães aranha, calçou suas sandálias 42 de couro de búfalo e entrou na Prexekka, a barca que fazia o transporte regular Lesbos-Atenas. A despedida foi triste: as mães aranha não se conformavam com o comportamento rebelde da filha, e terminaram por discutir. Daí para as aranhas brigarem, foi um passo.

Safo e a safra de safadezas[editar]

Uma das Sagradas Mulheres Barbadas de Atenas, preparando-se para correr a maratona

Chegando em Antenas Atenas, Safo hospedou-se numa pensão para moças onde não se servia lingüiça, pois ela não suportava comidas desse tipo. Foi lá que ela conheceu Proxaska, uma jovem produtora visual que usava óculos de armação retangular.

Juntas, Safo e Proxaska se tornaram conhecidas no submundo da cidade: elas dedicavam-se a agredir fisicamente as Sagradas Mulheres Barbadas de Atenas, numa atividade que ficou conhecida como "Tapa na Barbuda". Eram também conhecidas pelo comportamento escatológico, já que costumavam comer carne mijada. Na verdade, a única contribuição positiva das duas amigas para a História da Humanidade (e da Mulheridade também) foi a invenção do velcro, creditada às duas.

Safo e o safanão no safári[editar]

Com o passar do tempo, Safo e Proxaska se tornaram conhecidíssimas na sociedade ateniense - não só por seu comportamento escandaloso, mas pelas poesias que faziam circular pela cidade. Safo morreu sem jamais ter pego numa caneta: escrevia seus poemas com o dedo, molhados numa almofadinha úmida e peluda que usava apenas para esse fim.

Exemplar das perigosas pererecas carnívoras de Xavaska

Quando enfim conseguiram juntar dinheiro suficiente para se aposentar, Safo e Proxaska resolveram partir em um safári pela ilha de Xavaska, ao sul de Atenas. Era, até então, a única ilha conhecida cuja vegetação era toda formada por arbustos - não havia nenhum tronco, bambu, nem mesmo um cipó no local. Lá também era o habitat das perigosas Pererecas Carnívoras, conhecidas pela voracidade com que engoliam até o talo tudo que metiam entre os lábios.

Na época, as duas amigas andavam com problemas de relacionamento, já que estavam juntas havia muito tempo e o casamento a amizade começava a dar sinais de desgaste. Era difícil que passassem um dia sem discutir. E foi o que aconteceu naquela tarde nebulosa de março, quando as duas percorriam de carroça os arbustos bem-aparados de Xavaska. Um mal-entendido surgido entre as duas terminou em troca de agressões, e um safanão mais forte derrubou Safo no meio de um ninho de pererecas carnívoras, que a devoraram instantaneamente.

Desolada e arrependida, Proxaska voltou para casa na mesma hora, recusando-se a seguir até o interior de Xavaska. Em Atenas, jamais voltou a escrever poesias, limitando-se a vender pastel de pêlo até o fim dos seus dias.

Megaman owned.jpeg Este artigo é feminista!

Provavelmente ele se trata de alguém que não usa absorvente e foi criado por uma gorda com penteado de brócolis.

A moderadora malvada tirou o local de fala das rads neste artigo.