Santa Rosa de Goiás

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Santa Rosa de Goiás é outra dessas aldeias disfarçadas de fazenda no interior oculto de Goiás. É considerada a cidade mais distante da fronteira de Goiás, ou seja, é o local mais difícil de fugir do estado.

História[editar]

A emocionante e totalmente excelente Santa Rosa de Goiás, em termos gerais.

Local que foi capinado em 1954 para a criação da Fazenda Santa Rosa, uma distante criação de avestruz de Goiânia. Essa empresa faliu, mas os casebres de madeira e palha ficaram e foram povoados pelos caipiras que iam passando.

O surgimento do povoado foi ocorrendo aos poucos graças a uma tradicional festa junina com quentão, pão de queijo gigante e o maior pau de sebo do Centro-Oeste e do mundo! Festas juninas que em algumas culturas é conhecida como uma espécie de ritual de acasalamento de caipiras, foi o responsável pela colonização e surgimento da cidade.

Em 1958 o vilarejo muda o nome para Brasilândia, com o objetivo de confundir os viajantes com a recém-construída Brasília, e teve gente que caiu na cilada e acabou indo parar em Brasilândia achando que era a capital do Brasil, mas encontraram a capital da roça.

Só em 1963 a cidade passa a ser considerada como município e muda o nome para Santa Rosa de Goiás, porque é tradição em Goiás municípios terem esses nomes super-criativos homenageando santos.

Atualmente não passa de uma fazenda/estado que deve ser evitada.

População[editar]

Santa Rosa de Goiás, de acordo com o último censo do IBGE de 1950 possui 2000 infelizes.

Economia[editar]

A economia de Santa Rosa de Goiás é inexistente. Aquela meia-dúzia de cabeças de gado não serve pra nada além de virar hambúrguer pro jantar.

Transportes[editar]

Para fugir de Santa Rosa do Goiás há duas estradas de terra bem sinistras, conhecidas oficialmente como GO-330 e GO-426.

Turismo[editar]

A única opção de turismo nessa cidade é a Festa do Peão, uma tradicional festa junina das redondezas de Goiânia que acontece o mês de julho inteiro, com desfile de cavaleiros, pescaria, quadrilha, casamento, quentão, pipoca, música sertaneja, rodeios em touro, cavalo e cabras, show pirotécnico, barracas de comidas típicas geralmente sempre estragadas, pau de sebo e o disputado, famoso e emocionante campeonatinho de truco valendo o toba.