Santana da Vargem

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Carroca1.jpg Enxada-1.png Esti artigu é caipira, sô!! Enxada-2.png

Este tar di artigu pareci caipira, foi escritu purum caipira, ô ele é de fato
CAIPIIIIRRA!!!

Num istraga eli naum, si não nóis crava a inxada pra riba docê!


Santana das Virgens
Sinuca15bolas.gif
Bandeira

Lema: Vorta
Hino: Antes só que mal acompanhado

Santanavarge.gif

Apelidos Santana, Varge, Santandavarge, Fim do Mundo, Curva para o vento, Cidade Fantasma, Sapataria do Judas
Localização Sul do sul do sul de Minas Gerais.
Clima De manhã: Muito frio. De tarde: Frio. De noite: Esfriando.
Idiomas Minerês, Santanês
Führer Gimiru.
Heróis Locais Francisco.
Sonho Ser cidade grande.
Gentílico Vargense, Santanense.
População 7000 hab.
Crescimento demográfico 35000 hab/ano
PIB anual R$ 2,93.
Principais religiões Desfile de moda na Igreja, catolicismo não-praticante, testemunha de Jeová (sempre chega na hora do almoço).
Taxa de desemprego 290%.
Site do Governo http://www.facebook.com.


Cquote1.png Você quis dizer: Buraco com café dentro? Cquote2.png
Google sobre Santana da Vargem
Cquote1.png Não vamos colocar uma meta, vamos deixar a meta aberta. Cquote2.png
Dilma Rouseff sobre chifres em Santana da Vargem
Cquote1.png A solução é educar Cquote2.png
Cristovam Buarque sobre Santana da Vargem
Cquote1.png Muitas festas animadas Cquote2.png
Defunto sobre Santana da Vargem
Cquote1.png Aprendi a jogar aqui! Cquote2.png
Rui Chapéu sobre Santana da Vargem
Cquote1.png Annnnnnnn. Cquote2.png
Zé Maria sobre Santana da Vargem
Cquote1.png Cocaine! Cquote2.png
Ozzy Osbourne sobre Santana da Vargem
Cquote1.png Ela me traiu. Cquote2.png
Cantor Sertanejo sobre Santana da Vargem

"Santana das Virgens da Vargem" é uma cidade-estado do Sul de Minas Gerais, localmente conhecida por sua incrível densidade demográfica de 0,05 cidadãos/km². Fica "perdivarginha", "duladitrespontas". Também conhecida mundialmente por ser a capital da sinuca e do café.

História[editar]

A cidade nos dias de hoje

Nos idos dos longínquos anos da década de 90, estoura em Três Pontas a Revolução Armada Anti-Pão-de-Queijo. Visando espalhar por todo o Sul de Minas seus pavorosos deliciosos pães-de-queijo, o "povo de treispontas" parte rumo ao norte, desbravando locais nunca dantes conhecidos. Encontram um lugar cheio de bosta-de-baiano e picão e lá controem uma pequena vila, nomeando-a Santana do Picão. Logo depois, um terno cidadão, após fumar uma grande minhoca-vagalume uma revelação, sugere Mumbuca como o novo nome da vila. Solemente ignorado e espancado, realmente os desbravadores acharam incômodo o assentar no Picão e mudaram, por algum motivo ainda desconhecido, o nome da vila para Santana da Vargem.

A primeira grande construção foi batizada de Roda Viva: uma cabana que abrigava os rituais de acasalamento praticados na cidade. No mesmo esteio, foram construídos o Clube Sem Nome - já que o dono estava com preguiça de criar um nome pro buteco - e o Bar da Vita, onde os cidadãos que por algum motivo (inacreditável) não conseguiam se acasalar pudessem ter uma ultima opção, mediante o pagamento de uma lanche do Binho e uma sodinha. E claro, a primeira iniciativa de moda surge e assim a Igreja Matriz foi fundada.

A Grande Guerra Civil[editar]

Reza a lenda que dois cidadãos começaram uma discussão sobre quem seria o pai de um menino japonês. De um lado, um afrodescendente conhecido como Mutumbo e pai de criação do menino japonês. Do outro, um alemão conhecido como Hanz. Curimba, o grande herói, resolve iniciar a briga com o famoso "Quem fô homi gospe aqui", o que se torna o estopim para a guerra que se iniciaria, dizimando mais da metade dos 8 cidadãos da cidade. Durante a guerra, a Roda Viva foi destruída, sendo construída em seu lugar o local conhecido como Tequila Cósmica.

Assim, a vida santanense se inicia, baseada nos pilares enxada-roupa-cerveja-mulher. A cidade cresce a níveis assustadores, se tornando a 8153º economia do sul de Minas Gerais. A fama vem logo em seguida e vários movimentos migratórios se iniciam, pra desespero dos locais que pressentem algo pesado pairando sobre suas cabeças.

