Silent Hill: Origins

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Virtualgame.jpg Silent Hill: Origins é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, um nerd bota cheat no Pokémon Ruby pra capturar um Missingno.


Origens dos Bosques Silenciosos
Silent Hill Origins.jpg

Telettubies,um dos piores monstros encontrados no jogo

Informações
Desenvolvedor Kunamão
Publicador Kunamão
Ano 2007
Gênero Meda
Plataformas PolyStation
Avaliação Reprovado
Idade para jogar 0

Cquote1.png Putz...Se continuar com essas bostas eu juro que jogo Resident Evil(ou não) Cquote2.png
Alguém sobre Silent Hill:Origins
Cquote1.png Este é o melhor jogo desde... O Rei Leão! Cquote2.png
Retardado que joga Nintendo 64 sobre Silent Hill:Origins
Cquote1.png Cilada Tavis! Cquote2.png
Pedro sobre Silent Hill:Origins
Cquote1.png Pelo menos é melhor que o Silent Hill 4 Cquote2.png
Eu sobre Silent Hill: Origins
Cquote1.png QUALQUER coisa é melhor que aquilo Cquote2.png
outro Gamer sobre Silent Hill: Origins

Silent Hill: Origins é um caça-níqueis do tipo "Óóó,um prólogo!Agora vamos entender melhor os outros jogos da série!",mas nem nesse quesito o jogo é lá essas coisas.foi lançado inicialmente pra Pêésepê,mas ele acabou vendendo tão bem que foi lançado pra Playstation 2 também.Ele possui os tipícos elementos dos Surviváu Ôrror da vida (não,não tô falando sobre a Rede Globo,a IURD ou a Lady GaGa,é o gênero gamístico mesmo):garotinhas-encosto,monstros que não podem ser mortos à vontade por falta de munição e papéis rasgados que você precisa ler pra entender a história e não ficar se perdendo a cada 3 minutos no jogo,que nem um típico gamer noob brasileiro.


História[editar]

Como tudo começa[editar]

NewBouncywikilogo.gif
Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Silent Hill: Origins.
DramaticQuestionMark.png
Você sabia que...
  • ...Silent Hill:Origins é uma merda de caça-níqueis?
Spoiler5.JPG ATENÇÃO! O texto abaixo pode conter (ou não) um ou mais SPOILERS!

Ou seja, além de deixar o artigo com mais pressão aerodinâmica nas retas e mais estável nas curvas de alta, ele pode revelar, por exemplo, que Jaime morre protegendo Cersei, ou que Cure Dream beija o Coco.

Spoiler3.jpg

A obra abre com umas figuras abstratas enquanto rola uma conversa pelo rádio entre o caminhoneiro, que é o personagem principal e um amigo dele. Claro que ele diz que está indo pra Brahms, com a intenção de fazer tremer o cuzinho dos fãs da série por esta cidade ser citada nos jogos anteriores. Ela fica perto de Silent Hill.

Eis que surge o caminhão com o magrão dirigindo em meio à chuva, para lembrar da cena da apresentação do primeiro Silent Hill. Claro que ele está ouvindo uma musiquinha do Akirão Yamaoka, para delírio dos fãs, e está tendo flashbacks bizarros de um sexo selvagem que viu quando era pequeno, pois ele é um personagem perturbado que guarda algum segredo não revelado (claro... dãh).

Magrão pisando em merda no meio da estrada.

De repente, como no primeiro jogo da série Silent Hill, uma figura aparece na frente do caminhão do magrão: uma mulher que fica de quatro no meio da estrada (o que será que ela estava fazendo lá?). Só que Travis é um motorista muito melhor que o mongolino do primeiro Silent Hill. Ele não se assusta e freia o caminhão na boa em vez de se arrebentar todo.

Aí começa a rolar uma musiquinha gay e ele desse do caminhão para averiguar (anta). Enquanto ele desce, ainda está chovendo. Porém, logo assim que ele coloca os pés no chão, já não está mais, num belo erro de continuidade da Konami, mostrando que não estão nem aí para a merda o jogo que estavam prestes a lançar. Você deve pensar (se pensar...) que eles irão consertar isso até o jogo ser lançado, não é? Pois você está errado! Quem liga? Hum... Deixando as idiotices para lá, a cena continua (apesar dos erros)...

