Salinópolis

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Salinópolis, apelidado pelos mauricinhos, playboyzinhos e patricinhas de Belém de Salinas, é uma pequena estância turística do Pará, muito similar à Santos, Guarapari e Caldas Novas que são as latrinas dos paulistas, mineiros e goianos respectivamente, Salinópolis é a latrina dos belenenses, que todo final de semana prolongado por lá aportam, cagam tudo, e depois vão embora.

História[editar]

Essa foto representa em seu apogeu toda a burrice e egoismo coletivo do povo paraense. O que para o povo daquele estado é algo perfeitamente normal andar de carro na praia, a poluição visual, a poluição sonora e a poluição com lixo mesmo, para o resto do mundo seria um verdadeiro crime ambiental.

Em 1656 Salinópolis ainda era um lugar bonito, sem farofeiros e sem poluição sonora. Aportaram por ali pessoas responsáveis que não imaginavam que a inocente construção de um farol resultaria num dos maiores símbolos da degradação cultural e ambiental do Brasil em alguns séculos no futuro. Vale lembrar que a tecnologia de construções de grandes edifícios, como faróis, demorou para chegar no Pará, sendo que em Belém se constroem arranha-céus em terrenos absolutamente não propícios em decorrência desse grande desconhecimento, e assim sendo, o farol de Salinópolis era na verdade só uma fogueira mesmo no topo de uma colina, que obviamente não servia para nada, então canhões foram instalados para disparar e gerar avisos sonoros para os navegantes, mas como nenhum capitão de barco é o Demolidor para se orientar através de sons, esses canhões só serviram para atingir algumas embarcações por acidente e afundá-las.

No século XVIII o atual território de Salinópolis passou a integrar a Capitania de Caeté, habitada sobretudo por índios que se tornaram barqueiros especialistas em levar pessoas pra Belém ou São Luis.

O nome advém das diversas salinas que existiam na região para captação e produção de sal de cozinha. Atualmente não existe refinaria no mundo que possa filtrar a água suja de Salinópolis para continuar extraindo sal dali, ficando estas salinas apenas no passado distante.

Pela falta de insistência, falta de decreto e o desinteresse do povo típico paraense, em 1930 foi extinto o município e seu território foi anexado ao município de Maracanã, que posteriormente se arrependeu disso, e Salinas só foi criado oficialmente anos depois em 1966 agora com o nome de Salinópolis, embora absolutamente ninguém use esse nome e todos só se refiram à cidade como Salinas até hoje.

Como não havia absolutamente nada de útil na cidade, alguém teve a brilhante ideia de propagar que todos belenenses poderiam cagar indiscriminadamente nas praias de Salinópolis, fato este que atrai turistas que lotam as praias dessa cidade de maneira nada sustentável, denegrindo o ambiente com muita poluição visual, sonora e de lixo.

Economia[editar]

Como o turismo ocorre só final de ano e feriados, Salinópolis necessita de outras fontes de renda, assim o roubo de carros é o maior produtor de renda na cidade durante as baixas temporadas.

Transportes[editar]

O Detran de Salinópolis é considerado o mais inútil do mundo. Como 90% da população trafega com seus carros apenas nas areias, não existe determinação no código de trânsito brasileiro para estas áreas, portanto tudo é válido e os fiscais do Detran nada podem fazer enquanto assistem à verdadeira barbárie que são motoristas se acotovelando nas praias da cidade durante os feriados.

Como as leis de trânsito brasileiras convencionais não valem, nas praias de Salinópolis é perfeitamente aceito e até encorajado dirigir embriagado, atropelar banhistas (que nas leis de trânsito da praia não são considerado pedestres, porque não há calçadas, só areia), estacionar em absolutamente qualquer lugar que der na telha e fazer rachas.

Turismo[editar]

Praia do Atalaia, a mais famosa e visitada de Salinópolis. Belém está tão rodeada de coliformes fecais que as imundas areia de Salinópolis são consideradas um paraíso pelos habitantes da capital. "Orgulho de ser paraense", é o que dizem, quando questionados sobre estarem nadando ao lado de lixo ao som de música ruim.

Salinópolis tem belas praias, mas não é isso que atrai turistas, porque se fosse, alguém tentaria preservar essa beleza, porque o que se vê é uma verdadeira degradação da natureza durante todos feriados prolongados. Carros lotam as areias da praia num caos jamais visto na humanidade, farofeiros descartam lixo na areia sem qualquer respeito, as pessoas cagam e mijam na água do mar e os pseudo-playboys e pseudo-patricinhas se acham o máximo ao ficarem amontoados sem fazer porra nenhuma, só destruindo a natureza. Se já não bastasse isso, as centenas de carros que ocupam as areias competem a criminosos decibéis quem toca a pior música possível do tecnobrega e mélody paraense.

Os únicos que gostam daquela porcaria são os belenenses, estes que convivem com esgoto 24 horas por dia consideram Salinópolis uma beleza, já os demais turistas advindos do restante do Brasil, visitam Salinópolis apenas uma vez para nunca mais desejarem regressar para aquele caos.

O único real divertimento ocorre quando a maré começa a subir, e as pessoas de bem podem apreciar a visão da cambada de playboys desesperados tentando tirar seus carros dos atoleiros que vão se formando, as vezes até conseguem, mas presos no engarrafamento provocados por eles próprios, acabam tendo seus carros engolidos pela maré, é um bom espetáculo a ser apreciado pelas pessoas de bem.

A quantidade de lixo é assustadora, sem limites e sem precedentes, sendo encontrado nas praias de Salinópolis até pedaços de lixo espacial porque até os aliens acham que ali é local de depositar lixo.