Santo Antônio do Monte

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Carroca1.jpg Enxada-2.pngEsti artigu é caipira, sô!!Enxada-1.png

Este tar di artigu pareci caipira, foi escritu purum caipira, ô ele é de fato
CAIPIIIIRRA!!!

Num istraga eli naum, si não nóis crava a inxada pra riba docê!

Uôrdi Tadi Centê, localizado em Samonte.

Cquote1.png Você quis dizer: Osamas Ville Cquote2.png
Google sobre Santo Antônio do Monte
Cquote1.png Foi um grande lar. Cquote2.png
Osama sobre sua infância explosiva em Samonte.
Cquote1.png Felizmente tivemos somente 100.000.000 mortos. Cquote2.png
Prefeito dono de fábrica sobre Samonte
Cquote1.png Boa noite Santo Antônio dos Montes! Cquote2.png
Nasi na abertura de um show
Cquote1.png Não acredito que estamos atrasados... Samonte já tem boliche e açaí! Cquote2.png
Morador de Lagoa da Prata sobre Samonte.

História[editar]

Prefeito Antigo morador da cidade. De onde acham que ele tira tanta pólvora?

Santo Antônio do Monte mais conhecida como Samonte, foi criada por homens-palito de pólvora e portugueses, que foram expulsos de suas embarcações após serem vistos cheirando gatinhos. Samonte é uma cidade bastante antiga e só não foi tombada por causa do enorme risco de explosão. Conta somente com 30 mil habitantes, sendo 5 mil cachorros com sarna, raiva, risco de morte e outras 999 doenças indefinidas, uma vez que o contador só tem 3 dígitos. É atualmente a cidade com o cartão postal mais bonito da região, já que ele conta com apenas o Uôrdi Tadi Centê de Minas Gerais e a igreja matriz, além de bastante foguetes que causam dores de cabeça e são encontrados em qualquer foto da cidade.

A lenda da atualidade é o PHD em letras, mais conhecido como Juãu Vitis. Algumas de suas sábias frases são:

"Si tem cisas toscas"

"nao 3281 é palha açada"

"eo so um kara mô fei que num pega ném gripi e to seno zuado por ocs"

"so naufabeto mais num so lezado"

"put a kep ar iu"

.Desde que Juãu Vitis assumiu o cargo de prefeitis da cidadis, foi decretadis feriadis o dia 01/10, como o dia das "cisas toscas".

Economia[editar]

A economia se baseia na construção de munição para guerra, que foram usados na Segunda e na Terceira Guerra Mundial, além da rifa, uma maneira de se dar o fora da cidade. A economia de Samonte conta com 69,9% fogueteiros, 30% rifeiros e 0,1 outras profissões. Todo ano a porcentagem de rifeiro cresce mais e segundo o IBGE, em 2 anos o número de rifeiros passará os fogueteiros. Os rifeiros sobem nas favelas do Rio e SP vendendo seus produtos de grande utilidade como: ursinho de pelúcia, gel de arnica, cura gripe da tiazona, cosméticos e jóias banhadas no alumínio. Já os fogueteiros são os queimadores de pórva da região. É a cidade do Brasil que mais produz fogos de artíficio. Atualmente morrem 99% da população a cada ano, estes sempre sendo reproduzidos pro clones ou bêbados. O forte mesmo de samonte são os butecos, churrasquinhos, saunas e tudo que venda bebidas alcoolicas, de segunda a quinta a cidade é parada e de quinta a domingo o movimento triplica devido aos rifeiros chegarem, eles chegam igual loucos, cantando pneu, com som fuleiros só tocando porcaria sertaneja, 99% só andam tontos e contando vantagem, tudo mentira.

População[editar]

Morador santoantoniense consumando o ato
  • 5% patys
  • 5% gays
  • 50% cheiradores de gatinhos (devido à influência portuguesa)
  • 20% preibóis
  • 10% boleiros rodados
  • 25% de anaufabetuz
  • e o resto da população de pessoas que não sabem nada de matemática

A cidade[editar]

A cidade foi planejada pelo, por isso é a cidade com mais subidas do Brasil. As ruas são geralmente bastantes movimentadas com aproximadamente 13 carros por metro quadrado, 25 pessoas por dia, 10 bicicletas (meio de transporte bastante usado em Lagoa da Prata) por dia. Os vereadores ganham 1800 por mês para comparecerem a prefeitura 1 vez por semana e, e , e, só. As ruas geralmente são de preda e barro, os bairros mais asfaltados são os que possuem maiores subidas, ou não.

Fica a esquerda do Fim do Mundo, a direta tem a Area 51, subindo pro norte você encontra o Acre e no sul tem Lugar Nenhum.


Os moradores se conheciam até bem pouco tempo. A identificação era quem era filho de quem. Depois que circulou a notícia, em veículo nacional, de que na cidade não havia desemprego, a Tonha City foi invadida por uma legião de estrangeiros vindos das mais diversas regiões do país: Norte de Minas, Bahia, Pará, Amazonas, Moema e Rosas. Hoje, já não se conhece os traços dos jovens que circulam por aí e, qualquer um e assim, não tem mais jeito de perguntar: Você é filho de quem?