Shinwa Shoujo

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神話少女
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Uma ode à pedofilia!
Autor Kishin Shinoyama
País Bandeira do Japão Japão
Gênero lolicon
Editora Hã?
Lançamento 1997

Shinwa Shoujo (algo como Garota Mitológica em bom português) é um photobook, ou seja, um álbum fotográfico em formato de livro. Sua criação é atribuída ao fotógrafo desconhecido Kishin Shinoyama, considerado o autor da bagaça, sendo que não tem porra nenhuma escrita lá. Mesmo assim, esta obra conseguiu atingir o topo da lista de livros mais vendidos do Japão na época de seu lançamento, superando até mesmo as vendas de mangá.

A publicação também foi responsável por lançar Chiaki Kuriyama na carreira artística, sendo esta sua estreia como gravure idol. Provavelmente, ela teria sido rapidamente esquecida pela mídia, se não fosse pelo detalhe de que era menor de idade e posou nua em algumas fotos. Este fato chamou atenção tanto dos pedófilos quanto dos mimimizentos de plantão, o que gerou muita polêmica.

Estilo[editar]

Sabe aqueles books que as modelos fazem para divulgar seu trabalho quando são iniciantes? Então, basicamente Shinwa Shoujo é a mesma bosta, mas como os japoneses têm um culto meio exagerado por materiais deste tipo, essas porras são lançadas comercialmente para venda em lojas e livrarias. Caso você seja otaku, provavelmente já sabia disso, e também deve saber que no Japão a pedofilia geralmente corre solta de maneira legal, resultando em um movimento muito aclamado por lá chamado de lolicon.

Foi justamente com o intuito de enriquecer mais ainda tal movimento que Kishin Shinoyama decidiu realizar o lançamento deste livro, que inicialmente estava previsto que fosse o primeiro volume de uma série, mas como algum moralista resolveu denunciar ao Conselho Tutelar, a publicação foi suspensa e descontinuada.

Conteúdo[editar]

Como já deve ter ficado claro, Shinoyama é um pedófilo inveterado, atualmente já idoso, que ainda mora com os pais e fica excitado vendo garotinhas impúberes agindo de forma sensual. Assim, ele decidiu seguir na carreira de fotógrafo e selecionar modelos infantis para seus ensaios, podendo abusar delas sexualmente de forma discreta e sem chamar muita atenção. Foi dessa maneira que ele conheceu a então ninfeta Chiaki Kuriyama, por quem caiu de amores e convenceu-a facilmente a tirar a roupa e fazer poses de puta em troca de Mupy. Cada momento foi cuidadosamente registrado pelas lentes fotográficas das câmeras, rendendo a Shinoyama um belo portfólio para suas masturbações futuras.

Quando já estava com o pinto esfolado de tanto bater punheta, Shinoyama decidiu ser bonzinho e dividir o material com os demais pedófilos do mundo, reunindo todas as imagens em uma compilação e mandando imprimir por alguma gráfica vagabunda sem escrúpulos morais. Então, surgiu em 1997 a coletânea fotográfica Shinwa Shoujo, que rapidamente tornou-se um grande best-seller e reduziu drasticamente as vendas de mangás lolicon no Japão, pois finalmente aquelas hentai girls despeitadas agora estavam sendo representadas por uma guria retardada de carne e osso.

Pouco tempo depois que ocorreu a enorme ascensão do livro, vários mangakás reuniram-se em uma assembleia secreta a fim de proibir que a comercialização da obra continuasse. Logo, foi realizado em conjunto um abaixo-assinado para que seu objetivo fosse atingido com sucesso. Como os japoneses estão cagando e andando para a idade, a solução encontrada foi recorrer aos estrangeiros, o que não foi lá muito difícil, já que Shinwa Shoujo teve muitos exemplares distribuídos ilegalmente para download via Deep Web.

Não somente a publicação do livro foi proibida, como também o governo japonês decidiu instituir uma lei anti-pedofilia, para evitar que os gringos continuassem infernizando e metendo o bedelho nos assuntos internos do país. Lei esta que, diga-se de passagem, continua sendo facilmente burlada, isso quando não é simplesmente ignorada mesmo.