Santa Tereza de Goiás

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Santa Tereza de Goiás é uma pacata e distante fazenda de Porangatu. Essa birosca no meio da estrada é considerada um município, acreditam?

História[editar]

A cidade é isso aí. A estrada, bastante barro, uns postos, uns botecos e uns puteiros.

Barracos que surgiram graças à construção da BR-153 em 1958, pedreiros infelizes que construíram a estrada acabaram decidindo ficar por ali mesmo, com o grande movimento de prostitutas, formou-se o povoado de Santa Tereza, posteriormente, como existe "Santa Tereza" em tudo quanto é lugar do mundo, a prefeitura decidiu especificar chamando Santa Tereza de Goiás.

Os conflitos de terras entre Formoso e Trombas contribuíram para marginais fugirem para os acampamentos armados em Santa Tristeza (como é conhecida pelas outras roças).

A população de Santa Tereza de Goiás foi formada por um misto de posseiros, grileiros, infelizes do MST, caipiras em geral e outras famílias perdidas e toda essa gente do barulho criou o povoado na beira da estrada.

Em 1963 separou-se de Porangatu, que deu graças a Deus, e Santa Tereza de Goiás passou a ser considerada um município.

Atualmente é uma cidade qualquer sem valor de beira de estrada.

Geografia[editar]

Local que se destaca pelo cerrado, calor infernal e o Riacho Doce e Rio Santa Tereza onde desocupados vão pescar o almoço de amanhã.

Economia[editar]

Economia completamente baseada na rodovia BR-153, ou seja, postos de gasolina, oficinas mecânicas, casas de prostituição e pontos de venda de drogas (especialmente as energéticas para os caminhoneiros).

População[editar]

Cidade de pouco mais de 4.000 habitantes e decaindo, graças ao êxodo rural, de gente que quer algo mais na vida e tem a excelente ideia de ir viver na periferia de Porangatu ou mesmo alguma favela do Distrito Federal.