Salvaterra

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Município de Salvaterra
"SOS"
Bandeira de Salvaterra.png
Bandeira
Aniversário
Fundação Não disponível
Gentílico salvaterrense
Lema Alguém salve essa terra
Prefeito(a) Não disponível
Localização
Localização de Salvaterra
Estado link={{{3}}} Pará
Mesorregião Ilha dos Búfalos
Microrregião Piriri
Municípios limítrofes Não disponível
Distância até a capital Não disponível
Características geográficas
Área Não disponível
População Não disponível
Idioma Não disponível
Densidade hab./km²
Altitude metros
Clima Não disponível
Fuso horário UTC
Indicadores
IDH
PIB R$
PIB per capita R$

Cquote1.png Você quis dizer: Salvem a Terra? Cquote2.png
Google sobre Salvaterra
Cquote1.png Experimente também: Destruir a Terra Cquote2.png
Sugestão do Google para Salvaterra
Cquote1.png Caralho, bonito aqui, hein? Cquote2.png
Carlos Drummond de Andrade sobre Salvaterra
Cquote1.png Eu vou pra Praia Grande! Eu vou pra lá! Cquote2.png
Pinduca sobre Praia Grande de Salvaterra (ou não)

Salvaterra (não, não iremos fazer nenhuma propaganda de "Salvem a Natureza" do Greenpeace por aqui ou sim, esse "Salvaterra" é junto mesmo por ser o nome de uma cidade ou não) é mais uma ilhota localizada na estonteante e maior ilha pluvial do Brasil (pluvial por que lá chove muito - O RLY?), a Ilha do Marajó. Salvaterra pertence ao Pará, sendo por isso uma cidadezinha esquecida pela capital do Pará, Belém, e totalmente desimportante em épocas que não são de veraneio para o governo e citadinos em geral (fora aos próprios moradores do local).

É a menor Ilha da Ilha do Marajó, sendo por isso tratada como a caçulinha de todas e respeitada para não ser amassada pelas demais que estão ao seu redor. Porém, mesmo sendo a mais pequenina de todas, Salvaterra tem um respeito bem maior do que todas as ilhas do Estado do Pará, não somente por ela ser pequena, mas devido a sua beleza exorbitante que chamou até a atenção do poeta e conquistador de gostosas Carlos Drummond de Andrade, que chegou a pagar-pau para a cidade em um jornaleco de segunda no passado.

História[editar]

Salvaterra, um lugar paradisíaco que conquistou até um famoso poeta.

Mesmo sendo a menor, pouco habitada e inútil em épocas de não-veraneio ilha do Marajó inteiro, Salvaterra é a mais velha de todas as ilhas descobertas por ali, sendo por isso respeitada por sua idade, já que todos os velhos idosos devem ser respeitados. Sua origem é datada do tempo de 1.500 (sim, na mesma época do Descobrimento do Brasil), quando um velejador português (mas não era o Pedro Álvares Cabral) acabou se perdendo pelas bandas do Norte do Brasil quando pegou a sua canoinha da Bahia e foi se aventurar no meio do mato (esse era corajoso).

Fugindo de um fenômeno amazônico conhecido como Curupira Pororoca, tal viajante acabou parando em Salvaterra, um lugar totalmente desabitado e esquecido por Deus, quase de frente à capital do Pará que nem sequer ainda era conhecida pelos novos colonizadores (ou eles ainda nem sequer tinham começado a se importar com essas partes do Norte do País). Encantado com a bela porção de terra que descobriu, o viajante deu ao lugar o nome de Salvaterra, já que a mesma o salvou dos perigos da Pororoca (nome inútil, mas tudo bem), ou que ele pensou ter sido salvo por ela.

Depois desse verdadeiro "achado", o velejador logo fez os seus contatos boca-a-boca, sinalizando a todos sobre a ilha descoberta. Salvaterra assim se tornou logo uma cidade cheia de luz e brilho, pois toda a Coroa Portuguesa logo queria se bronzear nas praias da localidade, dando origem aos primeiros farofeiros portugueses. Com o tempo, a cidade foi evoluindo e as épocas de Inverno apareceram por alí.

Quando isso ocorria, a cidade literalmente morria, transformando-se em um espaço econômico para tribos indígenas da região de troca de mercadorias e escravos, além também de um puteiro natural, mas isso eram outros 500. Depois os jesuítas vieram, catequizaram todo mundo, foram expulsos e a cidade voltou a ser de uma total putaria que se segue até hoje (principalmente nas épocas de férias). Ela pertenceu a Soure por uma boa parte do tempo somente para obter mais território, mas isso jamais foi importante para Salvaterra, que somente precisa de mais espaço quando chega o verão e a cidade literalmente lota com todo o povo que vem da capital para lá pegar sol.

Geografia[editar]

Cheia de cerrados, terras inundáveis e praias paradisíacas, Salvaterra conta com um contigente populacional de mais de 8.000 17.000 habitantes, segundo o IBGE (que provavelmente está errado, como sempre).

Economia[editar]

Típica beleza Salvaterrense que conquistou Carlos Drummond de Andrade. Com toda a razão.

Sua economia está totalmente dividida por suas épocas da estação. Quando está no verão, a cidade sobrevive totalmente do turismo sexual, da exploração de mão-de-obra escrava em épocas de veraneio e da especulação imobiliária, que simplesmente dobra nas férias.

Quando chega o inferno inverno, a cidade tem a sua economia voltada para a venda de abacaxis, sendo esta uma das frutas mais vendidas de toda a cidade, depois dos travestis que vivem nas esquinas das ruas mais movimentadas quando a noite chega.

Além disso, a cidade ainda recebeu um destaque muito importante na sua vida quando o poeta e tarado Carlos Drummond de Andrade foi passar as suas férias lá e se encantou com a quantidade de mulher gostosa que tinha por ali, escrevendo uma bela crítica à cidade quando voltou para o Rio de Janeiro e foi trabalhar no seu jornaleco local. Veja o comentário abaixo:

Isso foi o que ele escreveu:

Cquote1.png ...Salvaterra é um segredo, um presente fechado, porta jóias, senha maçônica. É preciso respeitar Salvaterra, é preciso amar Salvaterra. Ah! Você não calcula...
Carlos Drummond de Andrade sobre Salvaterra


Mas o que ele quis dizer foi:

Cquote1.png ...Salve, salve, é verdade! Salvaterra é um lugar Mara! Se você não conhece tem que conhecer e cuidar do local. Ah! Você nem imagina o quando gozei da cidade...
Carlos Drummond de Andrade sobre Salvaterra