Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Hilton não gosta de ônibus
Socarram-me, subi no ônibus em Marrocos

Cquote1.png Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos Cquote2.png
Você sobre Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos.

A frase Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos é um palíndromo, ou seja, ela pode ser lida de frente pra trás ou de trás pra frente, conservando o mesmo significado.

SOCORRAM-ME SUBI NO ONIBUS EM MARROCOS <- SOCORRAM ME SUBINO ON IBUS EM-MARROCOS -> SOCORRAM-ME SUBI NO ONIBUS EM MARROCOS

Esta frase que parece não ter sentido tem sim muito sentido. É considerada um dos maiores palíndromos da língua portuguesa.

História[editar]

Esta frase foi criada por alguém que descobriu que Marrocos lido de trás pra frente dava a palavra socorram. Depois de descobrir isso, criar uma frase grande foi fácil para este ser. Não se sabe quem criou esta frase, mas com certeza tinha muito tempo sobrando, muito tempo mesmo. Mas esta frase não surgiu ao acaso não. O gênio que criou tal palíndromo viajou no tempo e transcreveu no papel a história real de uma patricinha que viajou ao Marrocos, onde hábitava um ser com o falo supremo, conhecido por Kid Bengala

Sentido da frase[editar]

Paris não gosta do Marrocos

Era uma vez uma patricinha fresca (redundância) chamada Paris Hilton. Um dia sua mãe teve de viajar com o marido (que no caso, não era o pai de Paris Hilton, mas ele acha ainda hoje ser o pai dela) para a França e deixou a pequena Paris (na época ela tinha 8 anos e já era bem chata) com o Dom Hilton, dono das cadeias de hotéis Hilton, avô de Paris. Mas o vovô Hilton também tinha de viajar, então levou Paris Hilton na viagem. Ele iria inaugurar um hotel de luxo em Casablanca, portanto, esta viagem era realmente necessária.

No Marrocos, Paris Hilton foi obrigada por seu avô a subir em um ônibus, mas como ela era uma menina preconceituosa e marroquinófoba, ficou com medo de subir no ônibus. O vô Hilton tentava colocar a menina no ônibus, mas ela gritava repugnantemente. O vô Hilton pegou uma cinta e obrigou a chata a subir no ônibus. Ela chorava e gritava, até pediu socorro mas não adiantou.

Esta história é muito forçada, mas fornece um sentido crível à frase. Ao menos a frase "Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos" tem mais sentido que a frase "Roma amor, Roma amor".

Considerações finais[editar]

Ficou constatado que "Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos" apesar de ser o mais famoso, não é o maior palíndromo da Língua Portuguesa. O maior palíndromo da Língua Portuguesa (e mais nonsense também) é "Luza Rocelina, a namorada do Manuel, leu na 'Moda da Romana: anil é cor azul'". Quanta criatividade, não?

Ver também[editar]