Vejam! Vejam! Uma Sadako no espelho!

Agora, numa jogada sensacional, ele não vê nada na estrada e decide voltar pra cabine, mas no espelho da porta do caminhão, aparece um típico fantasma amarelo da guriazinha de cabelo comprido, sem mais nem menos. Ele olha pra trás e não tem porra nenhuma lá, mas o fantasma continua aparecendo no espelho e começa a tocar outra música do primeiro Silent Hill.

Após isso, você deve pensar (de novo): "Ora, ele vai pegar o caminhão e ir embora!". NÃO! Ele pega uma lanterninha fudida e sai andando pelo meio da estrada deixando o caminão e tudo para tras no meio da estrada.Atrás da guria por meia hora...pedindo para ser roubado...ao invés de avançar com o caminhão ou desistir no meio do caminho (Porra, era só uma guria aleatória, o cara não tem mais o que fazer? É algum tipo de pedófilo?).

Isso tudo deve ser pra deixar mais parecido com o filme, que também tem várias cenas sem sentido. Por exemplo, a mulher decide ir pra uma cidade que nunca viu porque a filha dela falou o nome da cidade em um sonho. Até aí tudo bem, mas ao chegar na cidade, sem razão alguma, ela fica toda nervosa só porque uma policial tá por perto. Aí ela vê que tem um portão fechado na estrada e só porque a policial tava vindo atrás dela pra ver o que tava acontecendo, decide arriscar a vida da filha e meter o carro contra o portão por motivo nenhum! A policial não ia prender ela nem nada! Ia fazer o quê? No máximo mandar voltar. Mas aí era só esperar a policial ir embora e voltar outra hora e abrir o portão direito...Ah,pera mas o assunto principal era o joguinho tosco caça-níqueis,então...

Não era névoa, era fumaça inodora!!!

Aí, o cara corre pela estrada durante meia hora, pelo meio da névoa enquanto fica tocando uma musiquinha meiga e aparecem os créditos, mostrando os responsáveis por essa escória da humanidade. Claro que o cara já vai equipado com a tradicional e indispensável lanterna presa na roupa. Ele corre feito um bêbado (mas eu acho que a culpa era do maníaco que estava controlando ele).

Durante vários momentos a câmera muda para mostrar que os arbustos balançam com o vento (só faltava eles berrarem para os jogadores: "Vejam! Vejam como fizemos vários detalhes! Até os arbustos balançam!". Mas na real os gráficos são bem fraquinhos). Ao chegar, ele se depara com uma casa pegando fogo. E descobre que aquela névoa não era névoa, era fumaça! Claro que até agora ele não tinha notado o cheiro! Perfeitamente lógico!!!

Porta bloqueada.
Mais porta bloqueada.

O cara decide entrar na casa. Lá dentro temos uma demonstração do quanto a jogabilidade é uma merda e o fogo, parado apenas em uns cantos, é incrivelmente mal feito, além de ficar no formato perfeito de uma labirinto quadrado. Toda porta que o cara tenta abrir está bloqueada por alguma coisa! Como em todos os outros Silent Hill. Só que nos outros, esse recurso é usado a partir do meio do jogo, para o cara não se sentir sem liberdade de ação desde o início. Os caras podiam muito bem ter utilizado recursos do tipo a porta começar a pegar fogo... Mas não! Resolveram apelar pro mais fácil e besta, que era o que já tinha pronto no engine.

Abraços grátis para criancinhas carentes.

No meio do caminho o cara ainda bate num armário mais baixo que ele, para demonstrar a podreira do engine, e o boneco põe as mãos na frente da cara pra se proteger como se estivisse indo contra uma parede, algo que acontecia desde o primeiro Silent Hill. Mas nem pra melhorar o engine... O armário dá na cintura e ele protege a cara! O jogador vai pelo único caminho possível, é claro, e encontra a guria queimada no chão, no meio do círculo mágico que aparecia no terceiro jogo, e a leva para fora da casa. Chegando lá, ele decide finalmente sentir os efeitos da fumaça (até agora nem tinha tossido) inalada nos últimos cinco minutos e desmaia ao som da famosa sirene do jogo original.

