Santa Cruz do Capibaribe

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Santa Cruz do Capibaribe é só uma cidade do agreste (forma educada e eufemística de dizer "sertão") de Pernambuco que tem nome de time de futebol de Recife, o que gera certas confusões, mas essa cidade nem disputar uma Série D merece.

História[editar]

O dia mais feliz disparado da história da cidade.

Em 1750 um português que morava em Recife contraiu cólera nervosa aguda hemorrágica, e por recomendação médica foi instruído a se mudar para o Acre onde o ar não estaria infestado com peidos e a água não estaria repleta de coliformes fecais. No meio de sua jornada, porém, se perdeu e precisou se estabelecer no meio do nada, mais precisamente nas margens do rio Capibaribe que relembrava os esgotos de sua época de Recife. Decidiu então batizar a cidade com o nome de seu time de futebol, o Santa Cruz.

Só em 1953 que Santa Cruz do Capibaribe foi reconhecida como um território existente e passou a ser um município integrante de Pernambuco, dando a sorte de cair na Paraíba, uma zona inóspita na fronteira ao norte.

Economia[editar]

Uma das grandes e impressionantes capacidades de Santa Cruz do Capibaribe é a capacidade que os seus habitantes têm de enriquecer rapidamente sem ter nem concluído ao menos a quarta série. Pode parecer inacreditável, mas é verdade, basta você fazer uma pequena fabriqueta, contratar algumas costureiras e um banco de feira (atualmente um box no Santa Cruz Moda Center) e milagrosamente milhões de pessoas irão comprar suas peças de roupa e também vários clientes certos de vários cantos do mundo. Outra grande riqueza da cidade, é o "Moda Center Santa Cruz", que segundo um coronel aí, foi ele que construiu. Esse grande lugar é motivo de guerra pra muita gente de vez em quando.

Após divulgada uma pesquisa pela AAAS (Assossiação Avícola de Andorinhas e similares) foi descoberto que há muito petróleo em Santa Cruz do Capibaribe. Sabendo disto, o pagé atual, que é um menino, mais conhecido como Edim Lapadinha começou a cavar buracos em tudo quando é asfalto e por isso é comum ver carros, motos, bicicletas e pedestres caindo em poços de petróleos acidentalmente (alguns propositalmente, aproveitando para ver se encontram petróleo). O plano é usar o petróleo achado como combustível para as máquinas de escavação na esperança de encontrar cada vez mais petróleo para cavar mais e mais para achar mais e mais petróleo para cavar mais e mais e mais... {...} ..., e mais e mais, até que não sobre nem uma só pedrinha de asfalto!

A moeda principal que circula na cidade é o cheque, sendo que há dois tipos de cheques, os com fundos e os sem fundos. Os Cheque sem fundos são os mais comuns, vindos geralmente da cidade vizinha de Toritama-PE ou de fora, e só circulam internamente. Os cheques com fundos são usados para o comércio externo. É dessa forma que funciona e tem sucesso o comércio em Santa Cruz do Capibaribe, quem tem cheques com fundos repassa-os para clientes ou fornecedores de fora, e quem tem cheques sem fundos repassa-os para o povo da própria cidade.

Política[editar]

Santa Cruz do Capibaribe é regida por um governo do tipo indígena que lembra o próprio povo, em que há duas tribos: Boca-pretas que são resquícios da direita-ultraliberal-elitista-militar-conservadora; e os Cabecinhas/taboquinhas que são totalmente o contrário esquerdista-estadista-comunista-popular-sem-moral. Algumas vezes tentou-se sem sucesso criar uma terceira via política sendo caracterizados como meiotermo-ambiental-viadal-sem-voto-isentão, mas ninguém gosta desse povo em cima do muro.

Hoje a política de Santa Cruz do Capibaribe é guiada por um pajé da famosa tribo "Os Boca Pretas", tribo conhecida por assassinatos de criancinhas, lavagem de dinheiro com sabão de baixa qualidade, rituais satânicos e tráfico ilegal de rãs dentro de potes de açaí. Porém, José Elias passou para a tribo dos antigos "Os Cabecinhas", atualmente chamada de "Os Taboquinhas". Esta tribo é conhecida por se deixarem levar cegamente e insensatamente pelo seu líder-mor, o pagé José Augusto Maia (da tribo dos Maias). Este por sua vez o campeão de contas sujas no Tribunal de Contas do estado, que misteriosamente também o povo o venera e ele ficando podre de rico nas custas dos matutos de lá, sua mulher foi tirada direto do cabaré pra casar com ele.

Após a união dos líderes de tribos tão rivais (mortalmente rivais até!) a oca-prefeitura percebeu que o povo é absurdamente tapado, mais do que as pesquisas costumavam mostrar. Então, ela teve que montar um novo slogan inovador, que condissesse a situação intelectual real de seus cidadãos: "Prefeitura de Santa Cruz. Com o povo a gente faz o que quer!!" - Dessa vez com duas exclamações.

