Santa Liga das Senhoras Católicas

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Santa Liga das Senhoras Católicas (abreviação de “Santíssima e Gloriosa Subdivisão Especial da Associação Cultural e Desportiva da Liga das Senhoras Católicas”) é um time de críquete posteriormente especializado em futebol fundado no século VIII. A equipe começou como uma associação de atletas feudais que competiam com feudos vizinhos; tais competições eram realizadas em duas fases. A primeira fase consistia na disputa desportiva em questão; a segunda fase iniciava-se quando um dos times começava a perder, e consistia em uma sangrenta batalha campal. O desempenho do time nessa fase primordial é obscuro, uma vez que é difícil determinar quem exatamente era o vencedor desses curiosos embates.

Brasão oficial da equipe

História[editar]

(Relatório historiográfico cedido pela Fundação Amigos da Santa Liga)

"A simples menção do nome "Santa Liga das Senhoras Católicas" é suficiente para trazer lágrimas aos olhos dos saudosistas e alegrar o coração dos verdadeiros fãs do futebol arte. Este nome evoca uma antiga tradição, que remonta aos tempos da europa medieval.

Reação de um telespectador ao ver um jogo da SLSC

Como se sabe, o time surgiu como o "Santo Feudo das Senhores Católicas" (lembremos que, em português arcaico, "senhora" se falava "senhor"), um time de críquete fundado pela Igreja para entretenimento dos servos que, aos Domingos, enfrentavam a longa jornada do campo à cidade apenas para admirar a performance desta seleção de craques de primeira linha, que fazia o povo vibrar com os lances dinâmicos e cheios de adrenalina do críquete. Conforme sua popularidade crescia, novas contratações foram feitas, como o duque de Zaidlërburgo e os nobres da linhagem Almeida e Silva (que, com o advento do capitalismo, foi rebatiza de d'Almeida e Silva, um nome mais burguês). Durante a inquisão espanhola, o time acolheu os fugitivos dos clãs Baraúna e Othón, que trouxeram consigo toda a sua habilidade no jogo de Pelota Basca. Segundo rumores, houve uma época em que Martim Lutero, o grande líder protestante conhecido pelos íntimos como Tim, integrou esta triunfal equipe, aparentemente para despistar os perseguidores católicos que queriam queimá-lo, mesmo que ele não fosse uma bruxa nem pesasse o mesmo que um pato.

Com os anos, rapidamente percebeu-se que as habilidades desse time dos sonhos ultrapassava em muito as de qualquer outro time da Europa, e por isso, em busca de novos desafios, lançaram-se ao mar, em busca de um time à sua altura. Acabaram indo dar no continente que viria a se chamar América (apesar de ter sido inicialmente batizado de Santaligolândia, nome que, curiosamente, não pegou), e resolveram ficar por lá.

Séculos mais tarde, novos jogadores chegaram ao Novo Mundo, junto com milhares de outros imigrantes que vieram para trabalhar no campo - assim, a Santa Liga incorporou membros das famílias Turri, Guide, Antunes, Pedote, Aranha e Shimura.

Com o estopim da segunda guerra, a Santa Liga, assumidamente contrária aos nazistas, passou a acolher refugiados judeus, dos quais se destacam Poroger e Deneschwartz (mais tarde abreviado para Denes). Com eles, vieram outros jogadores dotados de nomes originários das regiões do leste europeu, invadidas pelos nazistas, como Lenzi e Nasser (que trouxe para nossos campeões diversas substâncias que eles não conheciam, a maioria ilegal). Por último, um atleta inglês, Keys (que, em solo tupiniquim, foi denominado Chaves), apresentou ao time o nobre esporte bretão, o ludopédio (cujo nome foi sagazmente adaptado para futebol). A popularidade crescente deste esporte, que requeria menos concentração e preparo físico do que o empolgante críquete, foi suficiente para lançar a Santa Liga das Senhoras Católicas a patamares nunca antes alcançados. Aclamada por público e crítica, a Santa Liga firmou-se como o mais tradicional time de futebol de todos os tempos. Por isso, meus caros, naquele que é previsto como o último jogo de nosso time em 2007, lembremo-nos destes corajosos ancestrais e de qual é realmente o significado de vestir a camisa da Santa Liga - pertencer a um time transcorvo, esqueteológico, mutreteiro, e sandambunje.


