Caudata

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Salamandras
Salamandra escapando de mais um ritual bizarro.
Salamandra escapando de mais um ritual bizarro.
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Acordados
Superclasse: Quadrúpedes
Classe: Gosmentos
Ordem: Salamandras, mas o que importa é a saúde

Caudata é uma ordem de animais gosmento com quatro patinhas e cauda comumente denominados de Salamandras. Esta ordem animal compreende todos os lagartos que não deram certo, ou como outros biólogos preferem denominar um sapo com rabo... e assim ficaram na classe dos anfíbios, e ainda gazeavam aula para fazer rituais estranhos que são aproveitados pelos homo sapiens macumbeiros até os dias de hoje. Elas possuem até orações próprias, uma mais sinistra do que a outra, assim mesmo não deixam de ser criaturinhas simpáticas e que não incomodam ninguém... a não ser os insetos que são sua principal fonte de rica gosma alimentar.

Origem[editar]

"É macho ou fêmea gracinha?".

Tudo começou quando surgiu entre os anfíbios umas criaturas que se recusaram a soltar o rabo como as lagartixas fizeram, e sem mais perder tempo levantaram a bandeira Salvem nossos cus rabos. Os demais anfíbios tentaram as convencer de que a cauda avantajada não era necessária e que poderiam fazer cocô, sentar e dar o cu da mesma forma talvez até mais confortavelmente, mas todas tentativas de convencer as salamandras foi em vão, e esses revolucionários continuaram o protesto, até que ficou decidido que podiam ficar com a sua cauda (sua e deles), mas teriam o corpo mais alongado e os pulos menos altos, mas não perderiam a destreza na água, desde que por ter rabo não se sentissem sereias porque os anfíbios não toleram homossexualidade. Também não perderam o veneno, mas não quiseram tê-lo no rabo. Desta forma as salamandras aceitaram o acordo, mas as cobras cegas continuaram o protesto criando a terceira ordem dos anfíbios, os Gymnophiona‎.

Características[editar]

As salamandras não são de ligar muito para tamanho, nem nelas mesmas, por isso há salamandras que chegam a cagar uma merda de mais de 1,60 m, e outras que tem poucos centímetros... mas o que importa é prazer que proporciona, e elas não deixam de se serpentear livremente de qualquer forma. Todas possuem aquela particularidade dos anfíbios de respirar por pulmões e pele, como também habitar terra e água, mas algumas preferem passar mais tempo na água do que outras, isso porque essa variante é muito sensível e vive chorando, por isso são chamados de tristões. Também não se engane quando lhe disserem que elas têm a ver com fogo, nada... há lagartos que cospem uma substância ácida, mas não são salamandras, embora acá sejam chamadas de lagartixas, mas sua única defesa são mesmo as glândulas de veneno.

Uma graciosa salamandra bebê... ora, como são os humanos recém-nascidos?

A maioria das salamandras é bem colorida, e justamente na parte colorida se concentra mais veneno, isso porque assim ficam livres do ataque de quem as achar muito kawai, tipo Elmyra. Esses anfíbios não constituem exceção e também gostam de uma aguinha fria no lombo em sua tão suada cauda.

A cauda dela costuma soltar fogo, fazendo queimar as suas presas (insetos). O fenômeno também pode ocorrer quando o animal sentir-se ameaçado pela presença humana, fazendo soltar verdadeiras labaredas de fogo.

Elemental Fogo[editar]

Lendas acreditam que as salamandras são os legados biológicos dos extintos dragões, mas não foram elas que inventaram essa história, ora senão os humanos novamente? E tudo porque quando queimavam madeira elas saíam dos troncos para não ficar igual um churrasquinho de beira de estrada, e fingiam acreditar acreditavam então que elas haviam nascido do fogo... partindo daí mais uma desculpa para as tosquices que a imaginação dos humanos adora criar depois de cachaça, maconha e outras tantas substâncias: macumba, religião, ritual, etc.

Salamandras ocupam praticamente o globo todo, mas onde quer que estejam é sempre o mesmo papinho de fogo. Confira uma das muitas orações às salamandras e ao seu suposto fogo:

Ó chama sagrada que sai do rabo e percorre todo meu salamandrento corpinho, não permita jamais que meu fogo se apague, não importa o tamanho da mangueira e a quantidade de porra água, pois o elemento fogo está presente em meu rabo de salamandra que é o éter étereo da etérea chama do éter...

Famílias[editar]