Aspetos Geográficos[editar]

Relevo[editar]

Clássico carro de "agroboy" vargense

Na Varge, há vários morros, alguns desses intransponíveis caso você seja dono de um Fusca 1300 ou apenas uma bicicleta Barra Circular - principal meio de transporte da região. Há também algo classificável como micro-relevo, qual seja, as desigualdades da pavimentação, ainda feita por blocos hexagonias - "broquete". O terror das meninas que gostam de salto-alto, que acabam por entalar na via e fatalmente serem atropeladas pelos vários Gols-Bola brancos dos agroboys ou candidatos a agroboys da cidade, estes e aqueles, sempre dando voltas na cidade, mostrando seu lindos carros alvos infinitas vezes para a população. Não a toa, o cidadão mais rico da cidade é o dono do posto de gasolina.

Clima[editar]

O clima varia de "frio" para "frio pacarai". Na época do "frio pacarai" o clima esquenta com as 'animadas' festas da cidade e região. Outra peculiaridade no clima é que a população vive em clima (trocadilho infame) de festa e orgia, como se o próprio Baco fosse o regente da cidade. Apesar de extremamente divertido para os visitantes e locais mais espertos, é o tormento para os locais desprovidos de amor próprio, que não sabem se suas respectivas estão na escola estudando, em alguma plantação de café trabalhando ou embaixo de algum, ou alguns outros locais, visitantes ou a soma dos dois.

Demografia[editar]

Senhorita vargense

A cidade é composta de velhinhos bonzinhos e não-tão-bonzinhos-assim, lavradores, pessoas que fugiram da violência das outras metrópoles - achando-se os próprios donos da capitania - donos de fazendas, roças, sítios, chacáras, "pedaçin" de terra, um "arqueire" de terra, terreno, fossa, e dívidas que ultrapassam o valor real da cidade. Também são comuns "povo de treispontas e varginha", sendo esses grandes beneficiários da oferta sexual local, oferta essa sempre em busca do "povo de fora", principalmente se tiver carro ou outros bens materiais próprios à exibição.

O crescimento vegetativo - sim, esse é o termo meu amigo - alcança cifras absurdas dado a quantidade de sexo que se faz na cidade, nem sempre acompanhada do devido método contraceptivo. Assim, a cada mês a cidade quase dobra sua população que por sorte se muda na mesma proporção que cresce.

Vendo os problemas advindos do alto nível de crescimento populacional, o Czar da cidade em conjunto com a cidade de Três Pontas fizeram um plano para controle da população pelo uso do narcótico Caninha da Espera, que vem dando ótimos resultados.

Aspectos Econômicos e Sociológicos[editar]

Economia[editar]

Atividade Econômica principal

No aspecto econômico, a cidade é movida pelo produção cafeeira - donde vem as expressões "vai caçar uma panha" e "vai caçar uma desbrota". Na época da panha de café, todos as pessoas da cidade panham café e os comerciantes panham o dinheiro daqueles que panham o café, aumentando enormemente os preços dos produtos. Para os pretensos playboys e patricinhas, são distribuídos os trabalhos no comércio, sendo esses o mais alto nível na escala social, o primeiro passo para um cidadão se tornar também uma figura conhecida - por trabalhar no comércio.

No comércio local, destacam-se os supermercados, todos com mais de 1(um) século de existência; os bares, sendo que há um bar para cada 0,002 habitantes da cidade; as lojas de roupa, que abrem e fecham frequentemente; a boate/danceteria, que abre e fecha frequentemente; os fliperamas/locadoras, que abrem e fecham frequentemente e a Prefeitura, que permanece sempre de cara fechada.

De quatro em quatro anos, abrem-se também cargos para cabos eleitorais e candidatos captadores de votos de legenda, com nomes bastante engraçados ou alcunhas que não dão nem idéia de quem seja o dito cujo.

Alguns modelos de negócios e produtos em Santana não costumam dar lucro. Dentre eles podemos citar:

  • Chapéus e Bonés: estes não são necessários pois a quantidade de chifres que nascem nas cabeças dos locais costumam proteger os mesmos do sol.
  • Carros sem teto solar ou não-conversíveis: pelo mesmo motivo acima, não são utilizáveis.
  • Arados: dada a grande oferta de pessoas que "cravam os chifres no chão e aram", a produção cafeeira dispensa esse tipo de emplemento agrícola.
  • Venda de preservativo: há anos um produto ignorado pela população local.

De forma semelhante, alguns outros negócios têm lucro certo:

  • Bares: local necessário tanto para se prospectar novos esquemas sexuais quanto para chorar as mágoas.
  • Duplas Sertanejas: alguém tem que tocar o coração apaixonado e tcherere-tche-tche.
  • Lojas de Produtos Infantis: por óbvios motivos, dado o crescimento vegetativo citado anteriormente.
  • Lojas de Roupa e Calçado: tal como o American Dream, roupa nova e calçados são a ambição última do povo desta cidade.