Glossário[editar]

Transcorvo - Diz-se do cavalo que, visto apenas de lado, não é bem aprumado das patas dianteiras. Esqueteológico - Relativo à esqueteologia Mutreteiro - Que, ou quem que faz mutretas Sandambunje - Ave turdídea africana (Turdus libonyanus)"

Atletas Famosos[editar]

Ao longo de sua história, a Santa Liga já foi aclamada inúmeras vezes por sua equipe sempre consistente e habilidosa, onde o entrosamento é a chave e os craques são a lei. Foi na Santa Liga que surgiram pela primeira vez luminares da história do futebol, que revolucionariam todos os aspectos do esporte. Entre os mais importantes, é possível citar:

Todo torcedor fanático com certeza se lembrará do time dos sonhos de 53, com seu famoso meio de campo surrealista composto por René Magritte, Salvador Dali e André Breton. Mais tarde, Dali relataria que a inspiração para seu famoso quadro "A Persistência da Memória" viera de um jogo em que levara uma forte bolada na cabeça, o que o levara a ter alucinações sobre bolas derretidas (ao pintar o quadro, ele mudaria as bolas para relógios para enfatizar o efeito surreal).

Sim !!! Ele mesmo, Frei Galvão fazendo a corbertura de mais uma emocionante partida

Estratégia e Táticas[editar]

Posicionamento estratégico A Santa Liga possui uma revolucionária proposta de confundir os adversários através de um sistema de posicionamento que não adota posições definidas para os jogadores. Este efeito é enfatizado pela movimentação caótica dos atletas em campo. Em 1935, o físico quântico Erwin Rudolf Josef Alexander Schrödinger afirmou ter descoberto um meio de prever a posição de um jogador da Santa Liga qualquer através de uma fórmula matemática que, misteriosamente, veio a ser conhecida como a "Lei de Spinoza". O que essa lei dizia era, em termos resumidos, que "A posição de um jogador qualquer da Santa Liga no espaço é dada por X, Y, Z, onde X, Y, Z são as coordenadas espaciais da bola". Mais tarde, essa lei foi provada falsa, parcialmente devido à existência do goleiro (fato muitas vezes esquecido por aqueles que assistem aos jogos da equipe), mas também por que havia jogadores que não conseguiam encontrar a bola e se limitavam a andar aleatoriamente pelo campo.

Principal tática de defesa do time.

Nuvem de Elétrons Para que esta técnica seja realizada, é necessário que um jogador grite o nome de um elemento químico, seguido do nome de um alvo (preferencialmente pertencente ao time adversário). Neste momento, um número de jogadores equivalente ao número de elétrons padrão (ou seja, em condições de neutralidade de carga) do elemento selecionado deverá começar a orbitar o alvo, de modo a lembrar uma representação esquemática de um átomo. Os jogadores poderão mudar de camada eletrônica gritando "Salto quântico!" e passando a adotar uma órbita de raio menor ou maior do que aquela em que estavam até então.

Carrossel Soviético Um jogador chuta bola o mais alto possível enquanto grita um nome de origem russa. O objetivo desta técnica é alterar a dinâmica do jogo e possivelmente confundir os adversários.

Morte Súbita Tática que abrange todos os jogadores em campo; ocorre em momentos de maior tensão, para intensificar seu efeito dramático. Ao grito de "MORTE SÚBITAAAA!!", todos os jogadores caem inertes no chão, simulando uma expiração coletiva. Infelizmente, já ocorreu uma morte real durante a utilização desta técnica, em 1973; assumindo que o jogador em questão estivesse apenas simulando o papel com excessivo realismo, seus colegas não se preocuparam em checar o seu bem-estar, e o socorro médico só chegou no dia seguinte, quando o corpo foi encontrado pelo jardineiro incumbido de aparar a grama do campo.

