Sino

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Sino, era uma espécie de cinto de castidade, já fazia um barulho que os sapos reproduzem em dias de soltar ova(não essa), mas de um modo que a vítima mulher pudesse fazer sua higiene íntima sem problemas, o que não ocorria com os outros cintos de castidade e, quando o dono da mulher voltava, acabava se f... porque a mulher estava imprestável e nem poderia ser culpa da mesma.

Depois disso...[editar]

Ainda acha que soar esse fuking pêndulo não é um ato suicida de coragem?

Como o sino passou a ter a inutilidade que tem nos dias de hoje? Calma, depois de sua primeira utilidade, que era cinto de castidade, os sinos foram então, usados como escudos e armaduras, pois constataram que protegia mesmo e, ainda enganava os adversários de longe, pois parecia um bando de saiotes ambulantes, que em nada lembravam homens: nem por isso deixavam de o ser e, ainda ganhavam a guerra. Obviamente esses sinos faziam já naquela época um barulho fora do comum. O utilizador mal sentia a porrada, fosse mesmo de marreta, mas com seus ouvidos previamente tapados com cocô de esquilo conseguiam ainda, afetar o inimigo com o som retumbante.

Falando nisso, o eco após os sinos, nunca mais foram vistos da mesma maneira, antes deles os ecos eram vistos, melhor dizendo ouvidos, de modo apenas curioso, pirralhos brincavam com isso até levar um croque na testa e, os adultos apenas achavam os ecos uteis para algumas coisa, como por exemplo economizar palavras. Ao invés de dizerem posso parar aqui pra fazer cocô? - diziam Posso para aqui pra fazer co - tenha graça ou não, isso funciona, cóf...

Depois disso(agora sim), os ecos dos sinos eram vistos por alguns como a voz de deus - por outros como a voz do diabo(os dois em minúscula pra ficar democrático), outros ainda achavam que era uma imitação de trovões, então achavam qua os sinos eram mágicos como as conchas que, alguns até hoje acham que reproduz o barulho do mar, eu não vou discutir uma idiotice ideia dessas, mas no caso dos sinos achavam que ele reproduzia o barulho de céu em tempestade.

Bléim, bléim, bléim[editar]

Sininho fazendo ronda à procura de macho inspiração para novos sons.

Onomatopeia mais fajuta e ridícula que a dessa sessão... mas é assim que reproduzem em historinhas em quadrinhos, quem mandou ler... O som dos sinos não se parece com isso, nem mesmo daquelas sinetas do tipo papai noel que são muito menores, mas infinitamente mais chatas que os sinos. Nem vou falar de sinos de Natal, embora na merda que é o Natal, ao menos os enfeites e luzinhas até deem um ar da graça diferente às ruas, mas sino de Natal, nada a declarar e, nem sei porque acabou por ser um dos principais símbolos, se você souber algo sobre isso, edite lá.

O som dos sinos, são melhor escutados nas igrejas, até onde sei, apenas as católicas usam isso e, também inventaram o negócio das badaladas. Por causa dessas tais badaladas, naquela estória bem quando vai ter a única parte não tão chata em que o príncipe vai comer a Cinderela(ou Bela Sonâmbula das Tranças, sei lá), ela tem que sair correndo largando a tamanca e a calcinha, porque o sino avisava pra ela ir pra casa e príncipe que era todo fresco, descobriria que a coitadinha era pobre.

Os sinos soam com a ajuda de alguém, mas há os automáticos(apenas 90% deles, só isso), mas era melhor com o corcunda fazendo os sinos retumbarem, dava ele uma utilidade além de carregar pedras gigantes(o camarada tinha um poder de peleja respeitável ao menos, melhor que o Febo), chega de histórias reproduzidas pela Disney, nem tenho mais idade pra isso. Os sinos soam e avisam também das horas, mas ele funciona no modo AM e PM - quer dizer que o meio dia soam 12 e à meia-noite também, apenas para não precisar das tantas badaladas assim, mas esse não foi o principal motivo até porque, a maioria deles é automático há tempos, nem seria pra poupar o padre ou seu ajudante. Na verdade não queriam ir tocando treze horas a assim por diante, pois chegariam às 24 retumbâncias e, como se sabe religiosos têm medo de despertar a fúria do senhor com essas coisas.

Ver também, se quiser[editar]