Shelly-Ann Fraser-Pryce

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Shelly-Ann Fraser-Pryce
Shelly-Ann Fraser-Pryce.jpg
Foi tão fácil ganhar que ela chega penteada e maquiada no pódio
Nascimento 27 de dezembro de 1986
Bandeira da Jamaica Jamaica - Kingston
Ocupação corredora

Shelly-Ann Fraser-Pryce é a versão feminina de Usain Bolt, talvez a filhote do velocista jamaicano, pois possui metade de sua estatura, sendo ela uma corredora jamaicana especializada em 100 metros rasos, dessas que ninguém conhece porque ninguém se importa com o atletismo feminino.

Juventude[editar]

Como sabemos, ao nascer na Jamaica a pessoa tem apenas duas opções, a primeira opção que é a que a maioria mais escolhe é começar a fumar baseado e fazer uma música desgraçada de repetitiva chamada reggae, enquanto a segunda opção é tentar assaltar turistas e ter que correr muito da polícia. Fraser-Pryce escolheu a segunda opção como modo de vida.

O famoso corredor e traficante Asafa Powell viu potencial na garota, deu a ela uma mochila com 10 quilos de bagulho, e mandou ela dar uma volta completa na ilha da Jamaica, percurso este que foi completado em 22,34 segundos, um recorde no Caribe o que rendeu à menina, ainda com apenas 19 anos, a sua primeira medalha de ouro pelos Jogos da CARIFTA de 2005, pois enquanto ela corria para entregar os bagulhos de seu chefe Asafa Powell, Fraser-Pryce teve que entrar num estádio onde estava acontecendo os jogos e acabou vencendo as competidoras que lá estavam.

Carreira[editar]

Fraster-Pryce levando seu dildo para tentar ganhar mais uma prata na competição de revezamento.

Praticamente anônima, chegou às Olimpíadas de 2008 como azarona, principalmente porque é uma anã de 1,50m de altura no meio de uma negonas bombadas da Jamaica e dos Estados Unidos. Todavia surpreendeu a todos com sua técnica apurada de correr pra caralho, tal qual uma trombadinha que rouba a corrente de uma velha em Copacabana e some correndo para o Pavão-Pavãozinho (estas referências foram tuilizadas pelo desconhecimento do nome de favelas coladas em algum bairro nobre de Kingston). Assim, Shelly-Ann Fraser-Pryce logo em sua estreia já ganhava sua primeira medalha de ouro numa Olimpíada.

No ano seguinte participou do Mundial de Atletismo de 2009 em Berlim, e como atletismo é o esporte mais previsível do mundo, ela ganhou obviamente a medalha de ouro nos 100 metros rasos, porque o intervalo de 1 ano das Olimpíadas de Pequim não foram o bastante para atrofiarem os músculos dela.

No ano de 2010, todavia, enfrentou um lado negro em sua carreira, e não estamos falando de sua cor de pele, e sim do fato dela ter sido flagrada e pega no exame anti-doping pelo uso de dorgas, porque afinal ela é da Jamaica, então é ievitável. Ela alegou em sua defesa que a substância foi assimilada por via cutânea por viver na Jamaica onde todos fumam, mas ela foi punida pela federação mesmo assim. A punição, óbvio, foi a mais imbecil possível, 6 meses de suspensão, apesar de não haver competição nenhuma de atletismo naqueles 6 meses, ou pelo menos, nada relevante como uma Olimpíadas.

Após a punição desprezível, ela participou também das Olimpíadas de Londres de 2012, a qual ganhou a medalha de ouro nos 100 metros rasos mais uma vez, não se demonstrando grandes coisas assim ao ficar só com a prata nos 200 metros rasos.

Chegou para as olimpíadas do Rio de Janeiro sem favoritismos, já considerada velha, chamou mais atenção por seu cabelo verde e amarelo parecendo uma maconheira do reggae morrendo de fome devido a larica. Mas como nessas competições de 100 metros parece que só jamaicanas e norte-americanas competem, então mesmo Shelly-Ann mal, ela apenas perdeu para outra jamaicana e uma estadunidense, conquistando então uma medalha de bronze.