Lá, lá, lá, lá, lá...
Opa, olha um mapa alí atrás!
Uma tradicional enfermeira zumbi.

O cara acorda num banco de praça em Silent Hill, o que fará de novo os fãs chorarem, na esperança dos produtores, pois lembra o outro cara acordando no primeiro jogo, e passa acidentalmente por um mapa da cidade na rua. Ao ver o mapa ele nota um hospital e pensa automaticamente que alguém deve ter levado a guria pra lá, e decide ir ver. Chegando no hospital ele encontra uma enfermeira zumbi! Ainda bem que tem uma marreta dando bobeira em cima da mesa, totalmente despretenciosa, ele logo a pega para cacetear a enfermeira (notamos que pelo menos eles mantiveram algo da planejada cópia do Resident Evil 4).

Desenvolvimento[editar]

Não há muita coisa a dizer sobre o resto da história na verdade tem,mas se quiser saber vá ler o GameFAQs,os pontos altos da história são:a mãe de Travis era uma louca psicopata, e o pai,cansado de ver a própria muié louca das ideias,se matou.E a garotinha do começo do jogo,na verdade,era um sacrifício feito por um clubinho de ocultismo,pra conseguir tirar o selo de um demônio,que é o chefe final,mas a maior surpresa mesmo,é que esse demônio selado é também o chefe final! Noffffffffffaaaaaaa!!!

Finais[editar]

Assim como nos outros jogos da série,esse possui mais de um final diferente:

  • Final bom:Travis sai da cidade com o seu calhambeque véio caminhão e vive feliz pra sempre.E é só...mas se você tiver saco pra esperar os créditos,rola um diálogo bônus,no qual é revelado que a garotinha queimada era Alessa e ela vai reencarnar em Cheryl (ou Heather se você só jogou o 3).
  • Final ruim:Travis fica possuído,vira um carniceiro doidão, e abre um açougue,usando carne humana de primeira!Mas depois é condenado à prisão perpétua,pois não demoraram muito pra perceberem a cilada do negócio.Mas esse final só é possível destravar se o jogador tiver matado 201 848494885 monstros.
  • Final UFO:No motel,Travis vai até o quarto 502,mas mesmo com a chave não consegue abrir.Aí aparece um alien com um cachorro saindo de um OVNI,e diz que o caminhão de Travis está no planeta dele.Sem nada melhor pra fazer, o caminhoneiro o acompanha.

Jogabilidade[editar]

Tem mais ou menos a mesma jogabilidade bosta dos Silent Hills anteriores, o protagonista,nesse caso por também não ser um policial armado até os dentes,demora muito pra conseguir uma porra de arma e quando golpeia se cansa com muita facilidade,quando corre,só não é mais devagar que uma garotinha.Noventa por cento das portas encontradas no jogo não abrem e nem nunca vão poder serem abertas.Situação comum com portas:você se mata pra encontrar a chave da porta, e quando você encontra a tal chave,na sala da porta só tem um papel velho(provavelmente com trechos de rituais satânicos de um doente mental,psicopata ou o Seu pai)e ah!Você acha a chave pra porta que você havia encontrado 3 horas atrás,mas nem achava mais que podia ser aberta.O inventário voltou a ser quase ilimitado (em vez de só poder carregar 10 itens como em Silent Hill 4),mas a maior parte do tempo,nem uma mízera de handgun dá pra usar direito devido a falta de munição constante.E é aí que entra as tranqueiras aleatórias usadas pra matar os monstros,pode ser qualquer coisa:TV portátil,Garrafa de 51,Cabide,Tua mãe,Vibrador,Juicer Philips Walita,Rapadura,etc... .

Considerações finais[editar]

A menos que você seja um fã alienado da franquia Silent Hill,ou esteja cansado de só lançarem RPGs fofoletes e/ou toscos ultimamente pra PS2/PSP (também,Playstation 2 já deu o que tinha que dar),vai preferir fazer outra coisa,sugiro como um ÓTIMO passatempo ver a novela-das-oito-que-só-começa-às-nove com a tua irmãdiversão garantida!

Ligações externas[editar]

v d e h
Silent Hill logo.png