Cultura[editar]

Os carros tunados e com som agitando a cidade

A cidade é grande protetora da cultura de raiz. Na música destacam-se o sertanejo, representado por P.Fernando e Lu Bituca, o funk, representado pelos carros dos agroboys, tocando insistentemente a música da moda. Também há a Folia de Reis, onde há sempre os Marumgos, personagens iguais mendigos que levam um pau na mão e assutam as crianças em tenra idade.

Outra cultura arraigada na população é a que onde quer que você vá, seja na padaria, no Zarraia ou no quintal de casa, você tem que ir de carro. A obesidade só não aplaca os locais devido à alta taxa de calorias gastas nas panhas, desbrotas e enxada.

Há também a cultura de zoar sistematicamente os habitantes da cidade de Coqueiral. A Guerra dos Miúdos, como é conhecida a guerra entre santanenses e coqueirenses, dura quase meio século e está longe de acabar.

Educação[editar]

A cidade possui quatro escolas, criando um ciclo pelo qual todos os vargenses menos providos de dinheiro fatalmente irão passar.

  • Escolinha: é a escola municipal, para crianças pequenas. Divide as salas de acordo com o estrato bancário de seus pais. Primeira fase do ciclo.
  • Grupo: escola estadual para crianças não tão pequenas. Escola de pintura eternamente verde.
  • Ginásio: escola com piso rosa eterno, onde começam a se formar as próximas gerações que frequentarão o bar da moda.
  • Colégio: escola estadual que forma os consumidores ativos de cerveja, cigarros e outros, clientes do bar da moda. Qualquer pessoa que completa o ciclo estará eternamente fadado a disputar as vagas no comércio, panhas de café, desbrotas e enxada.

Pontos Turíscos[editar]

Os pontos turísticos da cidade são:

  • Praça da Igreja: local bonito e inacabado, point de todos os vagabundos que não terão que acordar cedo para trabalhar, nos comércios, panhas, desbrotas e enxadas.
  • Praça de Baixo: local onde se desenvolve os jogadores de futebol do Feriado.
  • Bar do Lambão: ponto com nome bastante peculiar, já que mineiro não é dado a viadagem - Lambão? Vorta. Bar que utiliza a infraestrutura da praça da Prefeitura como local para as mesas. O dono não é dado à labuta, logo o bar está frequentemente fechado, mesmo nos finais de semana.
  • Campo: o campo de futebol da cidade, onde acontecem os eventos mais barulhentos e de gosto mais duvidoso. Eventualmente abriga os jogos de futebol.
  • Curva: zona do baixo meretrício frequentado pelo substrato da camada baixa da sociedade vargense - também trespontana, varginhense, boense e arredores.
  • Mercado/Açougue/Bar/Lanchonete/Rodoviária do JJ: até essa semana, vejamos no que ele irá transformar aquele espaço semana que vem.
  • Posto do Enio/Vitor: único lugar da cidade que passa cartão de crédito e débito, é frequentado pelas patys, playboys e casais (oficiais e paralelos). Vende pizza de queijo.

Eventos[editar]

Folião no banco da praça da igreja logo após se ver no Carnaval Vargense
  • Folia de Reis: acontece entre Dezembro e Janeiro, meses onde há uma alta procura por psicólogos por parte das mães de crianças.
  • Carnaval: época onde sobram apenas os cidadãos em depressão na cidade e alguns incautos que a visitam.
  • Quaresma: perídodo onde não há festas, e quando há são visitadas pelo homem-que-vira-diabo-no-fim-da-festa.
  • Rainha do Peão: Desfile para expor as alunas menos desprovidas de beleza elegendo-as em "Rainha do Peão"(a que mostrou mais percentual de nudez! E que todo mundo da cidade come durante um certo tempo, até a vez do próximo da fila) "Primeira Princesa"(A mais bonita das participantes,e que todo mundo acha que deveria ter ganho em primeiro, menos os familiares da que ganhou é claro) e "Segunda Princesa" (a feinha que surpreendeu após estar maquiada, e que agora terá grande trabalho, dando pra galera, até chegar ao nível de Rainha).
  • Festa do Peão: visando a estimular a venda de botas e casacos, no início do "frio bragarai" há essa já clássica festa, com vários cantores de renome, e pouco gente disposta a pegar friagem para vê-los. Mesmo em show de lambada, a população resiste em não dançar, para não pagar mico perante os iguais e não sairem do lugar para pegar friagem.
  • Quermesse: no ápice do "frio pacarai" acontece esse festa, onde são valorizados os artistas locais e os artistas em franco estado de decadência.
  • Chuva: envento que permeia todo o restante do ano, até a Folia de Reis, onde o ciclo se repete.