Santa Cruz do Capibaribe até 2011 era comandada, ou melhor, descomandada por Toin Ruim do Pará (pau mandado de José Augusto). O pior prefeito que a cidade já viu, a única coisa de boa que ele ofereceu ao povo foi a música chamada "O Toim Ruim", que repesenta claramente seu belo trabalho. Roubou (pediu emprestado) a mulher do filho de um empresário (burro com dinheiro), que hoje é sua secretária. Não achando pouco, Toin Ruim pegou agora uma conselheira tutelar (basta retirar as 2 primeiras letras da secretaria), Toin Ruim sabe administrar muito vem casos extraconjugais.

Já, desde primeiro de janeiro de 2013, a cidade está no comando de outro pajé, conhecido como "O menino" (que não é mais menino porra nenhuma) que durante a sua gestão teve seus bens bloqueados. (kkkmc)

População[editar]

Com mais de 100.000 habitantes, Santa Cruz do Capibaribe é considerada uma megalópole para os padrões de cidades miseráveis do interior pernambucano. Por lá existem duas espécies animais encontradas neste nicho ecológico: Putensis sociatictis e Viadensis encubadus mais conhecidos por seus nomes pra lá de vulgares, respectivamente "putas da sociedade" e "veados encubados" (se me permitem o trocadilho, isso é bicho abundante lá). O grande número de Putensis sociatictis aumenta a cada dia o número de cornos, que às vezes por revolta ou por vontade antiga tornam-se Viadensis encubadus. Logo, para quem não é desta classe hoje, existe a grande probabilidade de tornar-se amanhã, quiçá hoje à noite.

A maioria dos conhecidos "playboys" da cidade curtem sair com os amigos, se você me entende. Além disso há também os famosos Cornus Mansus, que por não terem lugar neste nicho estrumológico se mudam para uma cidade vizinha chamada Toritama, o famoso Campo Elísio dos cornos.

Também tem um grupo chamado de "as fofoqueiras" meninas que se consideram da nata (ou pelo menos acha que são) que criam boatos e até contas em redes sociais para difamar quem elas não gostam ou tem um pouco de despeito.

Cultura[editar]

Apesar do baixo-quase-inexistente nível cultural, a população tornou-se fã de cinema (mesmo não tendo cinema na cidade) depois do filme Piratas do Caribe.

Idioma[editar]

Enquanto outras cidades ou regiões do país possuem apenas particularidades de sotaque, ou alguma ou outra palavra a mais, a cidade de Santa Cruz possui uma gramática própria, com as próprias regras de concordância e tudo mais!

Esportes[editar]

Assim como outros lugares, a cidade é agraciada por um time de futebol, o Ypiranga Com Y Futebol Clube, a qual os torcedores da capital só lembram de sua existência uma vez por ano quando são obrigados a jogar com ele no campeonato pernambucano, isso quando o tal Ypiranga não está falido e fora da competição. O Ypiranga é um time foda, seu símbolo é uma máquina de costura (WTF?) assim como o seu mascote, seus torcedores são chamados de sulanqueiros ou sofredores, por isso acabam torcendo optando por anomalias ainda piores como Corinthians , Flamengo e Palmeiras só pra descontar a raiva nos times da capital. Devido a falta de um time em Toritama o grande adversário do Ypiranga por eliminação de candidatos acaba sendo o Central SC de Caruaru que juntos todo ano travam uma sangrenta e épica batalha pelo 4º lugar no campeonato pernambucano (quando participam). A maior glória do Ypiranga foi ter liderado algumas rodadas do campeonato, antes de decair e obviamente não ganhar o estadual. O Ypiranga é o único time de futebol que se tem notícia, que joga melhor fora de casa do que em casa, quando o jogo é no estadio do rival o mesmo empata ou ganha, quando é no Limeirão, perde ou empata.

Lazer[editar]

Um grande divertimento na cidade é ir a lanchonete (leia-se, puteiro público ao ar livre) e comer açaí com rã, as vezes uma baratinha, um cabelo e por aí vai. "Tomar uma" na conveniência é outra fonte de lazer local, bancar de rico e passar o dia vendo as mesmas pessoas e ter as mesmas pessoas para conversar. Quando a feira está ruim demais, tudo fica ruim na cidade e o jeito é comer peixe cru do restaurante japonês.

Os homens da cidade tem em mente que ter um carro com um som no volume máximo é o que os tornam "o cara" assim atraindo todas piranhas das redondezas. As putas da cidade, mais conhecidas como as "cu doce" ou "metidas a cu doce" estão indo nessa onda e o resultado é gravidez, toda semana aparece mais uma, duas ou três "ricas e da sociedade" prenhas, assim, tendo que se casar para não ficar mal faladas, e como esses noivos são malandros, a cidade é repleta de cornas. Apesar disso, há também algumas pessoas (minoria) que curtem um programa diferente e realmente legal, são considerados "amostrados" por uma parte das pessoas, os invejosos. Mais as coisas já estão mudando, cerca de 8% das pessoas dessa cidade estão melhorando, só falta deixarem de ser arrogantes.

Nos tempos de hoje, pra você dar um rolê na cidade, tem que já ir deixando o celular em casa, e andar com pelo menos um trocado no bolso para que os ladrões (que tem que só a febe do rato, tão roubado até pano de ferida por aqui) possa roubar de vocês, garantindo-se que pelo menos você não seja baleado por um deles.