Sistema Único de Assistência Social

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa

O Sistema Único de Assistencialismo Social (SUAS) é a estrutura que mostra como não funciona o sistema assistencialista brasileiro. É como o combalido SUS, só que ao invés do Ministério da Saúde e médicos cubanos, o SUAS tem o Ministério do Subdesenvolvimento Social e assistentes sociais como as figuras principais do faz-de-conta.

Políticas[editar]

Logo usado em alguns fins do mundo para se referir ao programa.

Esse sistema de ofertas indiscriminada de bolsas se baseia na trágica constituição de 1988 e visa, segundo o governo, tirar pessoas da miséria e levá-los até a classe média (apenas pagando alguns trocados por cabeça criada) e também oferecer acompanhamento e proteções, não aquelas que deveriam ser distribuídas e sim alguém formado em serviço social e psicologia.

Estas proteções podem se dar das duas formas, um para aqueles com severo risco de se tornarem trombadinhas ou batedores de carteira no futuro, e outro para aqueles que já estão lá e não conseguem sair de jeito nenhum.

Proteção básica[editar]

A proteção básica é oferecida aos indivíduos que estão em situação de extrema pobreza — no Brasil, você tem que estar extremamente fodido pra chegar a este ponto, já que com R$ 100,00 você já é considerado "classe média" — ou aqueles que estiverem em situação de risco. Situação de risco não se refere ao local onde você mora (se fosse assim, o estado do Rio receberia ajuda vitalícia do governo), mas sim se seus amiguinhos passam a tarde toda fumando maconha na laje ou na varanda de casa.

Indivíduos nesses estados devem ir ao CRAS mais próximo de onde moram e pegar uma fila desgraçada para falar ao governo que dependem de alguma esmola do governo. Se for o caso, o governo dá aval a essas pessoas para que possam começar a sacar sua esmolinha ou ainda, caso o indivíduo tenha mais de 20 filhos e não queira arrumar trabalho de jeito nenhum, o governo estadual também oferece outras fontes de renda.

Proteção especial[editar]

Já a proteção especial é oferecida aqueles que já furtaram canetas, roubaram celulares, sofreram abusos na infância e permanecem com sequelas até hoje, resto de aborto, ou simplesmente que estão literalmente na merda. A estes, são promovidas aquelas rodinhas comunitárias nos CREAS espalhados por aí, com aqueles desabafos que ninguém ouve e frases prontas de psicólogos como "com fé em Deus você vai conseguir sair desta", "estamos aqui para te ajudar" e outras baboseiras do tipo.