Figuras Ilustres[editar]

  • Buíu: grande jogador local, por isso mesmo tem muitas namoradas.Como bom mineiro, deve fazer as coisas muito escondidas, pois até agora, ninguém conseguiu ver suas marias-chuteiras. Muitos vargenses namoram as cunhadas deste ilustre cidadão, criando assim a expressão 'irmã da namorada do Buíu'.
  • Zé Maria: o grande corredor da cidade, que deseja ultrapassar todos os carros em velocidade. Sempre sai em disparada atrás quando vê um carro. Ainda não foi feliz em seu intento.
  • Lú Dentista: figura ilustre da cidade, que faz a meninas ficarem de boca aberta. Recebe galinha caipira, cachaça e caixa de cerveja como pagamento das consultas.
  • Curimba: cientista da cidade, sempre fazendo experimentos com os carros que são postos sob sua responsabilidade. Consegue fazer um cavalo andar com vela de caminhão e um caminhão com tripa de mula.
  • Francisco: rapaz sempre alegre e sorridente, conversador e muito gentil. Adorado pelos seus concidadãos. Tem uma forma peculiar de pronunciar as palavras.
  • Mozart: após se refugiar no Brasil, este simpático cidadão faz jingles(dingous?) para empresas interessadas em propaganda. Montando o primeiro cartel horizontal da cidade, ele cria e distribui a música na sua caixa de som.
  • Maguin 'Michael Jackson': dançarino local e fã do finado comedor de criancinhas, vendeu a casa pra acompanhar o funeral deste.
  • Daniel do Tião: fisiculturista da cidade, conhecido mundialmente por postar fotos mostrando os resultados da Deca.
  • Grupo Homoafetivo Superman: criançada de 13 anos que frequentam a academia com roupas de Superman. Juro procê.
  • Paulo Butão: famoso pedreiro da cidade. O sonho de todos os construtores da cidade é trabalhar com o Paulo Butão.
  • Zé Prateleira: famoso engenheiro da cidade, criando suas belas obras e fazendo suas inusitadas metáforas sobre camas de prateleira.
  • Sávio of the Horse: um dos pilares da economia local baseada em som de carro da cidade, passeando alegremente com seu carro da moda e pegando as patricinhas mais lesadas.
  • Lú Bodinho: tranqueira da cidade, pingaiada e organizador de festas.
  • Cricri: famoso dono do possante Uno equipado com seu poderoso som, leva todos a loucura cantando pneu na rua e tocando sua caxinha de abelha música.
  • Os Rapazes Malandros do Carro da Auto-Escola: conta-se que estes rodados cidadãos são dos mais ativos pivôs de cornos da cidade, tendo comido quase tudo que passou no carro da Auto-Escola.
  • Rapaizin do Saveiro: moleque de 14 anos que coloca uma Titan na carroceria de uma Saveiro Preta e fica dando voltas ao redor da praça da matriz até ficar tonto.
  • Diogo Vitor: eterna promessa vargense que trabalha em Hollywood fazendo o papel de Gasparzinho

Um item à parte: os carros e seus significados sociais, culturais e econômicos[editar]

Um item à parte na cidade são os carros e seus significados sociais, culturais e econômicos. Na cidade, você será dividido em alguns grupos de forma divergente dos demais locais do planeta:

  • Pobres sexualmente inativos: aquele que não tem carro. Não importa se você tem uma mansão e um iate, caso você não tenha carro, você é pobre e não comerá ninguém.
  • Pobres sexualmente ativos: aqueles que têm carro, porém qualquer modelo antes de 1994 - tais como Fuscas, Fiat 147, etc. O fato de ter carro garante acesso a sexo, de qualidade não aprovada pelo INMETRO.
  • Com um dinheirinho: são aqueles que possuem algum carro pós 1994 - em especial o famoso Gol G2 Branco, sonho de consumo dos agroboys. Permite uma atividade sexual com nível razoável de qualidade.
  • Ricos: grupo de amplo espectro, você pode ser considerado rico caso possua desde um Astra 2002, passando pelo Civic 2008 até Caminhonetes, Jettas e Camaros. Não importa se todo seu salário esteja pagando as 72 prestações do carro, que não tenha gasolina para andar, que você tenha conseguido o carro em troca de favores sexuais, você é rico.

Nenhum desses carros porém salvam qualquer cristão de ser corneado - vide o suposto caso de um certo dono de Camaro da cidade.


Gnome-searchtool blue.png Santana da Vargem é uma pequena cidade desconhecida.
Você pode estar perdendo seu tempo à-toa ao ler sobre essa joça.
Se você já ouviu falar dessa cidade, não tem, pelo menos, dois dentes na boca.

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