Controvérsia[editar]

Em meados dos anos 70, certas teorias divulgadas pelo sociólogo Jacques Lefebvre causaram relativo furor no meio intelectual. Segundo Lefebvre, a Santa Liga seria uma instituição de lavagem cerebral, destinada a aliciar jovens para uma milícia privada com intenções de conquista mundial. Também havia rumores de um possível envolvimento do time com a Maçonaria, e de que os jogadores seriam guardiões de um segredo sobre a vida de Jesus Cristo capaz de mudar o curso da História.

Infelizmente, o sociólogo foi encontrado morto em uma autoestrada poucos dias após uma palestra de divulgação de suas controversas ideias. Seu corpo estava cravejado de balas. O governo dos Estados Unidos requisitou que a autópsia fosse feita por um grupo secreto, cujos integrantes não foram revelados; o relatório emitido revelava que Lefebvre havia sido morto por cinco metralhadoras militares que haviam sido “disparadas acidentalmente”.

Torcida Oficial e Hino[editar]

Apesar de ser um time composto por intelectuais da mais alta estirpe que repudiam a mescla com o chamado "povão", com o tempo os atletas da Santa Liga perceberam que era vantajoso para o time entrar em campo com o embasamento popular, e a Madre Superiora consentiu que se criasse uma torcida oficial, apropriadamente denominada "Locomotiva do Senhor". Composta por torcedores fanáticos dos quatro cantos do mundo, esse fiel grupo está sempre pronto para vibrar ao sabor das emoções de praxe que acompanham qualquer jogo do renomado time. Um hino oficial está em processo de composição. É claro que a criação de um hino adequado a tão distinto time é um processo laborioso, e portanto ainda levará alguns meses para que o texto receba a aprovação da Madre Superiora. A Santa Liga prometeu divulgá-lo em uma conferência à imprensa tão logo esteja finalizado.

Recepção Popular[editar]

Todos sabem que a Santa Liga é um time que goza de excelente popularidade nos mais diversos círculos; para exemplificar esse fato, selecionamos citações de celebridades variadas acerca da equipe:

Técnica frustada para conseguir as incríveis estratégias dessas senhoras

"Even as the sun with purple-colour'd face

Had ta'en his last leave of the weeping morn,

Rose-cheek'd Adonis uttered in the chase:

'O HOLY LEAGUE OF CATHOLIC LADIES,

thine team is bold, and thine suitor is good!',

And like a bold-faced steed 'gins to woo thou." ~William Shakespeare

"Meu, Santa Liga é um puta time cabreiro, pau-pereira mesmo! Sou fã de carteirinha, meu!" ~Luís Boça, 32 anos, muito bem vividos

"Sempre achei uma ideia muito idiota usar como hino nacional a música que compus sobre a Santa Liga" ~Joaquim Osório Duque Estrada, compositor do (suposto) Hino Brasileiro

"É claro que, a priori, a condição subjetiva do Ser não é imediatamente inerente à Santa Liga, embora as relações de causalidade possam ser olhada por uma ótica avant-revolucionária. Se a potencialidade do ser-em-si não puder ser veiculada por canais contrários à mídia pós moderna, o Sujeito Intrínseco perderia (em teoria) as relações de intersubjetividade com a rede administrativa global." ~Jean-Paul Sartre

"Yellow matter custard

dripping from a dead dog's eye.

Crab a locker fishwife

pornographic priestess. " ~The Beatles, em música composta como homenagem à Santa Liga

"Quem você acha que cortou o meu cabelo?" ~ Martin Luther King sobre a Santa Liga

"A Grande Irmã zela por ti." ~ George Orwell saudando a Madre Superiora

Bibliografia[editar]

"Ascenção e apogeu da Santa Liga das Senhoras Católicas", 1957, Eric Hobsbawn

"Tratado metafísico sobre a Santa Liga", 1901, Albert Einsten

"A Origem das Espécies - Edição Especial Comemorativa dos 1000 anos da Santa Liga", 1875, Charles Darwin


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